A verve obsessiva Quer o corte ao vivo Impressiona-se com as escoriações Resgata os buracos de bala O culto à um Adônis torto Proclama vegetação acrílico Alma neon em doze tonalidades E um deus verticalização O íntimo querer: O fascínio do eu O romance príncipe O divórcio no infinitivo Eu que ainda não estou no céu Santificada seja minha presença Diante de teus olhos sortudos Mantra repetido a potência de um primogênito Uma divindade de férias Volta em outra noite Como transa de cigarra Coloração morangos mofados de chantili Anil virtude, transpassando pela pele de vidro Admirável romantização da vitrine Tal qual vitrais em templos Vide a nós, toda a beleza que és Entre sóis e incêndios Congelados ao conglomerado Entre, um outro atro rei Menos danificado e mais invejado Injete-o entre o nocivo e o delito Vislumbrando volúpia fugaz Figuras de figurantes Vertem-se em titãs ressecados...
Quedas, Quereres, Queimadas - Pierrot Ruivo












