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PF apreende armas destinadas a facções criminosas no Rio
Ação ocorreu na Rodovia Castelo Branco, em SP; um homem foi preso Agência Brasil Publicado em 01/06/2026 - 09:00 Brasília Versão em áudio
Reprodução: © Polícia Federal/divulgação A Polícia Federal, em uma ação que contou com o apoio da Polícia Militar de São Paulo, aprendeu, neste domingo (31), 33 pistolas e dezenas de carregadores, incluídos 15 para fuzil. As armas tinham como destino comunidades do Rio dominadas por facções criminosas e estavam sendo transportadas por um paraguaio, que foi preso.
A ação ocorreu na Rodovia Castelo Branco, próximo ao município de Porto Feliz, e realizada com base em investigação desenvolvida no contexto da Força-Tarefa Missão Redentor II e no âmbito da ADPF 635 (STF), conhecida como ADPF das Favelas, “com foco na desarticulação logística e financeira de organizações criminosas”, informou a PF. “As operações priorizam o bloqueio de rotas estratégicas utilizadas para o tráfico de drogas e armas, inclusive quando destinadas ao abastecimento de áreas sob influência criminosa”, acrescentou. O preso e o armamento apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Sorocaba, onde foi realizada a “lavratura do auto de prisão em flagrante pelo crime de tráfico internacional de armas de fogo”. Edição: Aécio Amado
Estados Unidos incluye en la lista al narcoterrorismo de Brasil
Designación de Comando Vermelho y Primeiro Comando da Capital como organizaciones terroristas Oipol & Oijust OSINT Unit Global Operation, cooperation y edition, actualización 30 de mayo de 2026 | Comunicación de Marco Rubio, Secretario de Estado, Departamento de Estado de Estados Unidos. 28 de mayo de 2026.- El 28 de mayo de 2026, el Departamento de Estado designó a Comando Vermelho (CV) y…
Inteligencia detecta la propagación del narcoterrorismo en el sur de Brasil
INSS: PF e CGU investigam descontos não autorizados de pensionistas
Nova fase da Operação Sem Desconto cumpre mandados em 4 estados Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Publicado em 27/05/2026 - 08:39 Brasília Versão em áudio
Reprodução: © Marcelo Camargo/Agência Brasil A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagram nesta quarta-feira (27) uma nova fase da Operação Sem Desconto nos estados de Pernambuco, de São Paulo e da Paraíba, além do Distrito Federal. A operação investiga o esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e em pensões.
Em nota, a corporação informou que estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e oito medidas cautelares de monitoramento eletrônico, além de outras medidas constritivas expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Nesta fase, a ação tem como finalidade aprofundar as investigações que visam esclarecer a prática de diversos crimes contra a administração pública, tais como constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e de dilapidação patrimonial”, destacou a PF. >> Clique aqui e leia mais sobre a Operação Sem Desconto, na Agência Braisl Em março, a PF e a CGU já haviam deflagrado a Operação Indébito, um desdobramento da Operação Sem Desconto. À época, policiais federais e auditores cumpriram 19 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão, além de outras medidas cautelares, no Ceará e no Distrito Federal. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
Entenda
Em abril de 2025, a PF e a CGU deflagraram a Operação Sem Desconto. As investigações identificaram a existência de irregularidades relacionadas a descontos de mensalidades associativas aplicados sobre benefícios previdenciários, principalmente aposentadorias e pensões, concedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A estimativa é de que entidades investigadas tenham descontado de aposentados e pensionistas cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. À época, pelo menos seis servidores públicos foram afastados de suas funções. Cerca de 700 policiais federais e 80 servidores da CGU cumpriram mais de 200 mandados judiciais de busca e apreensão, ordens de sequestro de bens no valor de mais de R$ 1 bilhão e seis mandados de prisão temporária em diversos estados e no DF. Edição: Denise Griesinger