Três, dois, um: Nós vivemos! Remorso ao verso Moderno, e cravado nos ossos... Colombo combalido Mil direções E somente um pedido Traga-me a costa das especiarias Comédia de América Um vestido na latrina Um besouro santificado No lábio, beata bélica Convenço outras bênçãos, A ruírem como eu Em escárnio ao público, Vão além dos vales das varejeiras para ressuscitar-me Cílios, fumaça, janela Vícios, caça, Vela Atirado pela panela Para o almoço de vossos elucidados... Por cada corte Uma cura amiga Retribuída por um afago Bêbado escorrendo pelos dentes de Cérberos, amei a vós. Viúvas de Samsa Foram devoradas nos faróis Mesmo sem sol e chuva Caroche vendera o arquétipo casamenteiro Enterais as manticoras de areia Que rivalizaram olhares com teus moinhos E vós que entrais, ameaçai a razão! Nome? Muito belo mademoiselle, e sua funcionalidade?
Pão De Fábula, Pierrot Ruivo













