𝙽𝚘 𝚞𝚗𝚒𝚟𝚎𝚛𝚜𝚘, 𝚘 𝚛𝚘𝚜𝚝𝚘 é 𝚍𝚘𝚒𝚜 — 𝚜𝚘𝚖𝚋𝚛𝚊 𝚎 𝚕𝚞𝚣 𝚚𝚞𝚎 𝚜𝚎 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚎𝚕𝚊ç𝚊𝚖, 𝚜𝚎𝚙𝚊𝚛𝚊𝚍𝚘𝚜, 𝚓𝚞𝚗𝚝𝚘𝚜, 𝚞𝚖 𝚜ó.
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𝙽𝚘 𝚞𝚗𝚒𝚟𝚎𝚛𝚜𝚘, 𝚘 𝚛𝚘𝚜𝚝𝚘 é 𝚍𝚘𝚒𝚜 — 𝚜𝚘𝚖𝚋𝚛𝚊 𝚎 𝚕𝚞𝚣 𝚚𝚞𝚎 𝚜𝚎 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚎𝚕𝚊ç𝚊𝚖, 𝚜𝚎𝚙𝚊𝚛𝚊𝚍𝚘𝚜, 𝚓𝚞𝚗𝚝𝚘𝚜, 𝚞𝚖 𝚜ó.
A separação entre espírito e matéria era um mistério, bem como a união de ambos.
O Retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde)
Título: Dualidade Nankin sobre Papel Nankin on Paper 21↔ x 29,7↕ cm
Neste desenho busquei demonstrar de uma forma simbólica e artística, as limitações e impossibilidades de compreender o campo mental do próximo, as partes coloridas dão ênfase à personalidade natural, e as partes sem cores diz sobre os acúmulos de informações e estruturas sociais vindas de fora. Muito embora o campo mental seja imenso este desenho é apenas uma microscópica parte de um conceito encontrado em minha humilde entropia!
Pensando demais em coisa alguma, afinal, o que podemos fazer que realmente mude o nosso destino, quando acreditamos que as coisas acontecem por essas serem já pré determinadas?
Não há por onde escapar, ou muda-se o pensamento, ou buscamos uma ferrenha luta contra o improvável. Apego-me ao mais prazeroso, tem momentos em que lutar é vigoroso, é rejuvenescedor, até mesmo excitante, de um modo mais sensual, porém vamos lá, sabemos que na maior parte das vezes, entramos derrotados e evitar o desgate é o melhor caminho.
Seja como for, os pensamentos estão lá, eles rondam, eles te fazem sentir ínfimo, pequeno e sem eira nem beira, idiota. Cansa-se demais a mente e pouco se faz de concreto com aquilo. Sem ação, todo pensamento é apenas tormento, mas como agir, se de fato antes da luta, se aceitou a derrota?
29/01/2023 - A grama da PORRA do vizinho é sempre mais verde
Decisão. Palavra difícil essa. Ou pelo menos, eu admito ter dificuldade com ela. Talvez isso assim seja, pois tenho o hábito de ver a vida como um enredo de um livro, filme ou série: com começo, meio e fim, onde tudo faz sentido, e um acontecimento leva a outro. Porém a vida real é muito menos linear, e certamente, muito mais complexa. Por mais abstruso que seja um cenário construído por um autor, a personagem em que nele se encontra sempre acabará fazendo a escolha que faz mais sentido para a história. Mesmo que não seja a escolha mais sensata, ou a que lhe faria mais feliz, de alguma maneira, ela servirá para o desenrolar dos fatos, caso contrário, não ficaríamos mais interessados no resto da trama.
No entanto, a “vida real” não é assim. Nem mesmo o mais genial escritor conseguiria escrever em detalhes os diversos fatores envolvidos em certas decisões que devemos tomar. E também seria impossível para que este não levasse em conta que, na realidade, não fazemos ideia de qual serão as consequências de nossos atos. Nós temos a tendência de pensar como autores, achamos que temos controle sobre a história de nossas vidas, mas infelizmente acabamos nos decepcionando ao perceber que não é bem assim que funciona.
Imagino que esse seria o motivo para que “coração versus razão” seja o tema de muitas de nossas discussões filosóficas. É como se um deles estivesse certo, ou então que o certo seria escolher um dependendo da situação. Achamos que o coração, dono do sentimento, guia nossas decisões impulsivas e instintivas, e a razão, dona de nossas mentes, guia nossas decisões sensatas e calculadas. Dito isso, não é difícil enxergar como alguém confiaria no coração para mostrar-lhe com qual namorado ficar, e na razão para dizer-lhe o quanto dinheiro se pode gastar, por exemplo.
Entretanto, muitas das vezes, a decisão mais racional não nos leva ao controle e conforto material, e a decisão mais instintiva por sua vez, não nos trás as emoções que deveria. Em sua maioria, os mais árduos dilemas, não levam à resultados conduzidos por esta dualidade. Suas soluções, quaisquer que sejam, acabam deixando o coração e a mente igualmente machucados e satisfeitos
Por isso não julgo o que muitos adultos fazem, ao simplesmente priorizar a sobrevivência. É diferente de escolher o sabor de sorvete quando se é criança: o de morango não vai deixar de existir se você optar pelo de chocolate. Só que quando crescemos, as coisas que nos deixam mais felizes e confortáveis são exatamente as mesmas que farão com que não tenhamos mais comida no prato no dia seguinte. E então, muitos de nós, vivemos bem, felizes até, mas não como queríamos. Porque sempre haverá algo que queremos lá, mas que se só podemos ter, se largamos o que temos aqui.
nós respondemos 13
No primeiro contato aparento ser sério e calmo. Mas depois de um pouco de intimidade, sabem que sou uma puta raivosa e divertida (dependendo da intimidade)
Quem me ver pessoalmente, me encontra geralmente no ambiente de trabalho. Fora do ambiente de trabalho, ou estou na casa de amigos ou bêbado em algum lugar da cidade.
Quando estou no trabalho, geralmente sou fechado. Após o trabalho saio para beber com o pessoal do trabalho ou vou para a casa de alguém ou fervo a noite.
Passei um tempinho convivendo com um namorado de meu irmão. E depois indiquei ele lá onde eu trabalho. Ele teve um choque de realidade. Pareço duas pessoas diferentes.
Outras vezes sai com o pessoal do lugar onde trabalho. Disseram que sou totalmente diferente.
Até gente da minha família, quando me encontra em algum lugar fala que sou uma outra pessoa.
Quando eu conheço alguém novo, eu fico mais na minha, quieto, calado, comportado. Apos observar um pouco mais a pessoa e ver colo ela é, me solto mais um pouco.
Mas depois que cria intimidade... é só ladeira abaixo.