Moldaram-me como espetáculo Entre gravatas e santinhos Bestificaram meus cânticos Até mesmo os demonologistas zombavam Mr. Jones, em tomada dois Identifica-se como superávit de último homem Roendo batinas em troca da hóstia Intensificando veias azuis tatuadas e sobrepostas Fora do olhar da cúpula, És chá ou chuva? Caminhante entre as notórias jaquetas Saqueia a ceia, por pagamento do jantar de ontem Digo-te que a dica para completares a forca Possui um radical que vós alardeia como amor Judas do outro lado do muro, fora noivo de altares Pronto a suspirar-te prantos ao fim da malhação Berro de tinteiro afogado no mata-borrão Manchando a caligrafia perfeita Inflamando outro codinome de três dedos Devo admitir aqui que os verbos também são rios Crianças entorpecidas, forçadas a sonhar como Truman Bebendo deliberações diretamente do seio da margarina Oferecendo jantares às sobras de pratos frios O festival teria o banquete congelado ao paladar da próxima geração Testamento em textículo: Vou-me, sem cutículas, Deixando aos meus entes-queridos As ampolas que Tânatos mostrara-me... Atracar-se com a imaginativa máquina Há de prender a atenção do lenhador E tirá-lo da labuta de fábula A corte especulativa procura outra substância para imaginar notícias...
O Que Temes Ao Tirar O Vaudeville Para Dançar? - Pierrot Ruivo













