Carta aberta para mim...
Eu não me arrependo de nada que eu fiz, faria tudo e mais um pouco se pudesse, cada palavra dedicada, cada fala, cada texto, cada música dedicada, cada segundo gasto, cada ponto sem nó que eu dei, cada vírgula e ponto que coloquei, faria de tudo e muito mais se pudesse.
Do coração que sangra a meses, que se rasga aos prantos, que definha, que murcha e se machuca mais e mais a cada dia... A raiva, a tristeza, a angústia, a melancolia, ao desgosto, ao desprezo, a solidão que queima ao final do dia, um brinde a cada nascer do sol que como chave de ouro evapora tudo que sobra.
Leve Caos













