Hardcore man - capitulo 6 : anal
Justin quase tem um infarto a cada vez que passo o algodão com álcool por cima dos cortes superficiais feito pelo chicote. O vejo estremece a cada vez que meus dedos tocam suavemente aqueles cortes, me encolho por cima dele, tentando ser mais delicada possível.
Hoje ele dormiria de bruços, já que sua bunda estava impossibilitada de deixa-lo sentar ou deitar para cima na cama.
De alguma forma não conseguia sentir pena daqueles cortes, muito menos remorso em ter deixado aquela mulher o bater por enquanto minha boca chupava seu pau. Esse era o ponto chave! Ele era meu por enquanto apanhava e isso me fazia lembra de cada segundo que passei com seu pau em minha boca.
Ele geme alto embaixo de mim, percebo que estava apertando um dos seus cortes com o algodão ensopado de álcool.
-Desculpe!
-Eu quero matar aquela mulher. –reclamou pela milésima vez desde quando voltamos para casa, durante o banho, durante o jantar e agora ele estava embaixo de mim com sua cueca abaixada por enquanto estava limpando aquelas coisas.
-Eu gostei dela –falei baixo –Foi muito bom.
-Bom? Vivie ela me bateu!
-Você não se calou por um segundo, Justin! Ela avisou e você ficou que nem uma mulherzinha ciumenta contestando cada passo que a mulher dava. –ele tenta me olhar de lado mas não consegue, seu corpo desliza por baixo do meu, mesmo causando danos as suas feridas ele acabou de virar para mim, apenas para me encarar frustrado com o que eu acabava de falar.
Justin esta com a boca aberta por enquanto me observa com os olhos estreitos, abaixo a cabeça e respiro fundo.
-Isso é o que você quer? Uma vagabunda qualquer bata no seu marido por enquanto você assiste?
-Sabe muito bem onde vamos chegar com isso.
-Onde vamos? Quer me bater também?
-Deveria! -Justin me empurra de cima dele, fazendo com que meu corpo caia para fora da cama, acertando o chão em cheio. Sinto meu braço esquerdo doer, o jeito em que ele me empurrou não seria a pior coisa ate o momento em que Justin levanta e fica perto de mim, abaixa seu tronco e pega em meus cabelos forte, enrolando na sua mão esquerda.
Ele ergue para cima, solto um gemido de dor.
-Gosta disso? Quer ser humilhada também? É isso que você quer Viollet? –cada vez que puxava mais forte sentia meu corpo inteiro ficar rígido, Justin tinha em suas mãos um controle que alternava em puxar meus cabelos e me fazer esfregar meus seios no chão.
-Para de ser um frustrado machista, não basta no sexo, agora você precisa ficar com ódio das mulheres que tem o controle.
-Idiota . –ele murmura e solta meus cabelos, deixando meu corpo livre, saindo de perto. Olho de lado e o vejo voltar para cama com raiva, os lábios tortos e aquele olhar pacifico e ao mesmo tempo tenebroso. Bieber estava mais que com uma simples raiva, tudo aquilo tinha atingido o seu ego masculino.
Um homem como ele se diz ser, jamais passaria por aquilo e principalmente sem revidar. Os seus costumes chegavam a ser tão grotescos quanto suas manias, ele estava no século XIX por enquanto todos estão no XXI.
Estico a camisa preta que usava dele e volto a sentar na cama, do lado oposto de costas para ele. O jogo estava ali embaixo de nossos corpos, me inclino para baixo tentando me equilibrar com a mão esquerda por enquanto puxava a caixa com a direita.
Coloco em cima da cama e logo em seguida o vejo revirar os olhos.
-Vai querer continuar com essa merda?
-Você sugeriu, então, sim! Eu vou continuar com essa merda.
-Eu não vou.
-Jogo sozinha. –disse entredentes, abro a caixa e começo a distribuir cartas, arrumando o tabuleiro. Ele me observa silenciosamente, aumenta o volume da televisão e tenta ignorar como se não estivesse ali.
-Você sabe que isso é um jogo para dois. –abaixa o volume da televisão e insiste na minha desistência.
-Não sabia! –ironizei.
-Não vai jogar essa merda.
-Porque não?
-Se é para dois porque vai jogar sozinha? Quer foder com outros Viollet? Quer me mostrar o quanto esta disposta a foder com outras pessoas? –dessa vez consigo com quem ele desligue a televisão irritado, coloca o controle no criado-mudo e passa a mão entre os cabelos, sim! Ele esta mais que nervoso.
-Você quer que eu faça isso, quer me ver foder com outro. Para depois jogar na minha cara que sou uma vadia adultera.
-Vai dizer que não quer?
-Vai tocar no nome do Marshall agora? –sua fúria era visível, a respiração dele tinha aumentando o ritmo, seus olhos se estreitaram para mim como um aviso de que qualquer coisa que fosse fazer nesse momento iria acabar tendo consequências.
Ignoro Justin voltando para o jogo, pego os dados e os jogo em cima do tabuleiro. Numero 8
Oito casas e teria de ficar com quatro papeis, dois envelopes e dois cartões. Alias seria dois para cada mas ele estava fora agora.
O primeiro cartão dizia
“É HORA DO SHOW : surpreenda o seu parceiro com um show particular, use os brinquedos indicados e mostre o quanto você pode enlouquece-lo”
Coloco esse cartão virado para baixo com um sorriso no rosto. Estou jogando sozinha certo? Então seria a minha própria “parceira nesse quesito”
Precisava esta excitada para fazer isso e confesso que olhar para Justin com a testa vincada e aquele olhar ameaçador me deixava com meus sentidos mais baixos. Respiro fundo e me levanto da cama deixando os cartões perto do meu travesseiro. Puxo a porta do banheiro deixando ela encostada, sem chaves.
Sento na tampa da privada ligando a televisão que tem próximo a banheira, o controle estava em uma das gavetas. Ligo a televisão procurando um daqueles canais por assinatura onde estaria passando alguma coisa interessante, não tão superficiais. Mas o canal da playboy so me trariam loiras com peitos maiores que minha cabeça, isso não me excitava nem um pouco.
Deixo no canal, apenas para poder ver todas aquelas vagabundas sendo fodidas por enquanto procurava o meu consolo pink, escondido por trás de uma gaveta. Seguro o vibrador em minhas mãos e o deixo em cima da pia, não era logo assim de primeira, ao menos precisávamos das preliminares.
Escuto batidas na porta e ignoro, se ele quer entrar não precisa dessas formalidades.
-Sai dessa merda, preciso urinar. –ainda beirava toda ignorância do mundo, mas ai estava o ponto que eu poderia achar para me excitar. Coloco o vibrador por trás dos cremes escondendo ele com a toalha de rosto.
Corro ate a banheira, ligo as torneiras no jato mais forte para que ela encha mais rápido.
-Viollet! –gritou do outro lado.
-Cala a boca e entra de uma vez no banheiro, não sabe que essa merda esta aberta? –respondo na mesma medida da sua ignorância. Justin gira a maçaneta devagar e não entra como se estivesse apertado para mijar, muito pelo contrario! Primeiro ele coloca sua cabeça na porta olhando para cada canto do banheiro, como se estivesse procurando por algo.
Logo em seguida ele entra como se não quisesse nada, apenas estivesse ali só para garantir que não tinha ninguém.
Levanto da beira da banheira, ficando de costas para ele, puxo a blusa e fico apenas com minha calcinha. Não era uma das mais sexy que tinha, mas provavelmente qualquer homem olharia para minha bunda e no mínimo sentiria vontade de dar um belo tapa.
Só que a única coisa que escuto e a tampa da privada sendo levantada, não a tampa em si ele deixa o assento, pra molhar com sua maldita urina e me fazer ficar a ponto de arrancar os cabelos. Respiro fundo, volto a sentar na beira da banheira, esperando ela terminar de encher. Começo a colocar alguns sais e sem questionar a sua presença.
Por enquanto ele estava de costas, poderia admirar sua bunda a cada instante que me virara. Estava marcada, mas mesmo assim não deixava de ser tão sexy quando estava mijando. Na minha concepção era um tipo de adoração ao seu pau, ele segurava de uma maneira tão forte, como se pudesse pesar em suas mãos e ao mesmo tempo era cuidadoso, sim! Deus! Aquele pau era maravilhoso e a única coisa que estava fazendo era respingar urina no assento do vaso sanitário.
Escuto ele acabar, aquela pequena falha quando sua bexiga já estava quase vazia e não teria mais nada para sair. O vi dar uma pequena balançada e levantar sua cueca, arrumando suas bolas dentro daquele espaço pequeno que era uma cueca box.
Mudo meu foco, indo desligar a banheira. Justin agora lavava suas mãos, do seu jeito maníaco, como se tivesse que tirar todos os germes do mundo, ele era ridículo e ao mesmo tempo sexy.
-Porque esta vendo um canal de filmes pornô? Esta ficando viciada em se masturbar Vivie? –ainda de costas para mim, conseguia perceber que no seu rosto ele estava com aquele sorriso irônico.
Me inclino para frente tirando minha calcinha, deixando ela no chão. Entro na banheira quente, sem dar a mínima para o seu comentário. Tento relaxar meus músculos, deitando fazendo com que a agua cubra meu busto.
-O jogo pediu para ficar calada por enquanto assiste filmes pornô? –ele se cala e depois rir –Meu deus! Você vai usar isso de novo? –olho para o lado e vejo Justin com o vibrador nas suas mãos, pegando nele com um certo “nojo”. Seu olhar era desafiador e ao mesmo tempo incrédulo, talvez demorasse a acreditar que alguém como eu teria coragem de fazer isso com ele a pouco metros de distância.
-Você é ridículo.
-Esse foi o seu melhor insulto, desde nossa ultima briga. –Justin se aproxima de mim com o vibrador ainda nas mãos. Ele analisa bem o instrumento e depois solta uma risada abafada. –Como consegue se divertir com isso?
-O problema é meu!
-Meu pênis é bem maior que isso. –ele olha para baixo, checando sua masculinidade –Sinceramente, bem maior! –uma de suas mãos vai ate o elástico da cueca e entra dentro daquele espaço apertado. Deus! Porque ele estava fazendo isso comigo?
Meus seios estavam ficando rígidos, não sabia se era pela agua ou porque Bieber estava com seu pau para fora e meu consolo do lado, medindo, para ver se estava perdendo para um vibrador.
Passo minha língua entre meus lábios, faziam poucas horas que Bieber estava em minha boca e lembrar de como tinha sido, fazia meu corpo inteiro ficar rígido. Desci um pouco mais na banheira, esfrego minhas coxas, sentindo aquela fricção entre elas, ralando a virilha uma na outra.
-Isso é uma piada! –ele joga o vibrador de borracha dentro da banheira, a agua molha seus pés. –Mas, se prefere brincar com isso... Posso ficar 100% satisfeito em saber que não é questão de tamanho.
-Justin, por favor!
-Não vai brincar?
-Você vai ficar aqui?
-Gostaria de ver –cruza os braços, enchendo o peito de ar e depois suspira –Quero ver como você gasta seu tempo sem mim.
-Sai desse banheiro! Agora!
-O que foi? Esta com medo de me mostrar como se faz ou quer que eu pegue uma câmera e filme minha esposa cristã cometendo adultério com um vibrador menor que o meu pênis? –Justin queria entrar no jogo, essa era a grande sacada. O que estava acontecendo ali era uma pequena troca de interesses.
Estava cada vez mais estranho toda aquela situação! Por enquanto Bieber estava com a mão por cima da sua cueca mostrando para mim cada vez mais o seu pau. O vibrador estava comigo. O deixo na borda e começo a rir.
-Meus dedos são melhores, do que o vibrador adultero. –balanço a mão direita na frente dele, levantando dois dedos movendo-os para frente e para trás como faria em mim. O vejo estreitar os olhos e dar as costas para mim. Não para sair do banheiro, e sim para sentar no vaso e observar a cena.
-Então... além do vibrador, seus dedos...-o vejo calar quando percebe minhas coxas se movendo por baixo da agua, não era um banho com espuma e ele estava vendo o que faria ali embaixo. Bieber engole sua própria saliva, ficando com suas bochechas mais vermelhas que o normal. –Isso esta me desconcentrando.
-O que? –desço minha mão até o meio das pernas, passo os dedos por cima da minha vagina devagar, acariciando. Abro as pernas, deixando os joelhos dobrados para cima, fora da agua. Com a outra mão, seguro meu seio esquerdo, apertando ate deixar meus lábios entreabertos.
Justin levanta e pega o controle da televisão, desligando.
-Isso! –o controle cai de suas mãos –Isso estava tirando minha atenção.
Levanto a perna direita deixando para fora da banheira, inclinada. A pressão da agua com meus dedos na minha vagina estava fazendo cada vez mais meu clitóris inchar. Mas o motivo maior era o rosto de Justin, sua indignação como se aquilo fosse uma das maiores blasfêmias na sua frente.
-Você quer foder forte?
-Quero. –ele murmura
-Estou falando comigo! Me desculpe, senhor. –ironizo, fazendo movimentos circulares em meu clitóris, começo a deixar ainda pior a situação. Deslizo para dentro da minha vagina, um dedo, solto um gemido abafado erguendo meus quadris contra o dedo. Curvo-o lá dentro, sentindo minha vagina quente, tão quente quanto a temperatura que subia em seu corpo.
Fecho meus olhos passando a língua entre os lábios.
-Posso ajudar?
-Com o quer? -falo em um gemido, abro os olhos e vejo Bieber impaciente com as mãos inquietas em cima da sua cueca. –O que você poderia dizer para mim? “Vivie, estou atrasado para uma reunião”.
-Não!
-Oh! –gemo, aumentando o ritmo do meu dedo, agora eram dois, dois é a combinação perfeita. –Não! Não Vivie, isso é coisa de puta.
A agua estava inquieta com o movimento da minha mão, enfiando os dedos com força e rapidez. Sinto minhas pernas pedirem por descanso, estava em agonia, tinha começando mas não poderia parar, meu clitóris estava mais que inchado, caso não gozasse seria como explodi-lo.
Justin levanta do vaso e se aproxima, praticamente caindo em seus joelhos ao meu lado na banheira. Ele enfia uma das suas mãos dentro da agua e puxa meu braço, me fazendo parar com aquilo.
-Levanta –fala de olhos fechados.
-O que?
-Levanta –ele analisa a situação e depois balança a cabeça negativamente. –Não! fique de quatro.
-Justin eu estou...
-Meu saco vai explodir se você não ficar de quatro dentro dessa porra de banheira, faça isso.
-Se eu não fize...- foi rápido demais para conseguir terminar uma frase, Bieber passa as mãos ao redor da minha cintura colocando toda a sua força para me virar e ficar de quatro para ele. Não tinha sido como o seu plano, ele acabou caindo dentro da banheira por cima de mim.
Tento me livrar do seu peso por cima do meu corpo, a única coisa que ele faz e se afastar para o outro lado, Justin deixa uma de suas mãos no meu tornozelo, seus dedos fazem uma pressão, solto um gemido baixo tentando me livrar dele.
-Bieber, isso é o que você quer?
-Eu quero que você fique de quatro para mim. –sua voz ainda saia como a de um general, ele queria a todo custo que ficasse de quatro para ele naquelas circunstancias. Fico de joelhos dentro da banheira e ele solta meu tornozelo, viro de costas lentamente. Olho para trás e vejo tirar sua blusa. Deus! O que ele iria fazer?
Me inclino para frente deixando minhas mãos na borda da banheira, estava quase de “quatro” para ele. A agua começa a ficar agitada, olho para trás e o vejo enrolar na mão um lado da sua camisa molhada.
-Eu disse de quatro, Viollet. –sua voz me fez passar um temor pela minha espinha, foi aterrorizador e ao mesmo tempo me deixava carregada de uma sensação estranha, nova, naquela situação. Era como se ainda estivéssemos na Dominatrix. Fico de quatro dentro da banheira, meus seios estão praticamente embaixo da agua.
Meu corpo vai para frente com a força colocada no tapa que acabava de receber, olho para tráas e o vejo concentrado, olhando fixamente para minha bunda. Ergo meus quadris um pouco mais, deslizando nas suas mãos. Recebo outro tapa e dessa vez arde como se acabasse de jogar sal em feridas expostas.
Bieber bate mais uma vez, meus olhos começam a lacrimejar. Ele nunca tinha batido assim tão forte alguma vez. Seguro o gemido no fundo da garganta assim como o choro. Por alguns segundos não sinto as laterais da minha bunda, Justin tinha as deixado dormente. Meu corpo é puxado mais para baixo, isso me faz cair com o rosto dentro da banheira. Levanto rápido tentando me recuperar do susto.
-Eu não pedi isso –olho para Justin, que agora esta completamente nu dentro da banheira, poderia ver seu pênis. Tão ereto como pedra, ele mantinha aquela expressão raivosa de antes. Pelo reflexo do espelho minha bunda estava mais que vermelha, o tapa que ele havia me dado, fez um hematoma no formato dos seus dedos. –Fique de quatro, Viollet! –disse entredentes.
-Porque? Me ver de quatro o deixa excitado porque estou embaixo? -contesto –Ter uma mulher no controle agrediu tanto assim a sua masculinidade? –o desafio com os olhos, Justin estava mais que furioso agora, do mesmo jeito que o deixei no quarto. Coloco meu pé esquerdo em cima do seu peitoral, apertando com força.
-Isso não tem graça.
-Me bater tem? Claro que tem! Eu gosto! –vou descendo com o pé ate o seu abdômen acariciando devagar, deixando Bieber tenso.
-Fica de quatro agora ou vou deixar você sem andar por dois dias.
-Faria isso? –ele segura meu pé com força, quase me fazendo perder o equilíbrio. Bieber me encara desafiador e solta aquele risinho sorrateiro. Era mais que uma ameaça para mim, ele estava prestes a me puxar para baixo e isso me custaria no mínimo uma torção no tornozelo. Espero ele me soltar aos poucos para me abaixar mais uma vez, fico de quatro para ele esperando por mais um de deus tapas.
Suas mãos vão na minha cintura, fazendo um pequeno contorno descendo pelos quadris, escorregando lentamente seus dedos fazendo pressão em minha pele. Justin estava apenas amando suas marcas em meu corpo, por enquanto cada maldito pelo dele estava ouriçado, e aquela bendita corrente elétrica pela minha coluna passava a ser cada vez mais forte.
Seus dedos invadem a parte interna da minha bunda, passando devagar pelo meu anus. Isso me faz soltar um pequeno gemido, então ele desliza para baixo, indo ate o meio das minhas pernas, onde sua mão direita se encaixa bem na minha vagina, ele usa três dedos naquela região, dois estavam separando os lábios maiores da minha vagina e o outro, ele esfregava devagar na minha entrada. sua mão livre permanece em minha bunda. Seus lábios encostam do lado esquerdo da mesma, sinto deus dentes arranharem minha pele.
A língua áspera desce ate o meio da minha bunda, nesse momento meu corpo parecia que iria explodir. Um dos seus dedos invadem minha vagina, lentamente, entrando e saindo devagar, o sinto vibrar por dentro quando um gemido sai dos meus lábios. Sua língua esta na minha entrada fazendo uma pequena pressão onde mal me dava espaço para respirar. Os dedos entram e saem devagar, acompanhando o ritmo da sua língua na minha bunda.
Bieber chupa aquela parte com cuidado, deixando meus joelhos moles, mal conseguiria me levantar ou não caia dentro da banheira porque suas mãos me seguravam. Dessa vez engolia tudo calada, cada gemido, cada arfada, tentava esconder de Bieber. Suspendo meu corpo um pouco para cima, meu clitóris estava surrado pela ponta dos seus dedos, era coo se precisasse de Bieber dentro de mim agora.
Seguro na borda da banheira, tentando subir meu corpo, recuar. Era impossível.
-Por favor! –solto um gemido alto –Isso vai me matar!
Ele substitui sua língua, por um dedo dentro da minha bunda, sinto seu dedo sendo pressionado pelo meu anus. Olho para trás e o vejo morde os lábios, Bieber se preparava para foder meu cu.
-Gosta disso, Vivie? –pergunta irônico, entrando e saindo da minha bunda.
-Não! –ele coloca mais um dedo.
-Olha pra mim, quando eu estiver dentro de você.
-Bieber... –seus dedos saem de dentro de mim, isso e como se pudesse ter ficado vazia, como se me faltasse alguma coisa. E esse sentimento estava sendo substituído, pelo seu pau.
A glande subia e descia pela minha bunda, ele gosta de brincar comigo, subindo e depois descendo e pressionando na entrada da minha vagina.
-Gosta disso, Vivie? Gosta quando estou prestes a foder seu cu? –posiciona o seu pau na minha entrada, empurrando devagar. Aquele ardor começa a tomar conta do meu corpo, não estava excitada o suficiente para aguentar seu pau dentro da minha bunda. Não o respondo, apenas aperto meus dedos no fundo da banheira, tentando reprimir a dor que começava a tomar conta do meu corpo.
Seu pênis vai entrando aos poucos, como se pudesse me rasgar por inteira, parti-me ao meio. Cada centímetro dentro estava sendo engolido pelo meu cu, que pulsava mastigando seu pau. Olho para trás e vejo Justin concentrado naquela cena, seus olhos não saiam da minha bunda. Ele queria ver cada pedacinho do seu pau entrando lentamente, apertando seu pênis.
Tiro esse momento dele, empurrando minha bunda de vez, tendo o seu pau lá dentro rapidamente. A dor estava sumindo com os poucos segundos que ele estava lá, a única coisa que me restava era o ardor intenso. Bieber, encontra-se imóvel, sem fazer nada.
-Gosta disso, Bieber? –pergunto irônica. Rebolando devagar –Gosta quando faço isso? –pulsar o anus era fácil, tao fácil quanto ele ter de admitir que isso o faria gozar em minutos.
-Esta me provocando?
-Estou fazendo uma pergunta! -ele se move devagar, quase tira todo seu pau de dentro, e depois entra com força jogando meu corpo para frente.
-Eu vou te mostrar a resposta. –aquele vai e vem, feito pelas sua força dentro de mim faziam com que meu corpo inteiro ficasse em chamas. Bieber me fode forte, colocando um dos seus dedos em meu clitóris. Cada entocada que dava, massageava minha vagina, vazia com que meus olhos revirassem a cada segundo.
Aquele lugar estava apertado demais, quente demais, e agora não era o suficiente.
Bieber continua me fodendo, onde nenhuma vez em nossas vidas ele havia feito. Era como se tudo aquilo fosse apenas minha imaginação. Ele não foderia meu cu daquela maneira devastadora e sem ao menos encher a minha bunda de óleos lubrificantes. Mas ali estava ele, perdido dentro da minha bunda, saindo e voltando, soltando gemidos fortes, descontrolado como se nunca tivesse fodido uma mulher em toda sua vida.
Meu corpo estava por baixo, sentindo tudo o que ele tinha para dar. A raiva foi substituída por cada milímetro de prazer, estava sendo preenchida cada momento. Chegava a ser inacreditável Bieber esta dentro de mim sem nenhuma de suas frescuras diárias.
Ele goza dentro da minha bunda, dando mais algumas entocadas leves tentando enfiar cada vez mais. O seu esperma estava lá, não tinha como sair naquele momento, seu pau não dava nenhum espaço, sentia minhas mãos doerem por ficar tanto tempo naquela posição, mas nada disso me impedia de continuar nela.
Assim que ele tira o pau de dentro de mim, o esperma escorre rápido descendo ate a vagina, molhando ate mesmo minhas coxas. Bieber bombardeou dentro da minha bunda sem ao menos pedir permissão para gozar dentro dela.
Fico apenas de joelhos tentando esticar meus braços para cima, estava dolorido.
Sua mão esquerda acaricia minha cintura, espremendo os dedos na minha pele.
-Não precisamos jogar uma merda dessas! Somos felizes, somos sexualmente bem resolvidos e tenho certeza que você esta gostando disso. –Bieber levanta da banheira indo na direção da ducha, era obvio que ele não continuaria ali naquela banheira onde tinha gozado, seu toc por limpeza faria com que ele surtasse mesmo se eu pedisse uma segunda vez.
-Estamos resolvendo nossos problemas sexuais por causa desse jogo.
-Me arrependo de ter feito você joga-lo. Sei o quanto fica neurótica com esse tipo de coisa, não deveria ter feito isso.
-Você acabou de comer minha bunda e agora esta falando que não deveríamos continuar? O que você quer?
-Já te dei pau, já te levei em uma dominatrix... isso é o suficiente para uma mulher casada. –ele sai da ducha molhando todo o piso do banheiro –Ate o momento em que você estiver com uma aliança no dedo, so vai fazer o que eu quiser, essas são as regras de um casamento. O marido manda e a mulher obedece.
-Não acredito que você esta me falando uma coisa como essas! –levanto daquele lugar, puxo o tampão para a agua escorrer e me sento na beira da banheira sem entender completamente o que aquele homem queria dizer com aquilo. Bieber realmente queria bancar o machista pra cima de mim?
-Você para com esse jogo ou temos que reavaliar nosso casamento. Uma relação não se baseia em sexo e muito menos quantas vezes vejo você nua.
-Eu não consigo acreditar nisso.
-A opção é sua Vivie. Finalize esse jogo ou vamos ter que conversar com alguém sobre nossa relação. –quando ele falava isso já sabia a merda que seria. Bieber nos levaria para sua ilustre mamãe e falar o que estava acontecendo em pleno domingo, onde estaria lavando a louça para a velha depois do jantar. Já imaginava a cena patética que seria “mamãe, minha esposa quer jogar um jogo sexual comigo” a cara de Pattie seria a primeira coisa a me fazer ruborizar “Vivie esta dizendo que nosso relacionamento esta frio” e seguidamente aquela mulher iria olhar para mim e falaria seu discurso de esposa ideal, que consistiria em dizer “meu filho foi criado para ser um homem educado, de família e não um ator pornô, se não estiver satisfeita peça o divorcio”.
Tudo isso era um absurdo, sua sugestão de ajuda seria tão constrangedora quanto a de uma criança perguntando ao pai o que é “ponheta”
Bieber me deixa no banheiro mas leva embora com ele aquele vibrador, jogando o mesmo no lixo.
-Essas merdas vão ser jogadas fora, se Lauren perguntar invente alguma desculpa. Já fomos longe demais. –sua voz ao fundo me faz despertar da minha intriga mental. Ele não tinha nem me deixado recuperar logo após uma gozada e já tinha começado outro conflito interno do seu machismo ridículo.
A única coisa que faço e tomar um banho, um bom banho demorado para sumir daquele quarto e não ter motivos para aparecer no noticiário da manhã como a louca que matou o marido enquanto dormia.
Pego minhas coisas em silencio, ele me observa por enquanto circulo com uma toalha enrolada no corpo. Bieber já estava com aquele maldito notebook nas pernas queimando a porra do saco fazendo projetos para ficar cada vez mais rico, soberbo e medíocre.
Deixo ele para trás e vou para o quarto de hospedes, não iria deitar na mesma cama que um homem com um pensamento ridículo sobre um relacionamento.
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