Capitulo 8 - Drunk
POV JUSTIN BIEBER
Praticamente era impossível acreditar no que tinha acontecido. Ela não faria uma coisa dessas em juízo perfeito! Viollet nunca se prestaria a um papel ridículo como esse!
Mas eu mordi minha língua, lá estava ela como nunca esteve antes e isso me deixa de alguma maneira ... Desconfortável! É inadmissível que sua mulher vá até seu trabalho, praticamente nua, o seduza e deixe-o para trás como se fosse um qualquer. Viollet não deveria ter feito isso.
Como iria me explicar agora com todos os meus funcionários? A maioria deles me viu com as calças baixas correndo atrás de uma mulher como se fosse um cãozinho. Que merda estava fazendo agora? Me reunindo com o meu melhor funcionário para tentar me explicar, mas porque? Eu domino essa empresa e agora me sinto como se fosse o mero faxineiro que havia sido pego roubando.
Mas eu me pergunto outra vez, que diabos Viollet fazia aqui?
O que merda ela queria comigo naquele momento? Me enlouquecer como as outras, me pedir dinheiro ou até mesmo apenas para mostrar o quanto poderia me deixar submisso.
Não! Isso nunca irá acontece. Viollet é uma mulher fraca de bons costumes, ela não saberia que aceito propina de político em obra superfaturada mesmo se achasse toda documentação. Eu juro por Deus que ela não enxergaria uma vadia ao meu lado como sua rival e sim como alguma "colega de trabalho que por engano está comigo"
Não que minha mulher seja alguma retardada, mas ela sabe o marido que tem. Sabe o quanto abomino essas coisas e uma delas acabara de acontecer dentro do meu escritório e eu não pude me defender daquilo tudo.
Ela veio como um furacão, eu nunca tinha visto aquela mulher assim. Foi a coisa mais ousada em toda nossa vida, quando eu estava uma pilha, com medo de que aquela magrela irritante jogasse nos seus ouvidos o que tinha acontecido hoje mais cedo. Qual desculpa iria usar... Então ela me aparece assim!
Ao menos tinha certeza de que não seria o infiel! Hoje não cairia pelos meus atos e sim pelos dela.
Viollet sabe o quanto a mantinha preservada de tudo isso, não quero que a minha esposa seja uma vadia, que ela seja ridicularizada pelas suas atitudes. Vadias eu posso ter na rua mas esposa, só posso ter em casa. E com certeza Vivie é aquela que morrerei ao seu lado sendo um bom e fiel marido.
Meu celular tocava por enquanto o taxi estava estacionando em frente a minha casa. Era Diane, e suas ligações estavam me causando alguns problemas ultimamente.
Não iria me safar se Viollet atendesse e ouvisse essa doce voz me chamando de "amorzinho" a cada frase que fala. Não tinha como sustentar uma história de que Diane era uma funcionária de 49 anos.
Pra falar a verdade essa garota estava consumindo minha energia faz meses, mal dormia só em pensar naquela vadia. Ela fazia tudo para me manter naquele relacionamento proibido, e eu gostava dos seus joguinhos públicos e seu péssimo gosto para motéis.
Lauren chegou a ver Diane, isso e o que me assombra nesse exato momento.
Depois de quatro minutos rejeitando suas ligações, desligo o celular e pago o taxista impaciente. Ao menos deixo uma boa gorjeta para o infeliz.
O carro de Vivie estava em casa, as palavras em minha cabeça já estavam mais que ensaiadas.
A porta apenas encostada, o barulho do som que tocava algum r&b qualquer. Deus! O que essa mulher pensa que está fazendo?
Ao menos o cheiro que vinha da cozinha era bom. E lá estava ela fazendo o que eu havia mandado.
Vivie esta de costas para entrada, ela faz alguma coisa na pia. Me aproximo do balcão e vejo suas costas nuas, sento no banco e pego o controle do som.
Ela nem percebe que eu estou aqui, pega uma taça ao seu lado, bebe e depois volta a cortar alguma coisa.
O que era mais intrigante e ver minha esposa cozinhar para mim com uma calcinha minúscula. Apenas isso!
O que ela está tentando fazer? Me constranger novamente ou acabar de vez com minhas energias?
Me inclino um pouco no balcão para ver desde seus pés até à cabeça. Tinha esquecido o quanto a bunda da minha mulher era extremamente deliciosa, mesmo depois de um sexo anal há duas semanas atrás, minha cabeça já tinha bloqueado Viollet daquela forma, agora ela me faz lembrar o quão deliciosa é.
Desligo o som, isso faz com que ela levante a cabeça e deixe a faca de lado. Suas mãos vão diretamente nos cabelos soltando eles e depois ela procura a taça, toma toda a bebida que tinha nela e respira fundo.
Chegava a ser hilário assistir Viollet daquela forma, isso explicava o quanto ela estava confiante. A bebida! E a única coisa que faz Viollet ter um pouco de coragem.
Quando ela vira na minha direção, praticamente tem um surto. Suas mãos vão até a pia procurando a faca, quando mal conseguia se manter de pé.
-Meu deus! Que merda faz aqui? -o pânico nos seus olhos era mais que hilário. Isso é quando minha mulher tenta ser sexy?
Por favor! Deixem isso fora dela, estava sendo pior do que imaginei.
-O que significa isso?
-Você pediu para que eu fizesse o jantar. -Vivie se recompõe, usa seu tom sexy para chegar do outro lado do balcão.
-Desde quando você cozinha sem roupa? Aliás, desde quando você bebe bem no meio da semana? Enlouqueceu?
-Hoje é quarta, amor. Tenho que começar a me embriagar para poder sentir alguma coisa nas suas fodinhas cansadas ou nas desculpas cabíveis que pode pensar.
Realmente tinha esquecido que dia era hoje! Não que tivesse um único dia para transar. Mas na quarta era o único dia que Diane não tomava minhas energias em atividades extra curriculares. Mas justamente hoje, ela tinha tomado meu tempo, Viollet tinha bancado a meretriz e foi infernizar minha vida no escritório.
Isso seria uma boa desculpa!
-Acha que vamos transar hoje? -arregaço as mangas da minha camisa para cima -Depois do que me fez passar? Acha que vou deitar com você?
-Não faz mais que sua obrigação.
-Minha obrigação? Sou obrigado a transar com você, quando você quer? Sexo so funciona quando os dois querem e nesse momento a única coisa que sinto por você é pena.
-Eu deveria dizer o mesmo para você. -dá de ombros e volta a pegar outra garrafa na geladeira, contando com as do balcão ela já tinha bebido mais de três garrafas de vinho. Viollet esta bêbada.
-Porque teria pena de mim? Não fui eu que paguei papel de ridículo hoje pela tarde.
-E nem fui eu que implorei "Vivie volta por favor" "estou tão excitado que mal consigo pensar". Isso me admira Bieber, você conseguir se excitar com sua esposa. Tarefa difícil!
Isso já estava indo longe demais, levando do banco e fico na sua frente, ela recua alguns passos, mas não tem para onde correr a pia impedia de que ela saísse daqui.
-Vamos parar com essa brincadeirinha. Não quero você com esse tipo de roupa indo até meu trabalho para bancar uma puta. Se eu quisesse uma puta lá eu teria casado com uma!
-Você é um bosta mesmo não é?!
-E outra, pare de beber durante a semana. Acha que se tomar todos os porres da vida, vai te fazer uma mulher mais sexy? Não! Isso nunca fez. Eu gosto da minha esposa com ela sempre foi, sem precisar desse tipo de coisa.
-Gosta?
-Sim! Eu amo minha esposa, por ela ser a mulher mais elegante que já vi, você tem classe e não precisa se rebaixar dessa maneira. Volte para o quarto, vista um dos seus vestidos e sirva o meu jantar. Estou cansado e com fome.
Deposito um beijo na sua bochecha e dou as costas para ela. Escuto ela bufar, isso tinha dado certo. Ela voltaria a ser quem era e eu poderia ficar aliviado por não ter que me esgotar depois de hoje.
A verdade é que ela é a futura mãe dos meus filhos, não uma vadia que posso comer em qualquer lugar. Nenhum homem iria por uma mulher assim dentro de casa. Mas confesso que Viollet daquela maneira tinha arrancado todas as minhas expectativas e colocado outras novas.
Agora me vinha a cabeça do que me esperava no quarto, além da mulher semi nua fazendo meu jantar.
Subo, tirando minha gravata, minhas pernas não eram as mesmas para subir tantos degraus assim.
Para se redimir, bem que Viollet poderia me trazer o jantar na cama.
Entro no quarto e vejo na minha cama um cachorro dormindo, a luz baixa é aquele cheiro de vela aromatizada.
Eu admiro todo o esforço dela, eu realmente admiro.
Tiro meus sapatos, calça e me junto ao pobre cachorro que parecia cansado. O animal se levanta da cama sonolento e se aproxima de mim.
-Foi cansativo para você amigão? -esfrego a mão na cabeça dele -Para mim está sendo exaustivo.
-Bieber! -o berro dela me fez tomar um susto. Santo deus! O que ela queria?
Onde estava os modos daquela mulher?
Volto para o corredor do andar de cima e da grade vejo Viollet na sala, com as mãos na cintura e ainda de calcinha.
-O que está fazendo aí vestida desse jeito? Eu já não mandei você...
-Cala sua maldita boca e me escuta.
-Não estou afim de ouvir suas paranóias...
-Você é o pior filho da puta que já conheci, quer saber Bieber? Vai se foder. Eu não preciso disso e nem de você para alguma coisa.
Era hilário vê-lá irritada.
-Caiu na real de que você não precisa parecer uma vadia? Meus parabéns amor! Porque não trás meu jantar aqui em cima e vamos ... Assistir um dos seus filmes favoritos essa noite.
-Sabe o que eu vou fazer? -ela ironiza -Acha que vou ser sua empregada essa noite? Está enganado meu caro.
Viollet fala isso em um tom de ameaça, subindo as escadas. Ela não me parecia nem um pouco bêbada. Sua expressão era daquela vadia que tinha entrado no meu escritório.
-Por favor, pare!
-Estou perto de não aguentar mais nenhuma das suas manias, sabe o quanto você é ridículo? Sabe o quanto não suporto mais ouvir você me dando ordens?
-Viollet, cuidado com o que fala.
-Vai se foder. -ela dá um sorrisinho de canto e passa por mim, entra no quarto e fecha a porta. Era o que me faltava ficar sem minha cama.
Começo a bater na porta freneticamente, ela não poderia fazer isso. Já estava sendo ridículo o que tentava fazer e agora dá uma de mulherzinha irritada não iria colar.
-Viollet, abre essa porta! -estava quase arrombando aquela merda, nenhum sinal de vida ela dava, apenas os latidos do cachorro.
Decidi ignorar o que se quer ela estava fazendo, estou com fome e não vou aturar aquilo.
Desço as escadas e vejo na sala de jantar a bela mesa posta, para um jantar à dois, velas acesas, vinho.
Vou até a cozinha e vejo o jantar pronto, uma das minhas comidas favoritas. Seria uma pena não desfrutar de tudo isso falando para Vivie o quanto gostava da sua comida.
Mas se ela prefere bancar a piranha, tudo bem. Contanto que isso não saísse de dentro daquele quarto.
Faço o meu prato sem sequer saber como corta o frango sem estraçalhar ele em pedaços, já que era ela quem fazia tudo.
Aquele cheiro não era da sua comida e muito menos de qualquer outra coisa. Deixo o prato de lado e presto atenção nos passos fortes pelo piso da casa.
Viollet encontrava-se com um vestido mais curto que já vi, usava outras meias e bem piores que as da tarde. Não era minha esposa que estava ali, juro por Deus!
Ela mantinha aquela expressão no rosto, como se pudesse me desafiar, o decote deixava seu busto exposto, a maquiagem ainda estava lá agora com um batom vermelho.
-Eu não preciso de você.
-Onde você vai?
-Não interessa! Aliás, homens que nem você não entram. -Vivie sai pela porta principal batendo. Não demora muito pra sair arrancando com o carro de lá.
No máximo ela iria na casa de Lauren, que para mim não seria um problema. Já que Robin acalmaria os ânimos daquela vadia.
A coisa mais fácil será encontrar Viollet, o gps do carro estava ligado, ela não iria muito longe. E até que ser divertido vê isso.
Volto para cozinha, termino de fazer o meu prato e subi para o quarto.
A curiosidade mal me deixa dar três garfadas na comida, a tentação é saber para onde ela iria. Porra, o que ela vestia!
A imagem dela na porta de casa, com um vestido apertado espremendo suas coxas uma na outra, aquela bunda enorme querendo sair para fora. O que merda estou fazendo? Porque deixei ela sair de casa?!
Ligo para Robin, espero ele atender e a única voz que escuto e da mulher dele.
-Traidor! Esta querendo o quê com o meu marido?
-Minha mulher está com você?
-Qual delas?
-Eu só tenho uma mulher!
-É mesmo?
-Pode parar com a graça e me falar se ela está com você?
-Se estivesse aqui, acha que eu estaria conversando com você?
-Robin, onde está?
-Bieber, procura o que fazer e deixa eu e meu marido em paz! Porque em vez de transar com outras putinhas, não abre as pernas da sua mulher? Tenho certeza de que Viollet é bem melhor que qualquer uma delas. E sabe porque eu digo isso? Porque já provei!
Ela desliga na minha cara sem me deixar dar uma resposta plausível. Era inútil conversar com ela depois de hoje. Minha única solução era olhar o gps é saber se ela estava mentindo ou não!
Tento equilibrar o prato em uma mão e o note na outra, até chegar na escrivaninha.
Ela não pode ir muito longe.
POV VIOLLET
Bieber chegava a ser o motivo do meu descontrole. Mas nada me motivou a sair do que eu mesma! Porque ficaria em casa com um homem que só veria minhas qualidades de uma boa dona de casa.
Porque ele queria uma empregada e não uma mulher!
Bieber tentou me colocar para baixo como se eu fosse seguir suas ordens, como sempre! Mas dessa vez, não!
Eu tenho qualquer homem aos meus pés, principalmente ele. A única coisa que ele não queria era ter que admitir o quanto precisava de mim.
A quem quero enganar! Ele tem outra e eu estou agindo como uma maluca, o que deveria ter feito era ter ficado em casa, chorando, fingindo que estava tudo bem.
Só que minha única vontade está sendo me libertar, essa era a palavra para o que sentia agora. Cada segundo, meu corpo, minha mente... A única coisa que eu preciso agora é me libertar desse inferno.
Claro que não seria sozinha, eu teria companhia é uma das melhores.
Tania e Rachel me esperavam na porta de um bar, não era o nosso destino mas tudo iria começar ali.
Estaciono do outro lado da rua com um sorriso inseguro no rosto, aliás, aquelas duas trabalhavam comigo e não eram tão próximas como Lauren. Elas não precisavam saber que meu casamento já estava quase virando um divórcio.
Minha sorte foi em receber o convite delas horas antes de tudo acontecer, eu obviamente não iria. Mas aqui estou! Como uma pobre mulher solteira procurando uma companhia até a manhã.
-Viollet! Estou com saudades! -Tânia me abraça forte, já Rachel me cumprimenta dando apenas a mão. Ela tinha um lance com Marshall e sabia que ele tinha uma queda por mim e mais quinze funcionárias.
-A preferida do chefe! Se ele pudesse ver você agora, imagino o que diria.
-Não queira nem imaginar.
-O que vamos fazer? Ainda não entendi toda a programação. -falo um pouco alto devido ao som que tocava no local.
-Como e a sua primeira vez, vamos pegar leve. Primeiro tomamos uns drinks aqui e depois vamos pro Magic kids.
-Magic kids? Estamos saindo para beber ou para cuidar de crianças? -as duas se entreolharam e começaram a rir.
-Você verá, aposto que vá gostar! -uma das coisas mais intrigantes era saber que as duas são solteiras. Tania já tem quase trinta e Rachel tem 27 anos há quase 3 aniversários! E todas elas eram solteiras, não que fosse impossível arrumar um marido naquela idade. Mas onde estavam as expectativas de vida? Elas não queriam ter algo que pudessem se orgulhar ou alguém onde poderiam recorrer quando a situação apertasse?
Tania mora com a mãe e isso era mais que um absurdo para mim!
Talvez elas fossem o espelho de ser independente, sem precisar de homem ditando regras, sem nenhuma restrição. Vivendo como duas adolescentes pela noite e serem excelentes profissionais durante o dia.
Meu erro e achar que tudo gira em torno do Bieber, mas olha só! Elas são felizes e não precisam está se martirizando e se escondendo como eu! Não precisam forçar nenhum homem a desejá-las.
-Viollet? -Raquel está estalando os dedos na minha frente, por enquanto brinco com o canudo nos lábios. E lá estava eu, deslocada por pensar demais.
-Uh? O que foi?
-Olha a sua esquerda. -ela dá um sorriso sínico como se estivesse flertando com alguém. Rapidamente olho e vejo um homem, um belo de um homem!
Ele abre um vasto sorriso, fazendo-a a covinhas da sua bochecha esquerda aparecerem. Sua mão ergue a bebida por enquanto ele pisca para mim.
-Não era pra olhar assim, tinha que ter dado uma disfarçada.
-Você me mandou olhar.
-Esqueceu que Viollet é casada? É mais que óbvio que ela não está pouco se fodendo pra um cara como aqueles, já viu o Sr. Bieber?
-Grande merda. -reviro os olhos -Bieber não se passa de um imbecil.
-E aqui estamos nós! -Raquel dá um gole no seu drink. Ela cruza as pernas e arruma a postura.
Sinto uma mão forte tocar em minha cintura. Todo o meu corpo paralisa nesse instante, o toque e suave, mas a mão não deixava de ser pesada. Me viro e vejo que é aquele homem da outra mesa.
Ele puxa uma das cadeiras ao meu lado e apoia os cotovelos na mesa, segurando seu copo com as duas mãos, dando um sorriso.
-Faz exatamente quarenta minutos que não tiro os olhos das suas pernas. -sua voz era aveludada, como se a qualquer instante ele fosse gemer nos meus ouvidos como um ator pôrno.
Olho para minhas coxas e vejo que meu vestido já não as cobria completamente.
-Só as pernas que você não consegue tirar os olhos?
Ele recua, não sabia que poderia jogar no ataque também.
-Digamos... -o estranho coça o queixo -Seus lábios. São tão deliciosos o quanto parece?
-Eu não sei! Nunca consegui me beijar. Mas deve ser maravilhoso igualmente que é focar nas minhas pernas. -as duas me observavam embasbacadas com as respostas. Tania bebia seu drink como se fosse uma limonada, seus olhos mal piscavam para não perder nenhum segundo que passava.
-Eu sou Nate, sou um diretor de filmes. Estou a procura do amor da minha vida.
-Sou Viollet, e infelizmente já conheci o amor da minha vida.
-Essa aliança no seu dedo deixa tudo tão excitante. -não sabia o porque ainda estava mantendo aquela conversa, mas ao menos um outro homem olhar para mim daquela forma, me deixava mais que feliz.
Então nada de errado comigo! Continuo atraente e se Bieber não reconhecia isso... foda-se!
-Minha amiga gostou de você, o que acha de conversarem a sós?
-Nada contra as outras beldades, mas eu prefiro você.
-Deixaremos para a próxima então! -levanto do banco -Quem sabe numa próxima vez. -dou um sorriso sem graça para ele e chamo Tania para ir ao banheiro comigo.
O local era simples, um show bar escuro, garçonetes mais jovens que os clientes e todos aqueles homens bem vestido olhando para a pessoa como se fosse uma presa fácil.
Sentir cada olhar sob mim, fazia meu ego crescer a cada instante. Antes estava com a cabeça baixa e agora estou de cabeça erguida, encarando cada um que fazia a sua melhor proposta com um sorriso.
Entro no banheiro com aquela sensação boa. Meu celular estava vibrando por mais de dez minutos. Tiro ele da bolsa e vejo o nome do santo homem.
Não era dessa vez que ele iria me ter. Ignoro suas ligações e suas mensagens. Estava ali para retocar meu batom e garantir que meu cabelo estivesse magnífico.
-Para uma mulher casada, você até que é esperta.
-Homens são todos iguais, quanto mais damos confiança mais eles se enforcam com ela. -a mulher para de passar o gloss e se encosta na pia.
-Isso vindo de uma mulher como você é difícil de acreditar.
-Porque?
-Marshall tenta de qualquer maneira levar você pra cama. Por experiência própria, isso é uma coisa difícil de resistir.
-E quem disse que eu resisto? -pisco para ela, dando a entender de que já tinha acontecido algo com ele. Boatos correm rápido, não preciso deitar com Marshall para que todos saibam.
Voltamos para o bar e nenhuma de nossas bebidas foram pagas, a maioria dos caras se ofereceram a pagar por enquanto tentavam desenfreadamente nossos contatos.
Inclusive o tal Nate! o infeliz não saiu do meu pé até que eu desse meu e-mail.
Não era assim que Bieber agia? Distribuía um e-mail para receber fotos de mulheres nuas e conversas picantes? Qual era o problema se eu recebesse? Direitos iguais para os sexos! É isso que nós mulheres estamos lutando.
Aquele lugar era bom, mas não tão agitado como outros que as duas citavam. Saímos de lá no meu carro, minha vista já não estava uma das melhores e me sentia mais que viva.
Meu corpo estava tão quente que poderia tirar meu vestido e me jogar em um lago, ele ainda ia permanecer quente.
O tal magic kids era uma boate! Nada de surpreender, foi como entrar em uma boate onde só tocava rap.
Aquele local era nada formidável, tinham mais mulheres que homens e se tinham homens eles eram gays. Olho no canto do bar e vejo quatro de cuecas minúsculas mostrando seu corpo, minhas pernas tremeram.
Juro por Deus! Eu não sentia minhas pernas.
O palco estava la e tinha um poste, eu não acreditei que estava numa boate de stripper. Fico parada por enquanto as duas dançam com um dos caras que estava no bar.
Uma dança sensual, as mãos dele passavam no corpo de cada uma por enquanto elas mantinham toda a situação. Lábios encostavam mas não rolava o beijo, suas mãos subiam e desciam pelo corpo dele.
Era quase sexo explícito!
Minha atenção foi tirada no instante que a música parou. Uma gritaria começou até a mulher subir ao palco. Ela vestia um terninho, botas e tinha um chicote na mão esquerda.
-Vocês estão prontas? -sua resposta veio em forma de gritos -Hmm! Qual de vocês vão levá-lo para cama? -é mais gritos começavam. -Austin está ansioso para subir aqui.
-Quem é austin? -são as únicas coisas que saem da minha boca. Aquele suspense estava me deixando maluca, mal conseguiria olhar para o lado de tão focada que estou no palco. A mulher some e uma música começava tocar.
2012, esse era o nome da música. O silêncio tinha dado o ar da graça até que um homem aparece no palco apenas com uma capa preta e chapéu. Era como se todas elas fossem fãs de um ídolo teen. Elas gritavam e jogavam notas de dinheiro no homem antes que ele pudesse fazer algum movimento.
Ele se vira passando a mão no corpo, deus! O que eu estou fazendo aqui? Isso é ridículo!
No momento em que ele tira seu chapéu da um sorriso, sinto minhas pernas formigarem. O que está acontecendo comigo? Ele começa a rebolar numa coreografia lenta, suas pernas acompanhavam a música e a letra com ações.
Austin desce até o chão colocando o peso do corpo nas mãos e rebola como se estivesse com uma mulher embaixo dele. Assim que levanta, ele tira a capa preta ficando com uma regata.
Eu tinha certeza de que não conseguia mais fechar a boca. Os braços dele são definidos e suas tatuagens iam dos ombros até as mãos. Isso era tão sexy! Meu deus! Isso e tão excitante.
Austin rebolava por enquanto as mulheres jogam notas para ele, até que ele rasga a camisa e a joga em uma das mulheres.
Meus seios estavam tão rígidos que poderiam rasgar o tecido do meu vestido, eu estava tão excitada pelo homem que me peguei andando em direção ao palco.
Um peitoral grande, onde tinha mais tatuagens. Todo o seu corpo era coberto por tatuagens, o que me deixava maluca era seu sorriso e a sua cor! Austin era um deus que fazia minhas coxas roçarem uma na outra.
Ele puxa as calças com força, o que eu vi ali me fez perder a respiração, lutava para respirar forte quando se tinha um homem rebolando na sua frente. Eu teria um ataque cardíaco a qualquer momento.
Ele olha para mim e desce até o chão, fazendo aquele movimento onde poderia ser uma mulher embaixo dele.
A música acaba. Mas ele não sai do palco, duas mulheres trazem uma cadeira. Uma chuva cinematográfica começa a cair no palco, molhavam todas que estava na frente. Inclusive seu dinheiro.
Deixaram outra cadeira no meio, em frente ao palco.
A música voltou tirando aqueles barulhos de trovões. Ele desce do palco em um pulo sensual. As mulheres enlouquecem e começam a gritar, davam espaço para onde ele estava indo.
Ele pega na mão de uma delas é a leva para o palco, senta a mulher na cadeira. Fica de joelhos na frente dela e abre suas pernas com força, uma delas ele coloca no ombro onde beija o tornozelo dela.
Suas mãos vão pela lateral do corpo da garota que parecia está sem ar. Austin se afasta dela e começa a dançar na sua frente dando passos para trás, indo até a ponta do palco.
Ele dá um salto para baixo e volta a sua busca por outra pessoa. O homem chega perto de mim, para na minha frente e dá um daqueles sorrisos que te tiram o fôlego.
-Gostaria de ser minha? -pergunta no meu ouvido e mal posso respondê-lo. Meu coração estava acelerado, meu corpo extasiado.
Balanço a cabeça e ele pega na minha mão, me leva até a cadeira do meio.
O homem me senta, passa as mãos pelo meus ombros, desce elas até meu busto e começa a acariciar. Não controlava nada, nem minha sanidade naquele momento. Suas mãos descem até meus seios onde ele aperta. Mordo meu lábio inferior, segurando forte nos braços da cadeira.
Ele dança na minha frente, beija minhas panturrilhas e depois esfrega as mãos até a parte interna das minhas coxas.
Sua perna estava no braço da cadeira, o seu pau estava praticamente na minha cara por enquanto ele rebolava. O cheiro daquele homem era de frutas. Juro por Deus!
Ele volta para mulher do palco e o que coloca na boca dela e bebida, ele despeja mais do que um gole de vodca na sua boca. Além disso, balança a cabeça da mulher por alguns segundos.
Ele suspende ela para cima, colocando em seus braços. Se esfrega nela e depois coloca ela no chão. August se vira para mim e vem rebolando, mais dinheiro era jogado para ele.
Já não ouvia nada mais que vinha das outras. Todo meu foco era naquele homem.
Ele coloca a garrafa na frente do pau, insinuando que fosse ele. Sua mão esquerda passa pela minha nuca, ele esfrega os dedos devagar e puxa a parte de baixo do meu cabelo.
Leio em seus lábios aquele suave "abra sua boca, docinho" faço isso! Abro minha boca e deixo ele despejar toda a bebida que eu poderia engolir, a vodca escorria até pelos lados da minha boca. Ardia em minha garganta, esquentava no meu peito e minhas pernas estavam pesadas.
Ele para de colocar a bebida na minha boca, desce até meus lábios e encosta os dele. Austin levanta e me puxa para cima, meu vestido sobe um pouco. Ele me vira de costas e empurra meu tronco para baixo, sinto seu pau encostando na minha bunda fazendo pressão, seus quadris se movem devagar, ele rebola e puxa meus cabelos.
Minha calcinha estava molhada e agora eu não poderia fazer nada contra isso. Aquele homem me joga para cima, colocando minhas pernas ao redor da sua cintura. Começa a me fazer rebolar em seu colo por enquanto ele olhava no fundo dos meus olhos.
O filho da puta me coloca no chão e me larga ali. Ele volta para a outra, por enquanto mal consigo sentir as pernas.
Era tudo tão erótico e ao mesmo tempo tão delicioso. Ele volta para me levar ao palco nos seus braços, a dança agora era pra mim e para a outra.
A dança chegava ao fim. Eu estava mais que excitada e aquele homem mantinha a mão na porra da minha bunda.
-Então! Essas foram as escolhidas de hoje! -a voz feminina faz as outras gritarem ainda mais -A próxima pode ser uma de vocês! Austin nunca está satisfeito.
O homem nos conduzia para fora do palco pela cortina onde ele tinha entrado. Aqui atrás era totalmente estranho.
Ele solta a outra mulher que estava com a gente e se vira para mim, suas mãos agarram minha bunda com força.
-Podemos fazer o que você quiser. -murmura no meu ouvido, eu não estava bem. Não sei se era a bebida, se estava tão excitada a ponto de mal lembrar meu nome ou se aquilo era real.
-O que?
-Podemos foder, você gosta de foder forte ou de fazer amor?
Antes que eu respondesse a sua pergunta, a gritaria estava dentro de onde estávamos. A grande sala com outros homens fantasiados, o corredor ao fundo e dois seguranças segurando um homem enfurecido.
Eu não estava acreditando!
O homem enfurecido se parecia com Bieber ou estou tendo alucinações.
Me viro para Austin e dou um sorriso.
-Eu nunca fodi forte.
-TIRA AS MÃOS DA MINHA MULHER! -a voz era idêntica a do Bieber, meu Deus! Isso não era uma alucinação e minha cabeça não estava tão boa quanto antes.
O homem na minha frente me solta sem saber o que fazer. Bieber estava lá alterado junto de Rachel que tentava acalma-lo.
-EU FALEI COM VOCE, TIRA AS MÃOS DA MINHA MULHER.
-Mulher? Que mulher? Se tivesse uma mulher, ela não estaria em um club de strippers.
Bieber estava tão perto de mim, ele puxa pelo meu braço e me empurra em cima da Rachel. Seu punho vai bem na cara do homem, ele não se restringe em tentar socar Austin mais uma vez.
POV JUSTIN BIEBER
Estava furioso a cada esquina que se passava, já tinha dado mais de 80 dólares e a porra do gps estava em lugares diferentes. Se passavam de duas da manhã! Viollet estava na rodovia, agora não está mais. Ela estava no centro e agora não está mais. Era disso que eu estava tendo ódio.
O último lugar que o gps permanecia era em um bairro suburbano nojento. Como e que ela iria chegar até aqui? Minha mulher nunca saiu de casa para ir no gueto quanto mais chegar em um bairro cheio de pedintes e vagabundas nas esquinas.
Quando vejo seu carro em um estacionamento, não sabia se me sentia aliviado ou se iria me controlar para não quebrar a cara dela.
Pago o taxi e fico na porta procurando um jeito de entrar aquele horário. Um dos seguranças fala que seria impossível a casa estava lotada.
Nada era impossível para mim, principalmente encontrar minha mulher. O que eu faço é dar o relógio do meu pulso para o desgraçado e praticamente implorar para que me deixe entrar.
Viollet iria me pagar por isso!
Quando entro no local, a primeira coisa que sinto é nojo! Tinha mais homem de cueca do que mulher, aquilo era repugnante.
Sinto um tapa forte no meu traseiro, olho para trás e vejo uma mulher aparentemente casada. Isso eu sei, pela aliança que ela estava na mão que segurava um copo por enquanto colocava notas de dinheiro no meu bolso.
-Eu quero uma dança, você vai dançar para mim.
-Minha senhora, vai procurar o que fazer.
-Não seja ignorante! Você é pago para balançar esse traseiro. Eu quero a minha dança! -do nada cai na real, onde merda eu estava! Todo aquele público feminino, todos os homens de cueca num frio de treze graus lá fora.
Viollet tinha passado de qualquer limite estabelecido entre nós dois.
Devolvo os vinte dólares daquela mulher e tento pela quarta vez explicar que estava ali para procurar minha esposa e que não era a porra de um dançarino.
Uma das mulheres que trabalhava com Viollet estava no bar, ela se divertia com um dos caras semi nu. Puxo a mulher do banco pelo braço e saio arrastando ela para o canto do bar.
-Onde está minha mulher? -a loira arqueia a sobrancelha e dá um sorrisinho de lado.
-Se você não sabe, acha que eu vou saber?
-Você conhece Viollet, eu sei que ela saiu com você.
-Como sabe? Pode ser mera conhecidencia.
-Eu já vim de outros lugares, procurando ela é todo mundo falou que ela estava com duas mulheres, olha só, as características são iguais. Então me fala onde ela está.
-Primeiro me larga! -ela grita -Segundo, sua mulher está ali. -ela aponta para o palco com luzes baixas. -Ela está tão entretida com os dançarinos que eu duvido muito que ela queira voltar para casa.
Aquilo me cegou, eu juro por Deus que estava cego de ódio! O que ela queria fazer? Arruinar nosso casamento perfeito? Acabar com minha imagem? Ela queria realmente ser uma piranha? Que desejo ridículo de ser uma vadia era esse? Sinceramente eu não enxergava mais a minha mulher.
Para meu azar, Viollet estava no meio, todas as outras estavam gritando para ela incentivando o quanto ela era pra se aproveitar de um cara.
Eu queria puxa-la pelos cabelos e tirar minha mulher daquele circo.
-Bieber! O que faz aqui? -escuto alguém ao meu lado, vejo que é Rachel, eu a conhecia. -Meu deus! Vamos sair daqui! -ela sai me puxando daquela insinuação de sexo.
Nunca tinha encostado um dedo em Viollet mas eu não sei se iria continuar assim, ela estava se humilhando aquilo, fazendo parte daquela coisa ridícula.
Se alguém soubesse quem ela é ou se tivesse uma daquelas vadias que trabalham comigo? Se vissem a minha mulher com um cara no meio de uma boate?
Rachel me leva para fora da boate, para os fundos pra ser mais exato.
Longe do barulho, mal conseguia raciocinar direito. A primeira coisa que iria fazer era socar aquela mulher até a consciência dela voltar.
O que merda estou pensando!
-Bieber, ela está bem. Vai acabar aquilo é vamos levá-la para casa.
-Vamos?
-Eu e Tania, iremos levá-la.
-Quem vai levar Viollet para casa sou eu! Minha mulher está numa boate e eu vou ter que esperar ela em casa? Ela vai comigo.
-Não acontece nada demais aqui! Os dançarinos não transam, isso não é a porra de uma casa de prostituição.
-Tira ela daqui antes que eu entre lá dentro e quebre a cara desse filho da puta.
-Eu conheço a dona daqui, a gente pode entrar por trás que é onde ela vai sair. Agora se acalma, não adianta bancar o machão aqui.
Rachel conseguia entrar pelos fundos, a vagabunda parecia ser bem íntima de cada segurança do local, homens que não fossem dançarinos não entravam então sua desculpa era que iria falar com uma tal de "senhorita k" para que me desse uma oportunidade.
Como se não bastasse ser humilhado por Viollet daquela forma, ainda teria de entrar num lugar desses.
Quando entramos não sabia se corria até onde ela estava ou se tentava me manter sóbrio. Dois caras nos acompanha pelo corredor. Provavelmente a mulher estava mentindo para mim.
Aqui era mais que uma casa de prostituição. É quase inacreditável saber que Viollet estava aqui dentro.
Eu vi ela lá, eu a vi agarrada com outro cara. Era minha mulher que estava ali.
Não estava mais por mim e sim pelos meus extintos, surtei no mesmo instante que vi aquela cena.
Aquele homem maldito com as mãos na bunda da MINHA mulher! Ela era minha e ninguém a tocaria daquela forma. Um dos seguranças notou minha reação, eu estava enfurecido.
-Segura tua onda.
-Segura o que? A minha mulher está aqui e eu vou segurar minha onda?
-Bieber mantenha a calma se não a gente vai ser expulso.
-FODA-SE ESSE CARALHO.
-Bieber, não faz...
-TIRA AS MÃOS DA MINHA MULHER! -gritei, ela olha na minha direção e era mais que notável que Viollet não estava bem, ela estava mais que bêbada.
Ele me ignorou, continuou com a porra das mãos sujas dele em cima da minha Vivie.
-EU FALEI COM VOCE, TIRA AS MÃOS DA MINHA MULHER.
-Mulher? Que mulher? Se tivesse uma mulher, ela não estaria em um club de strippers.
Aquele homem já tinha me tirado do sério. Não queria saber se ele era maior que eu ou se iria apanhar, puxo Viollet das suas mãos e empurro ela para longe.
Soco a cara do indivíduo sem medo de nenhuma reação. O filho da puta parecia de aço, meu punho ardeu quando soquei sua cara, não me restringi em socar outras vezes.
Os seguranças me seguram pelos braços por enquanto tento me soltar.
-Que porra estava fazendo com minha mulher, acha que vai ficar assim?
-Já disse cara! Se gosta tanto dela, não deixa ela tá em um club de lobos. Sua mulher passou perto de chupar o meu pau.
Aquele filho da puta iria me pagar, ele iria apanhar até dar um beijo na bunda do Diabo.
Por enquanto sou arrastado para fora daquele lugar, Rachel segura não mão de Viollet. Ela vem trazendo minha mulher por enquanto a vadia, isso mesmo! A vadia olha para o homem como se estivesse com pena. Ela acena para ele e fica olhando para trás a cada instante.
Não sei o que faço, a qualquer momento sinto que vou explodir junto com ela, que merda fizemos? Eu não quis transar essa noite e ela quis dar para um imundo desses? Tinha que ser um desses homens imundos?
Sou jogado para fora da boate, os dois seguranças me jogam em cima de um carro e eu sinto a dor de um soco no olho.
-Fica longe daqui ou a gente vai quebrar você no meio.
-Meninos, não precisam surrar ele! -Rachel pede, os dois me deixam lá e começam as suas ameaças até voltaram para dentro.
Viollet continua sem entender nada, sua expressão perdida é aquele sorriso no rosto.
-Eu quero voltar lá.
-Não, Vi! O Bieber vai levar você para casa.
-Bieber? Foda-se ele eu quero voltar. -Rachel segura Viollet pelos braços e encara ela.
-Vi, você vai para casa e depois trazemos você de volta aqui. Mas antes precisa descansar.
-Deixa a minha mulher comigo.
-Calma aí! Vê o que vai fazer com ela Bieber, amanhã eu irei vê-la e se tiver alguma manchinha nessa pele, pode ter certeza de que vou te denunciar a polícia. -a mulher me ameaça, tentando me coagir, isso era ridículo!
Pego no braço de Viollet e ela olha para mim, perdida e agora estava com um sorriso aberto.
-Você veio!
-Eu vim! E vamos para casa. -tentei ser paciente, amanhã iríamos conversar. Hoje seria tudo perdido, a porra do meu rosto doía, meu corpo tambem e nada mais que a dor que sentia em ver minha Vivie com outro.
Tiro sua bolsa do corpo, pego as chaves do carro e a levo para o banco do carona.
Rachel assistia tudo com cautela, ela tenta me intimidar um pouco.
Até quando entro no carro e dou a partida, a mulher permanece na porta.
Não estava nada bem, Viollet estava tremendo de frio ao meu lado, Diane me ligava como uma maluca. E eu estava sem saber o que fazer! Realmente nunca tinha passado por nenhuma situação como essa.
-Atende esse celular. -Vivie resmunga ao meu lado.
-Não!
-Porque não? Está com medo? -ela atropelava as palavras, suas mãos vão até as coxas, a sua meia calça tinha rasgado. Viollet enfia os dedos no buraco e puxa com força, rasgando até a parte de baixo. Ela tira os sapatos e depois puxa o outro lado da meia.
-Medo de quê?
-Pode ser ela não é? -meu coração gela nesse instante, engulo a seco. -Ela vai ficar te ligando, é melhor atender!
-Ela quem?
-Você sabe quem! -agora ela puxa a calcinha para baixo, seu vestido está levantado, mostrando perfeitamente seu corpo. Os cabelos de Viollet estavam umidos, seu corpo trêmulo mas mesmo assim ela não parava de tirar a roupa.
Pego o celular do bolso e vejo o número de Diane. essa mulher iria me enforcar, por enquanto Viollet assistiria tudo.
-O que você sabe sobre ela? Ela não é ninguém...
-Rachel vai ficar ligando e você vai ter que atender. Bieber acha que não tenho amigos que se preocupem comigo? -um alívio instantâneo passa pelo meu corpo, ela não estava falando de Diane, lógico que Lauren não teria contado para Viollet.
-Ela que se foda.
-Só sabe falar isso não é Bieber?
-Você está tremendo porque tirou sua calcinha?
-É óbvio! -Vivie tira o cinto com dificuldade e tira a minha mão direita do volante. -Eu quero foder.
-A gente já falou sobre isso.
-Sabe quantos caras queriam foder comigo hoje?
-Cala a boca!
-Mais de vinte caras me ofereceram foda, menos meu marido. Sabe que eles fariam tudo para me foder e estariam felizes se eu tivesse tirado minha calcinha para eles. -ela falava isso, colocando minha mão a força entre suas coxas. Viollet não era assim, ela estava bem longe do normal. Nunca tinha fodido minha mulher bêbada, até porque ela nunca tinha feito isso depois que se formou. Ela costumava dormir depois de algumas doses.
Seu corpo se inclina para o lado, encolhe as pernas no banco e fica sob seus joelhos. Diminui a velocidade caso contrário ela iria acabar se machucando. Viollet fica de quatro, colocando as mãos nas minhas coxas.
O vestido sobe ficando como uma blusa, sua bunda estava arrebitada, seus olhos me pediam para que a deixasse em paz. Ou deixasse ela tomar todo o controle da situação.
Com dificuldade Viollet abre meu zíper, ela não se importa se eu não tomei banho para deixá-la colocar a boca no meu pau. Suas mãos acariciam por cima da minha cueca, pouco espaço para ela brincar. Ergo meus quadris abaixando um pouco minha calça fica no meio das coxas.
Ela segura forte no meu pênis, não estava ereto. Era diferente deixar minha esposa me chupar bêbada e outras mulheres. Aliás, aquela era a minha Viollet.
Sua boca encosta no meu pau por cima da cueca, engulo a seco. Ela procura por ele colocando a mão dentro, puxa para fora e passa a língua desde a base até a glande.
Estava ficando excitado, olho para o lado mais uma vez e vejo sua bunda. Tão deliciosa!
Sua língua faz um bom trabalho percorrendo desde a base até a glande. Me encontrava excitado, louco para que Vivie enfiasse meu pau de uma vez na sua boca.
Assim ela faz! Coloca primeiro a glande e vai descendo lentamente até que esteja todo nela.
-Oh, deus! -solto um gemido, derrapando a porra do carro para fora da pista. Sua língua massageia meu pau a cada segundo, me chupava como se fosse precisar daquilo para sobreviver. Ela tira meu pau da boca e respira fundo, sua mão estava no ritmo rápido, volta a por a boca e me masturbar, segurava na base por enquanto sugava meu pau.
Estava prestes a gozar, isso era tão bom quanto qualquer outra coisa que já havíamos feito. Viollet insistia em por até a garganta, me descontrolo e impulsiono meus quadris contra sua boca várias vezes. Até ela apertar minhas coxas tentando sair.
Viollet levanta o rosto em buscar de ar, ela sorria para mim. Mantinha aquele sorriso safado na cara.
-Você vai gozar na minha boca.
-Não!
-Vai sim, eu quero.
-Isso é nojento! Você não vai... -ela não me deixa continuar a falar, cai de boca mais uma vez. Subindo e descendo com ela, cada vez mais rápido. Estava perdendo o controle do carro, gemia enquanto ela me domava daquela maneira.
Seguro em seus cabelos com a mão direita, mal consigo raciocinar. Sua boca estava me deixando fora de mim.
Não aguento me segurar tanto daquele jeito, meu gozo jorra em sua boca e ela engole. Olho para baixo e vejo minha esposa engolir meu gozo como uma daquelas putinhas que eu comia na rua. Ela estava com os lábios cheios do meu gozo.
Vivie não para por nada. Ela volta a chupar meu pau e agora desce para minhas bolas que estão tão sensíveis, que sentia a ponta da sua língua tocar nelas e me dá arrepios por todo o corpo.
Sua boca praticamente engole minhas bolas, ela conseguiu colocar as duas dentro e ficar passando a língua. Meu deus! Eu iria bater com o carro.
Para minha tristeza ela levanta, mas com um único propósito. Puxa o vestido para cima ficando completamente nua no banco do carona.
O batom todo borrado, meu pau para fora da calça e aquela mulher nua.
-Você vai me foder.
-Não posso fazer isso com você, esta bêbada.
-Eu quero que você me foda forte, Bieber. -ela coloca os cabelos para trás e ri. Ela estava rindo da minha cara, como se estivesse vendo algum palhaço -Tem medo me foder forte?
-Quando chegarmos em casa...
-Em casa? -me interrompe -Em casa? Eu estou cansada de transar naquela cama, você vai me foder aqui e agora.
-Viollet! Estamos perto de casa. Sabe que todas essas pessoas são nossos vizinhos!
Ela abre as pernas para mim. Não consigo tirar os olhos dela em momento algum. Estaciono o carro no meio da rua de acesso ao condomínio. Olho para ela quase deitada no banco, com as pernas abertas e aquela mesma expressão que estava pela tarde.
Abro a porta do carro levantando minhas calças ou tentando segurar elas. A rua era escura, além do mato que cercava o condomínio, não tinha mais nada. Abro a porta do carona e ela praticamente pula para fora do carro.
Seguro em seu corpo encostando-a na porta, agarro Viollet pelas pernas, deixando ao redor da minha cintura.
Aperto suas costas com a ponta dos dedos, vejo ela gemer baixo. Se entregar com aquele simples toque.
Passo minha língua na sua nuca, sinto o cheiro que estava em seu corpo. Seu suor, seu gosto, as pernas que me apertavam na cintura me puxando ainda mais para ela.
Começo a beijar seu pescoço com força, dando chupões fortes e foda-se as marcas que poderiam ficar. Viollet apenas agarrava em minha nuca.
-Me beija.
-Não!
-Me beija, caralho. -berra, paro de beijar sua nuca e a encaro -Tem nojo de me beijar? Aposto que quando você goza na boca dela, você a beija.
Seguro suas mãos, tirando elas do meu corpo. Aperto os pulsos de Viollet que me encarava com desdém, ela estava mostrando alguma coisa.
Não respondo absolutamente nada, tomo os lábios de Viollet com força, puxo o de baixo dando uma mordida onde ela geme alto, coloco minha língua dentro da sua boca, sinto a sua passando pela minha em um beijo feroz. Sentia o gosto pegajoso em minha boca, não era o sabor de Vivie, era o meu.
Puxo pela sua nuca, aprofundando ainda mais o beijo. Estava ficando sem ar e eu não iria parar. Dessa vez ela me empurra, arranha meu pescoço.
Minha ereção estava ficando incontrolável, coloco a mão direita entre suas pernas e meus dedos ficam mais que molhados. Ela estava tão vadia que impulsionou os quadris contra meus dedos.
Passo eles algumas vezes pela sua vagina, brinco por alguns segundos na sua entrada. Ela queria ser uma vadia então ela seria nesse momento. Coloco minha mão na sua boca, faço com que ela chupe meus dedos.
-Olhe para mim. -falo rude -Quando estiver chupando qualquer coisa minha, olhe nos meus olhos.
Viollet me encara com um jeito safado, seus olhos brilhavam com aquele ato. Meus dedos na sua boca, se enchendo de baba. Tiro eles de lá e volto para sua vagina, coloco ela para ficar de pé. Abro suas pernas com brutalidade, chutando seu calcanhar para afastar uma da outra.
Meus dedos fazem movimentos circulares contra o clitoris. Escorrego eles até sua entrada, enfio um devagar por enquanto ela aperta minha nuca mais forte. Lá dentro estava tão quente e molhado, poderia sentir meu pau estourando para esta lá dentro.
Ela coloca a mão dentro da minha cueca e puxa meu pau para fora, seus movimentos respondiam os meus, ao colocar o segundo dedo a vejo revirar os olhos e morder o lábio inferior.
Meus movimentos superam os dela, a mulher se contorcia em meus dedos. Gemia meu nome, pedia para que não parasse.
Tiro os dedos de dentro dela e a coloco de costas para mim, arrasto Viollet até o capô do carro. Ela quer ser fodida como uma vadia e seria, assim! Numa rua onde seus vizinhos que estivessem chegando poderiam ver.
Empurro seu corpo com força, segurando seu tronco contra o capô. Abro suas pernas, posiciono meu pau na sua boceta e empurro apenas a glande para dentro.
Ela geme, a maldita estava tão apertada que me dificultava colocá-lo de uma só vez.
Meto mais uma vez, agora entrava até a metade. Faço isso mais nove vezes, quando meu pau estava dentro da sua boceta.
Tão quente, tão molhada é tão apertada. Era isso tudo que sua boceta causava ao meu pau. Começo a entocar Viollet com força, seu corpo se espremia entre o carro e o meu corpo. Começava a fode-la com toda a força que tinha, minhas bolas batiam nela, o barulho que faziam era maravilhoso.
Viollet tinha gozado, meu pau estava todo molhado com aquele gozo. Seguro em seus cabelos puxando com mais força que deveria. Ela geme alto, chama pelo meu nome é tenta de alguma maneira de segurar no veículo.
Tiro meu pau dela e puxo seu corpo para frente, Viollet se vira para mim.
-Ainda quer ser fodida? -sua resposta em um aceno com a cabeça, enquanto ela morde os lábios. Coloco ela por cima do carro, um pouco sentada, puxo a perna direita em volta do meu corpo. É mais uma vez enfio o pau dentro dela.
Coloco toda a minha força metendo dentro dela, os peitos praticamente pulavam em meu rosto. O carro balançava e a cada minuto ela se agarrava mais em mim.
No momento em que já não conseguia segurar. Dobro toda a força que tinha, ela estava gemendo.
-Devagar, assim machuca.
-Você não quer ser fodida. Eu estou fodendo você. -continuo a meter, até que sinto meu pau colocar tudo o que tinha para dentro dela. Gozo e permaneço dentro da sua vagina até ela conseguir recuperar todo o ar que havia perdido.
Puxo o rosto de Viollet para mim, tomando seus lábios em um beijo feroz. Seu corpo parecia exausto e ela parte o beijo com uma mordida.
-E assim então?
-Assim o que?
-E assim que você fode ela? É assim que você faz com ela?


















