Title: India Desnuda
Artist: Julia Codesido

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Title: India Desnuda
Artist: Julia Codesido
Bolsonaro erodiu a Fundação Nacional do Índio (Funai), fazendo o órgão atuar contra a própria razão de sua existência, e destruiu as políticas indigenistas do país. Colocou na presidência do órgão o delegado da PF Marcelo Xavier que age para enfraquecer o povo/território que deveria defender, intimidando funcionários da Funai, ameaçando todos com processos administrativos disciplinares, esvaziando o órgão e deixando milhares de cargos vagos.
O recém-publicado Dossiê “Fundação Anti-Indígena” analisa o método dessa destruição. No final do relatório, são apresentadas propostas aos candidatos à presidência do país:
No PRIMEIRO CAPÍTULO, aprendemos quem é quem na Funai de Bolsonaro e ficamos a par da agenda ruralista nas entranhas no órgão nos últimos três anos.
No SEGUNDO CAPÍTULO, conhecemos os pormenores da gestão policialesca de Xavier, que promove o assédio e a perseguição a servidores, estimula inquéritos criminais contra indígenas e servidores, além de constranger defensores, ambientalistas e jornalistas.
No TERCEIRO CAPÍTULO, o dossiê mostra os entraves à ação indigenista e a centralização do órgão.
No QUARTO CAPÍTULO, descobrimos a estratégia de não delimitar terras indígenas para não demarcá-las, bloqueando processos e ameaçando até mesmo TIs já demarcadas.
No QUINTO CAPÍTULO, o dossiê revela como a Funai passou a defender propriedades particulares acima dos direitos indígenas, promovendo interesses privados.
No SEXTO CAPÍTULO, os indigenistas explicam a estratégia de fraude identitária e as consequências de heteroidentificar.
No SÉTIMO CAPÍTULO, o dossiê revela uma série de ilegalidades que estão acontecendo para explorar minérios e madeiras de terras indígenas, além de listar os efeitos nefastos do garimpo.
No OITAVO CAPÍTULO, o relatório explica a estratégia de “defesa mínima” adotada pela Funai, que usou de teses fajutas para desproteção judicial.
No NONO CAPÍTULO, aprendemos sobre inconsistências e inação do governo, assim como a contribuição com o etnocídio durante o governo Bolsonaro.
No DÉCIMO CAPÍTULO, os autores apresentam as considerações finais e uma carta com propostas para os candidatos às Eleições de 2022, cobrindo tanto a política para servidores, como o fortalecimento institucional da Funai, com governança e participação indígena.
Saiba mais:
DOSSIÊ Fundação Anti-Indígena, INESC-INA: bit.ly/FunaiAntiIndigena
✊💚🌎
Title: India Del Collao
Artist: José Sabogal
PF prende três suspeitos de ocultar corpos de Dom e Bruno
Reprodução © Reprodução redes sociais Operação cumpriu sete mandados de prisão preventiva Publicado em 06/08/2022 - 15:06 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro Ouça a matéria: Policiais federais cumpriram hoje (6) sete mandados de prisão preventiva e dez de busca e apreensão em uma ação decorrente da investigação dos homicídios do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira. Dos mandados de prisão expedidos pela Justiça, dois foram cumpridos contra pessoas que já estão presas: Amarildo Costa de Oliveira, também conhecido como Pelado, e de Ruben Dario da Silva Villar, um cidadão colombiano conhecido como Colômbia.
Amarildo é um dos suspeitos de participar do crime. Dos outros cinco presos na ação de hoje, três são parentes de Amarildo que são investigados pela participação na ocultação dos corpos das vítimas. Colômbia foi preso portando documentos falsos e a PF identificou haveria fortes indícios de que ele seria líder e financiador de uma associação criminosa armada dedicada à prática da pesca ilegal. Todos os sete alvos da ação deste sábado são suspeitos de participar de uma quadrilha dedicada à pesca ilegal na região do Vale do Javari. Segundo a Polícia Federal (PF), o grupo exportava grande quantidade de pescado para os países vizinhos. A operação policial foi realizada nos municípios de Atalaia do Norte e de Benjamin Constant, no Amazonas. O Ministério Público Federal (MPF) informou que solicitou os mandados de prisão preventiva à Justiça, com o objetivo de apurar a ação da quadrilha especializada na pesca ilegal, realizada em terras indígenas e em período de defeso. Ainda de acordo com o MPF, é investigada a prática dos crimes de associação criminosa armada, pesca ilegal, contrabando, além das conexões do esquema com o caso Bruno e Dom. Edição: Fábio Massalli
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Bolsonaro lamenta as mortes de Bruno Pereira e Dom Phillips
O mandatário ainda se solidarizou com parentes a amigos da dupla #Indigenista #DomPhillips #Bolsonaro
Por meio das redes sociais, nesta quinta-feira (16), o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), lamentou as mortes do indigenista Bruno Araújo e do jornalista inglês Dom Phillips, que foram assassinados na região do Vale do Javari, no Amazonas. O mandatário ainda se solidarizou com parentes a amigos da dupla. “Nossos sentimentos aos familiares e que Deus conforte o coração de todos”,…
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Possíveis remanescentes humanos de Jornalista e Indigenista serão identificados em Brasília
O jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Araújo Pereira desapareceram em 5 de junho, e foram vistos pela última vez durante o trajeto fluvial entre a comunidade ribeirinha São Rafael e o centro do município de Atalaia do Norte #DomPhillips #Brasil
O superintendente regional da Polícia Federal do Amazonas, Eduardo Alexandre Fontes, concedeu em entrevista coletiva, na noite de quarta-feira (15), e informou que os corpos remanescentes serão encaminhados para perícia e identificação, nesta quinta-feira (16), no Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal, em Brasília. Além disso, Eduardo esclareceu que os restos mortais foram…
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INDIGENISMO: Bruno ilustrou como nenhum outro uma geração de combativos indigenistas
INDIGENISMO: Bruno ilustrou como nenhum outro uma geração de combativos indigenistas
Bruno Araújo Pereira, de 41 anos, assassinado no dia 5 no Rio Itaquaí, no extremo oeste do Amazonas, marcou a história recente do indigenismo pela vida dedicada a grupos isolados numa região controlada pelo narcotráfico internacional e por uma rede de garimpeiros e pescadores ilegais. Foram criminosos que atuavam na pesca clandestina no território indígena do Vale do Javari que assassinaram…
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