Interpreta-te os neo pueris adjetivos Endurecidos em sua velhice prematura Experiência adquirida do incriado Que criava-se em duras penas A beleza do cotidiano era afável Finita ao olhar conduzido A essência de outra sina Onde lhe era coroada a opção por venturas... Tenha estantes e montantes de estórias Mas faças mistério, não os mostre Porém cite-os de suas lembranças longínquas Mesmo confundidas com delírios da idade A fluência verbal era um disfarce Do poema prolixo Encontrado e celebrando por filhos e filhas Um reencontro com a sucata, diria você Voltando à interpretação Poupe-se, os ensaístas concretistas Estão vindo ao teu incômodo Trazendo dúzias de fonemas e frases altruístas pomposas Onomatopeias de uma verborragia Uma garganta que range Evitando sempre os vícios de linguagem Tronque por franzir vossas rugas Uma língua que transmita Entre outros interpretes Idiomas platônicos E esperanças cívicas Um nome acompanhando adereços Outro nome acompanhando miticismos Um sobrenome destacando a virtude Um codinome substituindo o teu filo...
Intelectualismo Empírico do Homo-Homúnculo, Pierrot Ruivo












