I am really sad because my dog just passed away. But i’m also relieved, because she was suffering... RIP Sasha

seen from T1

seen from T1

seen from Netherlands

seen from United States

seen from Chile

seen from New Zealand

seen from New Zealand

seen from T1
seen from New Zealand

seen from T1

seen from T1

seen from Netherlands
seen from Netherlands
seen from Türkiye

seen from United States

seen from Russia
seen from Yemen
seen from Egypt
seen from Netherlands
seen from Belarus
I am really sad because my dog just passed away. But i’m also relieved, because she was suffering... RIP Sasha
https://www.youtube.com/watch?v=9UxiX0-Q_rI
You look like Rain - Morphine
Música perfeita pra esse domingo friozinho
The Religion of a Rebellious Spirit
By Osho,
The rebellious spirit can be religious, but cannot have a religion. And the difference between the two is immense, unbridgeable.
To be religious is an experience, just like love. It is an encounter with the totality of existence. It is facing yourself in the mirror of life. It is orgasmic in the sense that you melt and merge with the whole — the earth, the trees, the flowers, the sky, the stars. It is an oceanic experience, the dewdrop slipping from the lotus leaf into the ocean. You can say either the dewdrop has become the ocean, or you can say the ocean has become the dewdrop. It is the greatest experience there is.
But to belong to a religion is not an experience, it is just a belief system in which you have been brought up. It is all borrowed. And remember that truth cannot be borrowed. Either it is yours, or it is not there.
Gautam Buddha may have known the truth, but there is no way to follow him, because to follow means to imitate, to follow means to become a shadow, to follow means to betray yourself. Following is nothing but the effort of trying to be somebody that you are not; and that is not your destiny either.
Jesus is not a Christian, he is a rebellious spirit; he does not belong to any religion, and that is his crime. Jews could not tolerate him because he had become a stranger to his own people; he had started talking about having a direct contact with the universal spirit.
A religion is a marketplace thing. It is a kind of bureaucracy — you should go through the right channel. You are not even allowed to confess to God directly; you have to confess to the priest and the priest will pray for you. The priest has to always be there as a mediator.
(...)
The rebellious man is a pagan. He worships the trees, he worships the stars, he worships the rivers, the mountains. He worships man, he worships everything that is alive — because wherever there is life, there is godliness.
Complete text in:
http://theunboundedspirit.com/the-religion-of-a-rebellious-spirit/
Carta a Meneceu (Sobre a Felicidade)
Nota: Grifos meus
O Estudo da Filosofia
Meneceu Que ninguém hesite em se dedicar à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito. Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou, ou que já passou a hora de ser feliz.
Desse modo, a filosofia é útil tanto ao jovem quanto ao velho: para quem está envelhecendo sentir-se rejuvenescer através da grata recordação das coisas que já se foram, e para o jovem poder envelhecer sem sentir medo das coisas que estão por vir; é necessário, portanto, cuidar das coisas que trazem a felicidade, já que, estando esta presente,tudo temos, e, sem ela, tudo fazemos para alcançá-la.
Pratica e cultiva então aqueles ensinamentos que sempre te transmiti, na certeza de que eles constituem os elementos fundamentais para uma vida feliz.
O Prazer É por essa razão que afirmamos que o prazer é o início e o fim de uma vida feliz. Com efeito, nós o identificamos como o bem primeiro e inerente ao ser humano, em razão dele praticamos toda escolha ou recusa, e a ele chegamos escolhendo todo bem de acordo com a distinção entre prazer e dor.
Embora o prazer seja nosso bem primeiro e inato, nem por isso escolhemos qualquer prazer: há ocasiões em que evitamos muitos prazeres, quando deles advêm efeitos o mais das vezes desagradáveis; ao passo que consideramos muitos sofrimentos preferíveis aos prazeres, se um prazer maior advier depois de suportarmos essas dores por muito tempo.
Portanto, todo prazer constitui um bem por sua própria natureza; não obstante isso, nem todos são escolhidos; do mesmo modo, toda dor é um mal, mas nem todas devem ser evitadas. Convém, portanto, avaliar todos os prazeres e sofrimentos de acordo com o critério dos benefícios e dos danos. Há ocasiões em que utilizamos um bem como se fosse um mal e, ao contrário, um mal como se fosse um bem.
A Morte Acostuma-te à idéia de que a morte para nós não é nada, visto que todo o bem e todo o mal residem nas sensações, e a morte é justamente a privação das sensações. A consciência clara de que a morte não significa nada para nós proporciona a fruição da vida efêmera, sem querer acrescentar-lhe tempo infinito e eliminando o desejo de imortalidade.
Não existe nada de terrível na vida para quem está perfeitamente convencido de que não há nada de terrível em deixar de viver. É tolo portanto quem diz ter medo da morte, não porque a chegada desta lhe trará sofrimento, mas porque o aflige a própria espera: aquilo que não nos perturba quando presente não deveria afligir-nos enquanto está sendo esperado.
Então, o mais terrível de todos os males, a morte, não significa nada para nós, justamente porque, quando estamos vivos, é a morte que não está presente; ao contrário, quando a morte está presente, nós é que não estamos. A morte, portanto, não é nada, nem para os vivos, nem para os mortos, já que para aqueles ela não existe, ao passo que estes não estão mais aqui. E, no entanto, a maioria das pessoas ora foge da morte como se fosse o maior dos males, ora a deseja como descanso dos males da vida. O sábio, porém, nem desdenha viver, nem teme deixar de viver; viver não é um fardo e não-viver não é um mal
A Simplicidade Consideramos ainda a autos suficiência um grande bem; não que devamos nos satisfazer com pouco, mas para nos contentarmos com esse pouco caso não tenhamos o muito, honestamente convencidos de que desfrutam melhor a abundância os que menos dependem dela; tudo o que é natural é fácil de conseguir; difícil é tudo o que é inútil.
Os alimentos mais simples proporcionam o mesmo prazer que as iguarias mais requintadas, desde que se remova a dor provocada pela falta: pão e água produzem o prazer mais profundo quando ingeridos por quem deles necessita.
Habituar-se às coisas simples, a um modo de vida não luxuoso, portanto, não só é conveniente para a saúde, como ainda proporciona ao homem os meios para enfrentar corajosamente as adversidades da vida: nos períodos em que conseguimos levar uma existência rica, predispõe o nosso ânimo para melhor aproveitá-la, e nos prepara para enfrentar sem temor as vicissitudes da sorte.
(...)
Texto completo em:
http://www.cinfil.com.br/arquivos/Epicuro_Carta_Sobre_a_Felicidade.pdf
Comentário sobre o texto:
https://www.youtube.com/watch?v=79-HpiIRtTk
Eu acreditaria somente num deus que soubesse dançar. Quando vi meu <<daimon>>, achei-o sério, meticuloso, profundo e solene: era o espírito de gravidade — ele faz todas as coisas caírem.
Não com a ira, mas com o riso é que se mata. Eia, vamos matar o espírito de gravidade!
Aprendi a andar: desde então corro. Aprendi a voar: desde então, não quero ser empurrado para sair do lugar.
Agora sou leve, agora voo, agora me vejo abaixo de mim, agora dança um deus através de mim.
O médico e o monstro
A completa declaração do doutor Henry Jekyll sobre o caso de Mr. Hyde
Nasci no ano de 18__ com grande fortuna, favorecido, além disso, por excelentes dotes pessoais. Frequentava pessoas de bem, com vida equilibrada e tinha, como é de supor, todas as garantias de um futuro ilustre e notável.
De fato, meu maior defeito era uma certa jovialidade impaciente, que, embora tenha feito a felicidade de muitas pessoas, eu achava difícil de conciliar com o imperioso desejo que sentia de ser altivo e de apresentar ao público uma imagem de pessoa cuja gravidade estivesse acima do comum. Para resolver isso comecei a ocultar meus prazeres. De tal forma isso se deu que, quando cheguei à idade da reflexão e me olhei para avaliar minha posição e meu progresso no mundo, me descobri comprometido com uma profunda duplicidade de vida.
Muitas pessoas poderiam até ter orgulho das faltas de que eu me sentia culpado. Eu, contudo, as escondia com um senso quase mórbido de vergonha. Foi, portanto, a natureza de minhas aspirações, mais do que qualquer defeito particular, que contribuiu para me fazer assim: com um fosso mais profundo do que tem a maioria dos homens, separando as zonas do bem e do mal que dividem e compõem a dubla natureza humana. Fui levado a pensar profunda e insistentemente nessa dura lei da vida que está na base das religiões e que constitui uma abundante fonte de desgraça. (Nota: Carma)
Aconteceu que a direção dos meus estudos científicos, que se voltavam ao místico e ao transcendental, reagiu, projetando luz sobre a consciência da eterna luta entre meus dois lados. Cada dia eu me aproximava mais, pelos dois lados de minha inteligência – o moral e o intelectual – da verdade cuja descoberta, embora parcial, levou-me a uma constatação tão terrível: que o homem não é na verdade um só; mas de fato, dois. Digo dois porque o estágio de meu conhecimento não vai além desse ponto. Outros virão para ultrapassar essa afirmação. Ouso pensar que o homem será finalmente conhecido como um composto multiforme de seres incongruentes e independentes uns dos outros.
Percebi que das duas naturezas que se debatiam em minha consciência, mesmo que eu pudesse me identificar com uma ou com outra, isso só era possível porque, radicalmente eu era dois.
Ao respirar o primeiro sopro dessa nova vida, percebi que estava mais perverso, dez vezes mais perverso. Sentir-me escravo do meu pecado original era algo que me embriagava como o vinho. Abri os braços exultante com essas novas sensações.
Tenho que falar aqui somente em teoria. Não vou dizer aquilo que sei, mas o que me parece mais provável. Meu lado mau, ao qual eu havia dado eficácia material, era menos robusto e menos desenvolvido do que o lado bom que havia sido deposto. Ao longo de minha vida quase toda dediquei ao esforço à virtude e ao autocontrole, o lado mau teve poucas oportunidades para se exercitar e crescer. Por isso, talvez, Edward Hyde fosse bem mais baixo, mais leve e mais moço do que Henry Jekyll.
Quando eu usava a forma de Edward Hyde, pude observar que as pessoas que se aproximavam de mim, pela primeira vez, sentiam uma perturbação na própria carne. Isso porque, segundo penso, eram pessoas nas quais o bem e o mal existiam igualmente, mas Edward Hyde, em toda a humanidade, era o único ser no qual o mal existia em estado puro.
Meus demônios haviam ficado presos por muito tempo e saíram da jaula rugindo. Quando tomei a droga, esta consciente de uma propensão para o mal ainda mais furiosa e capaz de maiores audácias.
Mas tudo tem um fim. Por maior que seja a medida, ela acaba, um dia, por se encher.
(...)
Adaptação:
STEVENSON, Robert Louis. O médico e o monstro; Tradução de Lígia Cademartori, 5ª ed. São Paulo: FTD, 1994.
Imagem:
http://lostinathought.tumblr.com/post/51198917284/one-day-ill-design-a-shirt-for-threadless
Costumava achar que a melhor maneira de ajudar os pobres era ser um deles. A melhor maneira de ajudar os pobres é ser um modelo de outras possibilidades, deixá-los saber que há outras escolhas possíveis e assisti-los em desenvolver os recursos para se tornarem auto-suficientes.
Anthony Robbins - Poder sem limites
Hello, from where is from that scene with a boy and a fox ? thanks
You mean This post? It’s from the movie The Chronicles of Narnia The Lion, the Witch and the Wardrobe
If you don’t mean this post, tell me which one with a link ;)
Hope I helped you!
And thanks for asking something, nobody ask me things… never, so…