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Onde habito meus hábitos se não nos outros?
Digo-lhes, viver é ser imenso como um inseto
Alguns tem a vida mais curta, como as asas de uma mosca
E como há de caber grandeza em algo tão miúdo?
Miocárdio...
Estreitar-se em monólogos estirado no chão de terra
Ter os pés nus e areia nos olhos: chorar até cerrar as pálpebras
Dito isto, nada se compara ao êxtase da companhia alheia
Habita em nós o dissabor do incompreensível
Como se fossemos maiores do que as pequenas coisas sobre a palma de nossa mão
Idealizar a vontade de um Deus que a muito permanecia desconhecido: saudamos a vida e abominamos a morte
Não vejo nada nos olhos além de luxúria, pecados que outrora acometi
Instinto animalesco, chamem amor - já não o trato com tanto afinco...
Nas entranhas da noite onde aqueço meu coração
O frio enrijece a leveza de um corpo inerte
Vejo estrelas e postes de luzes incomparáveis
Em chamas meus pesadelos vagueiam sob minha pele
Há quem diga de pouco afeto a beleza de um sonhador
Quando a cama não é nada mais além do que uma tese
Daqueles que quando deitam de bruços entre os lençóis
Fazem da própria solidão a melhor companhia da espécie
Orai por dias melhores em madrugadas insones
O primeiro raio de sol não ofusca tampouco fere
Dentre tudo que fica quando amanhece sobre os homens
São resquícios do aroma doce do pescoço das mulheres
O amor que dá certo É aquele que errado Quando venta lá fora Derruba telhado
O amor que dá errado É aquele que certo Quando chove bem forte Um raio cai perto
Lua Nova Para Velhas Noites
Fujo das amarras mas gosto mesmo é de abraço Se possível bem apertado o resto é indiscutível Pois o que é forte pode ser fraco E o fraco tão forte que pode ser invencível
A questão é quebrar correntes Por muito mais que uma sensação indescritível Sentir-se pleno e não mais doente Transgredir a essência num processo irreversível
A elegância do sofrer É chorar bem de mansinho Como se estivesse imitando O cantar de passarinho
Um pranto de desamor Há quem diga não ser nada Antes nada fosse Passarinho não cantava
Chorando como quem canta Parece até que é feliz Passarinho que é sem canto Voa alto por aí
Já que não possuo asas Nem cantar assim baixinho Vou fazendo da tristeza O que ela faz de mim sozinho
Dia-a-dia
Plantando sementes E despertando isso:
Medo de perder O que conquistou