Michael vc é filho da caçadora?!
Michael: A minha mãe se chamava Helena Bertinelli, ela era professora de literatura inglesa em Gotham University.
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Michael vc é filho da caçadora?!
Michael: A minha mãe se chamava Helena Bertinelli, ela era professora de literatura inglesa em Gotham University.
Outsiders
Ian Somerhalder como Michael Bertinelli/The Question
Phoebe Tonkin como Helena Wayne/Huntress
Henry Golding como Reiko Yamashiro/Katana
Jessica Henwick como Lian Harper/White Canary
Nico Tortorella como Dimitri Markov/Magma
Keke Palmer como Jennifer Pierce/Lightning
Legado dos Questões
Então, eu vou colocar aqui mais dois personagens que atuam em Gotham City e são membros da Batfamilia atual. Temos o já conhecido e amado por muitos de vocês que é o Michael e o nosso novato estreante o Jake.
São bem semelhantes entre si. Eles são filhos de Aves de Rapina e Questões (no caso a Renee também foi uma Ave de Rapina na época dela), então eles tem muito em comum. Sem falar que o Michael meio que vê o Jake como um irmão mais novo. Eu ainda estou pensando a respeito do futuro do Jake, afinal ele não é um personagem de minha autoria. Mas que eu curti bastante ao tê-lo comigo nessa dimensão.
Michael Bertinelli/Questão III - 30 anos
Jacob “Jake” Kane-Montoya - 22 anos
Não reblogem, por favor.
Thiago
e o michael que nunca mais apareceu por aqui?
Michael: Bem, eu estava trabalhando e investigando alguns casos. Resolvendo alguns, tipo acabei de retornar de Bludheaven porque consegui resolver o caso de um cliente meu. Dai fui lá, dá umas boas noticias…
Helena: Não acredito que você vai esconder segredo deles sobre isso. Pessoal, ele encontrou o filho do Jason. Vocês sabem, o filho que ele teve com a Ártemis e nunca conheceu. Pois é, descobrimos o paradeiro do Jack que também estava procurando o pai dele.
Jack: Isso não era para ser um segredo por enquanto até o meu pai saber que estou aqui em Gotham City? Mas sim, aparentemente eu sou filho de um cara chamado Jason Todd que vem a ser o Capuz Vermelho. É muita loucura.
Michael ☂ helena
☂ = Dando a eles um casaco/jaqueta para se manter aquecidos.
Michael Bertinelli e Helena Wayne
Helena acordou sentiu o frio lhepercorrer por toda a dimensão de sua espinha. Os pelos eriçados e a sensação dedormência denunciavam que não estava um lugar comum. Seus pés estavam a centímetrosdo chão e ela sentia cordas que lhe prendiam pelos pulsos a um gancho.
A visão da vigilante foi voltandoao normal, quando encarou por fim a carcaça de porco morto pendurada a suafrente. Ela não conseguiu reprimir o grito que se seguiu e a tentativafrustrada de tentar se soltar que foi em vão.
Ela notou que o lugar em que seencontrava havia outros suínos também mortos e perdurados como se fossem peçasde carne exposta em um açougue. Helena sentiu o cheiro de carne crua lhe impregnaras narinas e por um momento sentiu a sensação de enjoo subir por sua garganta. Novamente,ela tentou balançar-se para fora do gancho.
- Não se desespere, Hel. – disse Michaelvindo de algum lugar as suas costas – Eu estou trabalhando para nos tirardaqui. – Ao seguir a voz do detetive, encontrou a sua localização ao encararsobre o ombro, vendo que o parceiro encontrava-se preso a um gancho e amarradoassim como ela.
- Que lugar é esse? – questionouHelena enquanto tremia e exalava uma nevoa pela boca - O que aconteceu? Ondeestamos e por que está tão frio aqui?
- Foi uma armadilha – respondeu Michael– Uma maldita armadilha que eu deveria ter previsto. Estamos aqui porque eucometi um deslize. Sou o maldito culpado por termos acabado nesse lugar,certamente isso me ensina que não devo menosprezar os Cobblepot. – E se agitoue provavelmente fez o gancho que o prendia ranger já que produziu um sommetálico – Estamos na porcaria de um caminhão frigorifico.
- E para onde estamos indo? – perguntouHelena.
- Minha melhor dedução? Para algumcativeiro do Pinguim. Pelo som posso deduzir que não fica dentro de Gotham,provavelmente estamos seguindo por alguma estrada secundária em direção aointerior. Provavelmente, planejam nos torturar e tentar tirar de nos algumainformação que seja útil para eles. – disse Michael ríspido, provavelmenteainda com o orgulho ferido de não ter percebido a armadilha em que ambos haviamsido capturados. – Mas vamos conseguirsair daqui. – Ele colocou-se a balançar novamente dessa vez parecendo conseguircolocar seu peso para conseguir mais impulso. – Só preciso saber a hora certade pular.
- Tenha cuidado – disse Helena –Se eles ouvirem algo então nós só teremos encontrado mais problemas. - Então Michaelsaltou. Helena não foi capaz de vê-lo, mas soube no exato momento em queescutou o som produzido pelo choque brusco do detetive contra o chão. – Você estábem?
- Sim, não é tão alto – disse Michaelentão se colocando no campo de visão da garota – Eu vou segurar suas pernas ete empurrar um pouco para cima, dai você desencaixa-se do gancho. Entendeu? – Agarota assentiu e em seguida a dupla fez a ação como anteriormente tinha sidoexplicada pelo sem rosto.
- Então, qual é o plano dessavez? – Perguntou Helena quando Michael a pousou no chão – Vamos esperar chegar aolocal e atacar? – Parecia a decisão mais obvia, afinal eles estavam sem suasarmas.
- Vista isso – disse Michaelremovendo o sobretudo que usava e colocando sobre os ombros de Helena – Nãoadianta recusar, porque eu sei que você está sentindo frio. Você está tremendomuito.
- E quanto a você? – perguntou Helenaenquanto via o detetive desamarrando as mãos dela.
- Eu não estou sentindo frio –falou Michael, porém a caçadora compreendeu que aquilo provavelmente era umamentira dele para fazê-la se sentir melhor ou não se preocupar tanto com ele. –Tenho dois planos em mente, mas ambos são bastante perigosos. Terá de decidirpor nós qual dos dois é o menos arriscado.
- Por que eu? – disse Helena –Por que não você?
- Porque eu sou insano – disse Michael– Estou temporariamente com um desequilíbrio mental e posso acabar tomando umadecisão merda. Por conta disso, fica a seu critério o nosso próximo passo.
- Certo – perguntou Helena – Qualseriam as duas opções?
- A primeira, você já mencionou –disse Michael – A mais óbvia. Ficarmos aqui e esperamos que cheguem ao localpara qual estão nos levando. Quando abrirem as portas, nos atacamos e abrimoscaminho para uma saída. Além de surrar alguns capangas do narigudo de monóculo.
- Certo, então me diga: quais sãoos contras desse plano? – questionou Helena – Seria o tempo que teríamos deesperar? – O detetive assentiu.
- Podemos estar a horas dedistância do nosso destino – disse Michael – Permanecer nesse lugar com umatemperatura tão baixa, faria com que nossas capacidades intelectuais e movimentossofressem danos. Na pior das hipóteses? Uma morte lenta por hipotermia ou aperda de membros por conta do frio.
- Que animador. Ainda bem quedeixaram que mantivéssemos nossas luvas – disse Helena – Gosto muito dos meusdedinhos para perdê-los. – Ela viu Michael fungando - Tem certeza mesmo de quenão quer seu sobretudo?
- Tenho – disse Michael – Agora asegunda opção que temos é a seguinte: Encontramos uma maneira de chegarmos àquelaclaraboia no teto – ele apontou para cima e a garota conseguiu enxergar apequena portinhola que havia acima deles. – A arrombamos e andamos por cima do caminhãoaté a cabine do motorista. Atacamos os nossos sequestradores e fazemos issoantes de chegarmos ao nosso cativeiro.
- Como abrimos a claraboia? –questionou Helena – Eles levaram nossas armas e os nossos estojos deferramentas que poderíamos usar para arrombar a claraboia. – O detetivecaminhou pelo interior do veiculo e foi em direção a uma das carcaças de porcopenduradas. Então, puxou algo que parecia estar preso as costelas do animal. Foi só ai que Helen notou o que parecia serum gancho duplo e bastante graúdo.
- É uma ferramenta que açougueirosusam – disse Michael – Ela é usada para manipular carne em geral quando estãoem uma só peça. Mas nós podemos usa-la para nos prendermos a claraboia, nãodeve ter uma fechadura apenas deve estar fechada manualmente. Um de nós pegaimpulso e se pendura naquele declive ali. O restante não será tão difícil…
- Certo, parece um bom plano –disse Helena.
- Tecnicamente, sim… – disse Michael– Se desconsiderarmos os imprevistos.
- Quais são os contras? –questionou Helena.
- Há a possibilidade de estarmossendo escoltados e termos que enfrentar armas de fogo – disse Michael – Com nossascapacidades reduzidas, provavelmente seriamos atingidos e cairíamos no veiculopara a estrada. Não escutei outros carros além do caminhão que nos encontramos,mas há sempre a chance de eu estar errado por mais que sejam pequenas. Sechegarmos a cabine e atacarmos, pode ser que causemos um acidente ou omotorista pode acabar causando-o na tentativa de se livrar de nós.
- Ou seja, nesse segundo planotambém podemos morrer – disse Helena afirmativa.
- Chances de morte tanto lentaquanto rápida e aleijamento. – disse Michael – Estamos falando sobre andarsobre um veiculo em movimento. Não é como se fosse algo seguro de ser feito… –Ele encontrava-se de braços cruzados e em posição imponente por mais que quandofalasse sua voz era de trincar os dentes.
- Pega o maldito sobretudo,Michael. – disse Helena em uma voz autoritária – Você vai pegar uma pneumoniaassim. – Ela fez ameaça de remover a peça, porém o detetive a impediu e aencarou por detrás da máscara que lhe ocultava toda a face.
- Eu não me importo – disse Michael– Desde que você não fique doente então eu estarei bem. Agora, apenas meresponda o que vou te perguntar: O que nós vamos fazer? Qual a decisão que nós vamostomar para sair daqui?
Helena percebeu o que ele estavatentando fazer. Ele queria dividir a culpa caso algo desse errado, Michael erabom em tomar decisões só que o fantasma do seu erro recente o estava fazendoquestionar-se a si próprio. De outra forma, ele provavelmente já teria agido epensado qual seria o plano mais vantajoso sozinho.
- Penso que devemos agir daseguinte forma – disse Helena – Saímos daqui e aguardamos em cima do caminhãoaté que eles parem. Quando os capangas abrirem as portas e perceberem que nãoestamos mais no interior do frigorifico, então nós aproveitamos esse tempo dedistração e atacamos. Até lá, usamos o tempo a nosso favor para nosrecuperarmos.
- Bom plano – observou Michael –Tudo bem, eu vou pegar impulso naquela parede, pendurar meu gancho duplonaquele gancho onde eu estava pendurado anteriormente e me projetar na direçãodo declive. Então me penduro e…
- Você não vai fazer nada – disseHelena para o detetive – O plano é meu.
- Não é um plano inteiramente seu– disse Michael de braços cruzados – Claramente tem elementos dos meus doisplanos nesse que você fez. – Então ele tossiu e fungou. Ao ver aquilo, Helenarevirou os olhos enquanto despia-se do sobretudo.
- Vista isso e deixe-me tirar nósdois daqui – disse Helena jogando o sobretudo sobre a cabeça de Michaelenquanto com a outra mão pegava o gancho duplo. – Tem vezes que sua teimosia éalgo irritante.
- Não posso fazer nada a respeitodisso – disse Michael removendo a peça de roupa de sua cabeça enquanto ajeitavao chapéu que estava usando. – Agora me devolve o gancho.
- Nem pensar – disse Helena –Olhe e aprenda, Bertinelli.
E Helena mostrou seu potencial de ginasta,pegou impulso na parede e saltou para trás em um meio arco. Deu em seguida umrodopio no ar e prendeu-se com o gancho duplo no gancho preso ao teto. Elapraticamente flutuou até a claraboia, onde se pegou ao declive com a mão livree se sustentou no lugar graças ao gancho que segurava.
Houve uma troca rápida de olharesentre os dois, por fim foi que Michael vestira seu sobretudo novamente. Sempronunciar nenhuma palavra enquanto Helena abria a claraboia e se impulsionavapara fora.
Helena Wayne e Michael Bertinelli
1#. Helena e Michael se conheceram quando ainda eram muito novos. Ela tinha dez anos e ele estava em seus dezesseis. Isso só foi possível por conta da proximidade de suas mães, Selina Kyle e Helena Bertinelli.
2# .Mesmo Michael sendo alguns anos mais velho, ele tratou a garota bem por respeito a sua mãe. Ele era o tipo de adolescente fechado e territorialista que não gostava de crianças enxeridas mexendo em suas coisas. E Helena se encaixava nesse perfil. Naquela época, Michael ainda não tinha integrado na carreira de vigilante ou assumido o manto do pai. Ele era só um adolescente comum.
3#. Ela foi a primeira pessoa com quem ele falou depois que recebeu a noticia da morte de seus pais. Ele queria falar com Bruce, mas quem atendeu foi Helena. E no telefone, Helena desabou em lágrimas quando recebeu a noticia. Ela chorou por ele, já que o rapaz só viria a chorar semanas mais tarde depois de ter passado pelas fases do luto.
4# . Quando mais novos, eles queriam ser uma médica e um policial. Mas suas vidas os levaram a ser vigilantes, ele foi o primeiro a assumir a identidade de seu pai, assim se tornando o segundo Questão. Enquanto Helena tornou-se a Caçadora para ajudar Michael durante sua investigação sobre o “acidente de carro” que aparentemente tinha matado os pais dele.
5#. Eles foram uma dupla de vigilantes por cerca de três anos. Durante esse meio tempo Michael levou um tiro que era para Helena e matou um bandido que estava prestes a assassina-la. Esse segundo fato veio a ser o primeiro segredo deles.
6#. Michael foi contra Helena abandonar a faculdade de medicina para se dedicar apenas a sua carreira de modelo. Eles brigaram por conta disso e ficaram meses sem se falar.
7#. Michael sempre teve dificuldades de gostar de Reiko Yamashiro, o segundo namorado de Helena. Por conta de não conseguir ler por completo o japonês, na cabeça do detetive, aquele cara não podia ser tão legal o tempo todo. Reiko devia esconder algo, não tinha como parecer tão perfeito tendo o histórico de tragédias em sua vida.
8# Uma das coisas que Helena detesta em Michael é seu hábito de fumar. Desde que começaram a namorar que ele decidiu parar e tem usado adesivos de nicotina, não tem feito muito efeito, em especial quando ele passa por momentos de estresse nas suas investigações.
9#. Michael odeia a falta de organização de Helena e como ela rapidamente se apropria do apartamento dele quando vem visita-lo. Não que isto seja ruim, mas a falta de organização dela bate de frente com o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) dele.
10#. Helena adora quando Michael canta, não precisa ser necessariamente para ela. Michael costuma cantar no carro junto do rádio ou simplesmente quando ele sente-se tranquilo e de bom humor. E isso faz Helena feliz.
11# Michael gosta de quando ele a escuta e os dois saem para algum programa normal de casal. Se não fosse a persistência dela para que ele desse uma pausa em seus trabalhos de investigação era bem capaz dele perder a sanidade.
12# . Ele sabe que uma das razões para não ter se tornado um paranoico como o pai é exclusivamente ela. Mesmo antes de serem namorados.
13#. Helena quer que eles se casem (futuramente) e construam uma grande família juntos. Michael quer que ele venha morar com ele e que os dois adotem um cachorro juntos..Eles sempre vão tentar se convencer de que a ideia do outro é melhor.
Michael, você chegou a dizer que sua mãe era professora de literatura inglesa, certo ?? Você se interessa por literatura também ?? Quais são seu autor e livro favoritos ??
Michael: Sim, a minha mãe era professora na Gotham Univeristy. E eu costumava ler alguns livros quando era mais novo por incentivo dela. Ainda leio um ou outro, mas eu diminui a frequência por conta do meu trabalho. Meu autor favorito é Arthur Conan Doyle, e meus livros favoritos são Estudo em Vermelho e o O Cão dos Baskervilles.
Jennifer: Eu sei que você pode estar falando sério dessa vez. Mas não consigo parar de pensar o quão clichê é o fato de você como detetive ter como autor favorito o criador do Sherlock Holmes. E seus dois livros favoritos serem os mais populares dele.
Michael vc tem irmãos?
Michael: Não, nenhum irmão que eu conheça ou saiba da existência.