@mizxr,
a probabilidade de cruzar com algum aluno da armstrong e não sair querendo bater em alguma coisa era pequena o suficiente para juno ficar apreensiva quando viu a garota entrar em seu ambiente de trabalho, ainda mais quando sabia como era a sua relação com os bolsistas. pela centésima vez ela se martirizou pelo fato de trabalhar tão perto da escola a ponto daqueles encontros serem frequente, mas ainda assim seguiu na direção da nova cliente com seu sorriso de atendimento. juno não acreditava em deus, mas fez o seu caminho todo até ela rezando para não ser reconhecida, ela daria tudo para poder trocar de lugar com o outro funcionário da padaria, mas justamente naquele dia o desgraçado havia faltado sem nenhuma explicação. -- boa tarde, como posso te servir hoje?








