text → jean
HM: You know I don't use this word lightly, but
HM: Jeanie, I fucked up
seen from United States

seen from Australia
seen from Singapore
seen from United States
seen from China

seen from Italy
seen from United Kingdom
seen from Pakistan

seen from Italy
seen from Hong Kong SAR China
seen from China
seen from Ethiopia
seen from China
seen from Canada
seen from United States
seen from Norway
seen from United States
seen from China
seen from Germany
seen from United States
text → jean
HM: You know I don't use this word lightly, but
HM: Jeanie, I fucked up
text → jeanie
HM: Jeanie?
HM: I'm home.
HM: Thought I should tell you.
HM: I'm sorry.
text → family
HM: Scott didn't do anything wrong, this is my fault.
HM: It's what's best for everyone.
[Replies to this conversation have been disabled.]
Será que existe essa parada de se colocar como prioridade na própria vida e até mesmo dentro de um relacionamento? Porque eu tento encontrar a resposta para essas perguntas diariamente e não consigo, de jeito nenhum e isso é frustrante. Frustrante porque em meio a tantas expectativas de que o outro aja como você agiria, você se frustra por não acontecer como estava na sua cabeça, nas suas expectativas! Expectativas que foram criadas por você pensar que te colocariam em primeiro lugar sempre, da mesma forma que você coloca. Acho que expectativas são a pior forma de frustração que existe. Quando criamos expectativas em cima de algo grande e aquilo não sai como pensamos, nós nos frustramos por isso, ou até em cima de algo pequeno e simples como a resposta de um simples "eu também te amo" sendo esperado como resposta de um "eu te amo" que você disse mesmo não querendo falar naquele momento, mas falou para não decepcionar e frustrar as expectativas do outro, colocando novamente o outro em primeiro lugar, mas o outro não teve a mesma consideração e adivinha? Frustrações por expectativas criadas em cima de uma resposta e também em cima das atitudes e demonstrações. O mundo hoje está cheio disso, cheio de frustrações por expectativas criadas das quais o único responsável é você mesmo e não o outro, porque somos pessoas diferentes, com pensamentos e modos diferentes, então nunca iremos reagir de acordo com as expectativas que foram criadas por outra pessoa! Até às expectativas que colocamos em cima de nós se tornam frustrantes às vezes, então imagina a de terceiros? Tenho a leve certeza de que expectativas são sim a pior forma de frustração que existe, mas também o único culpado por toda a frustração sentida em cima de expectativas criadas, somos nós por temos criado elas em primeiro lugar e aí vem a grande pergunta sem resposta: como lidar com as frustrações por expectativas criadas por nós, sem descontar no outro e querer culpa-lo por algo criado por você?
- Devaneios de uma cafajeste romântica.
Saudades de você vindo engatinhando na minha direção depois de me fazer gozar, sentar no meu colo, rebolar e me apertar dizendo no meu ouvido "amor, eu tô com muito tesão". Porra, que saudade!
- Devaneios de uma cafajeste romântica.
There was something to be said about telepathy as an ability. Sure, Warren’s wings were flashy and Scott’s eyes were useful, but with telepathy, there was something else entirely. It was like Betsy could feel every shift around her as it happened, if only because she could feel everyone else’s thoughts and sensations as they were one mind, giving her a complete view of the stadium. Not that it particularly came in handy when that was all she was doing, but it was good to know everything that was going on. As powerful as Betsy was, however, she had to particularly focus to be able to make any use of any of her abilities, and she knew that if anyone was going to be more savvy and figure out a bigger picture of this situation than her, it would be Jean. “Do you know if we got all the bombs yet?”
[ starter for @phoenixflcme !!! ]
16/07/2017 Me considero uma pessoa reservada, digo, pessoalmente. Através da Internet não me considero tão reservada assim, na verdade, pela internet me considero alguém extremamente babaca. Por algum motivo irracional, alguma parte de mim acredita que ser uma babaca é a melhor opção, desse jeito, consigo manter a parte reservada intacta e profundamente interessante para aqueles que realmente as querem conhecer, com por exemplo, os meus amigos mais próximos. De certa forma eu os admiro muito, sabe, por terem insistido, por terem passado pela parte babaca e conhecido todas as outras, até chegarem na profundamente reservada e completamente interessante. Não sei bem quando comecei a usar meu lado babaca como um escudo para decepções, mas em certos momentos, me questiono se realmente foi uma boa escolha ter criado esse escudo, essa "barreira" para as pessoas me conhecerem. Me pergunto se foi algo bom ser um espelho e mostrar o que as pessoas querem ver, e não o que eu realmente quero mostrar. Mas então, eu me convenço novamente que foi melhor, porque veja, eu bloqueio as pessoas, eu as desejo, porém as bloqueio e as afasto constantemente quando vindas com quereres maiores que apenas amigos. Quando se trata de estar com alguém, eu inconscientemente afasto as pessoas. Honestamente, tenho medo. Vivo com medo de me machucar e não conseguir me recuperar, mas ao mesmo tempo entro em controvérsia com o pensamento de querer, desesperadamente, conhecer alguém que me tire dos meus sapatos, que revire meu mundo, que bagunce os meus planos e padrões, que me faça quebrar todas as minhas regras, que me faça desejar o amor dela tanto a ponto de me fazer dependente, em bons sentidos, em maus sentindos, não importa, desejo desesperadamente o completo oposto de tudo que prego e isso me enlouquece. Vivo procurando pelos cantos, fantasiando e até desejando, que alguém cruze meu caminho e me enlouqueça de tal maneira a ponto de me apresentar, de verdade, o amor, a maneira de amar alguém, de desejar alguém, mas não apenas para o carnal e sim para todos os efeitos, causas, consequências, alguém que me faça experimentar o amor, porque eu de fato nunca vivi um. Vivi algumas pequenas paixões, que me fizeram experimentar novos sentimentos e sensações, mas nenhuma delas chegaram perto do que eu realmente queria sentir, nenhuma delas me prenderam e me conquistaram o suficiente para que eu quisesse mais. Eu quero mais. Mas como posso querer, desejar e implorar por mais, quando vivo constantemente me bloqueando para todos? Quando não acho ninguém interessante o bastante para que eu considere como uma boa opção, abaixar as barreiras? Como me entregar a tudo o que eu desejo e fantasio, quando não sei agir para que isso aconteça? E o mais importante, como me permitir viver com alguém, quando os meus padrões e expectativas são altos demais, fazendo com que eu sempre acabe me decepcionando e sendo a única culpada por isso? Eu honestamente gostaria de saber como consertar tudo isso.
Devaneios de uma cafajeste romântica.