Israel Defense Forces

seen from United States

seen from Malaysia
seen from Germany
seen from China
seen from Türkiye
seen from Argentina
seen from France
seen from United Kingdom
seen from China
seen from Italy
seen from China
seen from Hong Kong SAR China
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from Germany

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from China

seen from Malaysia
Israel Defense Forces
Guerreiras israelenses.
Repost: Militar Influence (Instagram)
463 Likes, 5 Comments - Militar Influence (@acc.militar) on Instagram: “Guerreiras de Israel🔯 Siga⏩@acc.militar🌐”
URGENTE: Ataque aéreo Israelense mata 3 filhos do líder político do Hamas
Palestinos no vale do Jordão temem que anexação sufoque suas aldeias
Palestinos no vale do Jordão temem que anexação sufoque suas aldeias
Adam Rasgon – The New York Times
Hamdan Saeed sobe às 5h30 todas as manhãs para vender café quente a motoristas palestinos e israelenses pela Rota 90, a principal estrada que atravessa o vale do Jordão, uma fronteira rica em recursos na Cisjordânia ocupada.
Mas a pressão do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em anexar a área o preocupa com a possibilidade de perder seu sustento se sua…
View On WordPress
ADRENALINA ISRAELENSE
(obvious) por Roberto Bíscaro
A Netflix tem duas séries que farão fãs de suspense roer as unhas.
Em 2016, o articulista Brian Boyd, do The Irish Times, escreveu que Israel era a nova Dinamarca, quando se tratava de séries excitantes. O país escandinavo fora a locomotiva da invasão de shows estrangeiras na TV britânica, depois do sucesso da legendada Forbrydelsen. Suécia, Itália, Noruega,…
View On WordPress
Imagem do dia! Uma das integrantes da equipe da Israel Defense Forces - @idf divide a bandeira #israelense com a nossa bandeira #brasileira e posa para foto com um lindo #sorriso. #PrayForBrumadinho #OrePorBrumadinho #ForçaBrumadinho #TodosPorBrumadinho #IDFinBrazil (em Brumadinho) https://www.instagram.com/p/BtPPFgQho2l/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=14jql6e4m6o95
SOCIEDADE UTÓPICA
Martin Buber (1878-1965) filósofo judeu austríaco naturalizado israelense - conhecido pela sua filosofia do diálogo e por suas obras existencialistas - foi sionista cultural, anarquista filosófico e partidário de "uma terra para dois povos", buscando o diálogo entre judeus e árabes em Israel. Buber fala de uma sociedade autêntica em sua obra O SOCIALISMO UTÓPICO. Indica que um sistema coercitivo impediria o florescimento da espontaneidade e diversidade, indispensáveis para a formação de uma sociedade autêntica.
"Vimos que a finalidade do chamado socialismo utópico é substituir, tanto quanto possível, o Estado pela sociedade e, efetivamente, por uma sociedade "autêntica" que não seja um Estado dissimulado. Para o advento de uma sociedade autêntica são necessárias as seguintes condições: ela não pode constituir-se de um agregado de indivíduos que não estejam estreitamente vinculados entre si, pois sua coesão, nesse caso, só poderia ser mantida à custa de um princípio político de domínio e coação; deve compor-se de pequenas sociedades comunitárias e das federações dessas mesmas sociedade e tanto as relações entre os membros dessas sociedades, como as das sociedades e federações entre si, devem ser determinadas, na medida do possível, pelo princípio societário e pelo de vinculação íntima, colaboração e auxílio mútuo. Dito com outras palavras: somente uma sociedade profundamente estruturada poderá substituir ao Estado. Esse objetivo, por sua própria natureza, não pode ser alcançado, exclusivamente, através de uma mudança na ordem do governo, isto é, daqueles que retêm o poder em suas mãos e, tampouco, unicamente através de uma modificação no sistema da propriedade, a saber, dos detentores dos meios de produção; nem por qualquer instituição ou lei que regule, exteriormente, as formas sociais de vida e, tampouco, pela ação conjunta de todos êsses meios. Todos eles são necessários em determinadas fases da transformação, ficando naturalmente implícito que não deve resultar, daí, um sistema coercitivo que regula unitariamente o todo, pois esse sistema impediria o florescimento do elemento fundamental, que é a espontaneidade e a configuração interna, assim como da diversidade indispensável para a formação de uma sociedade autêntica. "
DIREITOS UNIVERSAIS
Zeev Sternhell, historiador israelense, um dos maiores especialistas sobre o fascismo na atualidade, em entrevista à revista História y Política de Madri, fala sobre os direitos nacionais como uma extensão dos direitos individuais e, por consequência, universais. Direitos que são negados aos palestinos.
Tradução livre da edição espanhola: Priscila Coelho Milacio
"Os palestinos fizeram o que puderam como uma sociedade patriarcal contra uma comunidade judia organizada e disciplinada que tinha um objetivo. Esta era a grande vantagem da comunidade judia e a de Israel depois. Mais ainda, os assentamentos estabelecidos mais além da Linha Verde depois de 1967 são a maior catástrofe na história do sionismo porque criam uma situação colonial. Criam uma situação que o sionismo tratou de evitar. Em certo sentido, o trabalho hebraico e a separação em relação aos árabes, impedia o colonialismo. Este apareceu depois de 1967. Em paralelo a todo dano infligido aos árabes palestinos, o sionismo salvou 500 mil, 600 mil judeus que não teriam sobrevivido se houvessem permanecido na Europa. O sionismo é, apesar de tudo, a realização dos direitos nacionais e tem direito a existir se reconhece os direitos dos palestinos. O sionismo se baseia nos direitos universais do povo à autodeterminação e o autogoverno. Estes são também os direitos dos palestinos. Quem impede aos palestinos o exercício desses direitos não pode reclamar esses direitos para si mesmo. Isto deve ser posto em prática. E requer uma visão liberal da nação que praticamente não há existido em nenhuma parte. Os direitos nacionais são uma extensão dos direitos individuais e, em consequência, são universais. Os direitos dos israelenses não são diferentes dos palestinos. É por isso que os assentamentos devem ser detidos e porque a solução de dois países para dois povos é a unica solução lógica, tanto para judeus como para árabes. A solução de um só Estado não somente é uma fórmula para a eliminação do Estado Judeu - Israel , e sim também a fórmula para abrir uma guerra sangrenta durante gerações. Dois países, portanto, um ao lado do outro, baseados em iguais direitos para ambos os povos. Qualquer outra saída nos levará ao colonialismo, à liquidação de Israel no marco de um Estado binacional."