Vamos lá, quem diria eu aqui de novo, falando de você novamente, você que não significa mais nada a mim, você que eu não gosto e não tenho nem vontade de passar se quer perto, bom, o que falar? só sei dizer que me venho uma vontade enorme de escrever a ti de novo, de dizer que eu agradeço por todos os momentos contigo, mesmo eles sendo forçados da sua parte, mesmo isso, a maioria deles foram bons, além de ridículos, por que particularmente eu tenho uma mania estranha de gostar e achar ridículo ao mesmo tempo e a mesma coisa, em uma só, e era assim também com esse nosso relacionamento, que na verdade, nem sei se posso considerar um relacionamento.
Você fez falta durante muito tempo, você era quem eu achava que podia contar todas as vezes que eu ficava mal, até comigo mesma, mas você nunca nem se quer se importava comigo e não venha me dizer que isso é drama, nunca foi, sempre a realidade, e nesse conjunto de realidade dizer que minha burrice me facinava, por tanto acreditar em você, e pensar que um dia você mudaria por mim, que me amaria de verdade.
E no final de todo esse excesso de paixão e carinho que eu tinha por você e te dei, eu fui a que também sai com excessos de cicatrizes deixadas por você, a cicatriz da insegurança, a cicatriz de medo, a cicatriz da falta de amor próprio, por não me achar boa o suficiente, as cicatrizes que me ensinaram muita coisa, mas me machucaram também e isso doeu, com toda certeza doeu depois que percebi a marca e o trauma que isso deixou em mim, por simplesmente eu tentar algo de novo com outro alguém e eu ter medo de me entregar novamente.
Eu só passo aqui pra ainda dizer que mesmo eu tendo um nojo repugnante de se quer passar perto de você hoje em dia, eu ainda admiro seus olhos castanhos e que agora eu posso dizer que te amei, isso mesmo, que não amo mais, mas deixando o resto deste texto exorbitante o mais transparente pra ti, é dizer que pelo menos quando te amei, foi o mais verdadeiro possível que minha alma podia amar, e a pena disso tudo é que, nem a isso você deu valor.