#Repost @abraleoficial with @get_repost ・・・ "Me chamo Anna Carolina Rhinow, tenho 22 anos de muita luta e vida. Tive #câncer quando tinha 12 anos, e aos 18, ele sentiu saudades e veio me fazer uma visita breve. Iniciei meu tratamento contra um #linfoma de Hodgkin ainda criança, mal sabia pronunciar direito o nome do bichinho. Fiz quimioterapia, radioterapia e entrei em remissão, estava curada. Segui minha vida, tentado dar meu melhor depois de uma nova chance. 6 anos depois, na última consulta, prestes a receber a alta completa, iniciar a faculdade e ter a tão sonhada e esperada “vida normal”, um novo tratamento, uma recidiva do #Linfoma. Fui a luta novamente, queria vencer, e que tudo ficasse bem! Novas quimioterapias, novos desafios, o possível transplante de medula óssea, novos amigos, nova vida. Tive que aprender a lidar com as fraquezas, e entender que temos dias bons e ruins. Respeitar que nosso corpo, nem sempre vai acompanhar nossa mente, mas que no final, a resiliência (e paciência), valem a pena! Decidi não olhar para o lado ruim, queria mostrar que a doença que muitos não gostam nem de falar o nome, era pequena, e eu grande! Cansei, pensei em desistir, mas o amor e apoio que recebi foram maiores. Tive exemplos de guerreiros lutando ao meu lado, perdi muitos deles durante as batalhas, e ainda assim, sou grata ao câncer. Dei um até breve aos cabelos, ganhei cicatrizes, manchas e memórias. Sigo contando minha história, e tentando mostrar pra todo mundo que viver vale a pena, não importa o problema que esteja passando. Me perguntam do porque continuar no “mundo do câncer”, mesmo depois de ter superado, e acredito que seria egoísmo meu, guardar só para mim, tudo que aprendi. Junto com mais 4 amigos guerreiros, fundamos o Instituto A União Traz a Cura. Enfrentamos #leucemias e #linfomas, e para nossa cura, a doação de sangue e medula óssea foi essencial. Unimos nossas campanhas, e hoje, tentamos ajudar novos pacientes que precisam de apoio e doadores. Hoje estou curada, na melhor e mais feliz fase da minha vida, e independente se um dia precisar enfrentar o linfoma novamente, sigo firme e forte, porque eu tive câncer, mas ele nunca me teve!"