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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

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Game of Thrones Daily

Love Begins

Janaina Medeiros
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Sweet Seals For You, Always

PR's Tumblrdome

❣ Chile in a Photography ❣

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I'd rather be in outer space 🛸

oozey mess

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NASA

#extradirty
Alisa U Zemlji Chuda
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Flashlight // The front bottoms
babysharkbr,
“Minha redação. Está saindo. Minha redação está saindo…“ cantarolava baixinho com um sorriso enorme no rosto enquanto digitava no computador com tamanha rapidez que chegava impressionar. Mary nem mesmo tirava os olhos da tela, só levantou a cabeça quando sentiu alguém lhe tocar “Hun? Falou comigo”
não, longe de mim querer atrapalhar toda essa concentração sua. -- riu baixinho, mas a sua curiosidade falava mais alto na forma em que ela se inclinava sobre a mesa para poder dar uma olhada no que mary fazia. -- na verdade eu estou é impressionada, mas e a redação, saiu mesmo?
naomshwthrone,
Naomi estava nos jardins, lendo sossegada um livro, aproveitando o belo dia de sol. Era bom ter um momento de paz. Apreciar os pequenos momentos da vida, agradecer por estar alí e pelo que a vida lhe deu. Foi quando seus pensamentos foram interrompidos por um cachorro saltando para seu colo “Oi coisinha mais linda!” Disse animada, começando a acariciar o animal “Aonde está seu dono?” Perguntou, olhando em volta vendo se alguém estava há procura do animal.
or like for a close starter
em seus poucos momentos de folga, juno tentava ser o mais produtiva possível, sempre adiantando suas tarefas eu lendo os textos para as aulas seguintes, o único problema mesmo era que naquele momento, no lugar de ser produtiva, ela estava quase dormindo com a cara no livre de história e o que a fez despertar foi a animação da garota perto de si. -- e se ele te mordesse? -- arregalou brevemente os olhos, nunca havia sido muito fã de animais, especialmente daqueles com mais de 40 dentes na boca.
tommyfischer,
Thomas estava se sentindo em um sonho. Aquela escola era enorme e tudo parecia tão diferente de sua realidade que ele custava a acreditar que estava realmente vivendo aquilo. Ainda estava meio perdido, isso era uma certeza, mas com a persistência que corria em seu sangue era certo que ia se encontrar, uma hora ou outra. — Ahn, pode me ajudar? — Não era o maior fã do mundo de interações sociais, mas estava sozinho naquele mundo novo, precisava de um mínimo de ajuda pra se achar, então perguntou a primeira pessoa que passou por ele no corredor, logo assim que ele saiu da secretaria após concluir a matrícula. — Estou tentando achar meu armário mas não faço ideia de pra qual lado ele fica.
juno tinha a mania de simplesmente se desligar do mundo a sua volta quando andava pelos corredores do instituto, o que acabou se provando muito efetivo inúmeras vezes, a falta de atenção proposital a impedindo de ouvir coisas que definitivamente lhe aborreceriam e quebrar o nariz de alguém tão cedo pela manhã era algo que não estava em sua imensa lista de afazeres. no entanto, o semblante perdido do rapaz a fez parar, ela assentiu com a cabeça diante de sua dúvida, que por sinal era extremamente válida, a própria ainda se perdia pelos corredores. -- qual o número? pegou a combinação também? quando cheguei me esqueceram de passar e foi um pesadelo. enfim, os primeiros quinhentos ficam a direita no corredor norte e o resto para a esquerda, não é nada complicado. -- apontava nas direções que citava em sua explicação e, quando terminou, lhe ofereceu um breve sorriso, não era uma miss simpatia, mas tentava passar confiança. -- você é novato, também?
evaltieri,
Um sorriso em agradecimento pelo ato, e fala, da garota se dispôs sobre os lábios de Eva ao deixar que seu olhar descansasse sobre o rosto à frente, parando ali para observar, com mais atenção, de quem se tratava a pessoa que a atendia. — Eu até prefiro que ele não venha mesmo. Imagina ter que recusar na cara, e provavelmente aguentar ele falando alguma merda? — Estava tão acostumada com aquele tipo de tratamento vindo de homens que nem sequer hesitava em achar que a maioria adotava atitudes semelhantes. Para alguém que vive rodeada de boatos que não a contemplam, estar longe daquele padrão era o que lhe mantinha sã durante a época de aulas. — É? — O comentário alheio sobre lhe dar o número de telefone chamou a atenção, e logo os pensamentos anteriores se esvaíram. — Bom, talvez você devesse colocar em um guardanapo e deixar por aqui despretensiosamente. Eu prometo que esse eu não jogo fora. — Dizia em meio a um semblante que beirava à diversão, não esperando, de fato, que a morena compartilhasse o contato, mas ainda assim dando abertura para tal.
okay, eu não pensei nisso, mas eu acho confiança atraente, se eu gostasse da espécie, aquele provavelmente estaria no fim da minha lista. -- com o fim do turno chegando, juno se encontrava bem mais livre para poder ficar ali no balcão, até fingia passar um guardanapo pela superfície para fingir estar trabalhando, a verdade era que preferia bem mais dar atenção à loira do que ao resto dos clientes. -- bom, como eu disse, eu gosto de confiança. -- comentou, despretensiosamente, dando um sorriso de canto antes de tirar seu celular do bolso da calça e oferecer para a garota com um novo contado aberto e apenas esperando pelas informação. -- pode me dar o seu número?
audchvlier • 𝐅𝐋𝐀𝐒𝐇𝐁𝐀𝐂𝐊
quando juno afastou a franja, oferecendo à audrey um sorriso, ela também sorriu de volta, desviando o olhar por alguns segundos antes de voltar a encara-la. a presença da outra a deixava confortável, principalmente porque não parecia ter a julgado por estar aos prantos, escondida em um dos banheiros da escola, no entanto, ainda assim, sentia-se exposta, como se algum segredo seu tivesse sido revelado. “então…” repetiu a fala alheia, dando uma risada nasalada. não fazia ideia do que falar, porém, a garota foi mais rápida, o que acabou sendo um alívio. “ah, eu gosto sim! eu sempre tive vontade, desde pequena. sei que parece bobo, mas era tipo um sonho antes de entrar no ensino médio. não sei bem o motivo, acho que eu também sempre achei atraente essa coisa de jogar as pessoas pro alto.” riu. “mas deveria tentar, aposto que você ficaria ótima naqueles uniformes.”
eu acho que toda garota já teve essa fantasia de ensino médio alguma vez na vida. -- ela própria, que jurava ser a pessoa mais realista do mundo já pegou se imaginando naquele uniforme, era um pensamento estúpido e muito longe de sua realidade para ela insistir, mas uma partezinha de si se encheu de alegria com o que a garota havia dito. -- você acha? -- riu baixo e, bem, imaginar não faria mal algum, mas a realidade sempre tinha um jeitinho especial de acabar com as esperanças de juno. -- bom, eu trabalho dois empregos para pagar o que a minha bolsa não cobre, acho difícil eu ter essa chance nessa vida. quem sabe na próxima. -- a brincadeira era sua resposta automática depois de ter revelado mais do que devia, não era como se tivesse vergonha daquele fato, mas sempre que ela dizia algo sobre, sempre recebia olhares de piedade que simplesmente acabavam com a sua paciência, ela apenas esperava que audrey tivesse a mesma reação que juno teve quando a viu chorar, ignorar o elefante no canto era sempre a melhor opção, ainda mais por ela estar gostando de ter aquele papo genérico de ensino médio, era uma experiência inédita para ela.
kctherinz,
Mesmo diante da resposta alheia, Katy ainda não tinha entendido o que ela queria dizer com aquilo. Qual era o problema com ela, afinal? “Princess?” Aquela era nova para a rebelde. De qualquer forma, continuou tentando compreender de onde vinha tanto alarde. “Sorry, eu nunca vim pra cá. Não sabia que tinha fama de ser um lugar perigoso.” Admitiu, encolhendo os ombros por um segundo. A verdade era que a Gardner apenas começou a andar procurando acabar bem longe de casa, mas sequer sabendo para onde ia. Não era a primeira vez que fazia algo do tipo, por isso não se preocupou. Depois que o pai já estivesse dormindo, pretendia pedir um Uber e voltar para a casa. Virou o rosto na direção que a morena apontava e assentiu. “Well, thanks. Pelo aviso.” Voltou o olhos para a jovem e a encarou com certa preocupação. Se era um lugar tão ruim assim, ela estaria mesmo segura? “E você vai ficar?”
a ignorância da outra se tratando de um dos lugares mais pobres da cidade falava muito de onde ela vinha e por mais incrédula que juno estivesse, preferiu não comentar como aquele era o perfeito exemplo do que ela tentava dizer quando havia a definido daquela forma antes. -- spring valley é melhor do que aqui, para a próxima vez que decidir se perder. -- comentou baixinho, estava pronta para seguir o seu caminho um pouco a contra gosto quando foi surpreendida com a questão da morena. -- na verdade, eu me sentiria melhor se te acompanhasse até um lugar menos perigoso, posso? -- aquilo significava que ela teria menos tempo para dormir, mas pelo menos a deixaria com a consciência mais leve. -- desculpa pela abordagem meio agressiva, eu meio que entrei em pânico quando vi o uniforme da armstrong. -- sussurrou a última parte, fazendo uma breve careta, a maioria dos alunos ricos não gostava dos mais pobres e o sentimento ali era mútuo. -- me chamo juno, aliás, estudo lá também.
mizxr,
mizar não tirou os olhos do celular quando escutou a voz da atendente, demorando alguns segundos para responder enquanto digitava nervosa palavras de baixo calão sobre sua mãe enviadas para sage. finalmente, depois de completar sua mensagem levantou seu rosto com um sorriso educado posto nos lábios que se transformaram em algo cínico ao reconhecer uma dos novatos fortunados pela bolsa do colegial. — oh, posso pegar meu pedido de graça, honey? de onde venho está se tornando uma coisa bem comum. — apesar de sua fala, não demorou para abrir sua bolsa e tirar o cartão de débito em seu nome da carteira. — vim buscar um pedido no nome de analya eakins. — o pedido consistia em um bolo de chocolate amargo low carb e lactose, não era nenhuma ocasião especial, mas a mulher estava com um desejo insaciável faziam alguns dias e usando a desculpa de suas amigas estarem visitando a mansão eakins, não hesitou em infernizar a filha para buscar o pedido. — se ainda não tiver motivos para cuspir no pedido, eu te dou completa liberdade. é isso que sua gente costuma fazer, não? — costumava ser educada com atendente e vendedores, mas aquela em questão havia sem fazer nada demais desativado o filtro de noção da jovem eakins.
juno deveria acostumada com aquele tipo de comportamento das pessoas daquele instituto, era algo que ela esperava até, então não tinha uma explicação razoável para a forma que ela praticamente podia sentir o sangue em seus olhos, as mãos fechando em punho na barra de seu avental, as unhas curtas contra a pele fina de suas palmas a única coisa que a impedia de perder sua civilidade. -- sounds rough, miss. dever ser muito difícil mesmo ver outras pessoas tendo as mesmas oportunidades que você sem precisar subornar ninguém -- até a ironia se perdia em meio ao tom seco de suas palavras, contrastando com o sorriso de atendimento que ainda estava em seus lábios, era um conceito muito abstrato para si como aquelas crianças ricas repentinamente começaram a ligar para como o dinheiro era gasto dentro do instituto. -- só um instante. -- fora a oportunidade perfeita para ela acalmar seus nervos enquanto buscava o bolo na cozinha, pelo preço, juno esperava que fosse um bolo maravilhoso quando na verdade tinha uma aparência ordinária e todas as exigências da cliente provavelmente também tirava toda a graça do gosto. juno não pode deixar de pensar em como aquela era uma ótima metáfora para aquele tipo de gente enquanto voltava para a frente da loja com o bolo: desculpando toda a podridão com montes de dinheiro. -- não, eu tenho certeza que esse tipo de coisa é mais do feitio de gente como você, do que como eu. faça você mesma, só cuidado para não se engasgar com o veneno. -- sorriu para a garota ao lhe oferecer a embalagem requintada do bolo. -- qual a forma de pagamento, miss?
rileynavarro,
— Chorar? — saber que o aleatório reencontro causaria tamanha emoção na Juno surpreendeu Riley, pois não imaginava que sua presença fosse tão significativa assim. Como será que a vida dela se seguiu depois que se afastaram? A pergunta presa em sua mente. Ter as mãos femininas segurando seu rosto tão carinhosamente foi um verdadeiro flashback para a morena, várias memórias sendo resgatadas naquele simples gesto. — Gostou dele? — riu com o comentário sobre o próprio cabelo, ficando até curiosa sobre qual seria a reação dela ao ver suas tatuagens, todas escondidas por baixo de seu blazer. — Você também mudou quase nada… na real, é até engraçado te ver vestida com esse uniforme. — sorriu, evitando comentar sobre o semblante claramente cansado da garota. Nunca a vira de tal forma quando eram mais novas. Navarro franziu o nariz numa careta com a piada da garota, mas sempre carregando um semblante leve. — Ah, você está aqui com bolsa também? No meu caso, a bolsa é de cem por cento graças a minha mãe, que está trabalhando como professora no instituto faz uns anos. Tudo está indo muito bem conosco. — não sabia ao certo o que deveria contar, mas o assunto família deixou Navarro curiosa também. — E como estão as coisas com sua mãe?
o questionamento alheio fez juno lembrar que toda aquela animação provavelmente não combinava mais com quem ela era e tentou diminuir um pouco. -- as coisas se complicaram um pouco desde a última vez que eu te vi, estou sentindo muita coisa com esse reencontro. é estranho. -- se justificou rapidamente, seu sorriso era menor do que antes e seus olhos inquietos pareciam incapazes de fitar os da amiga por medo de que suas mentirinhas brancas ficassem mais transparentes em seu olhar lamentável. -- é totalmente a sua cara. -- assentiu veemente, parando para pensar, nem sabia porque tinha ficado tão surpresa, riley sempre teve uma aura meio rebelde aos olhos de juno. -- eu me sinto estranha nesse uniforme também. -- comentou com um risinho, mas seu desconforto transparecia na forma como ela tentou ajeitar seu blazer, ela não era a primeira dona daquele uniforme e mesmo que cuidasse extremamente bem dele, vivia apreensiva que alguma marca de uso se mostrasse e acabasse se tornando mais um motivo para encheram o seu saco. -- sério?! será que ela ainda lembrar de mim? diz oi em meu nome quando ver ela. -- o comentário de como ela estava feliz que eles estavam bem ficou preso no nó em sua garganta quando riley mencionou sua mãe e levou alguns instantes para ela engolir o enjoo que aquele assunto lhe trazia. -- minha mãe... eu não a vejo há algum tempo. -- disse da forma mais natural que conseguiu, logo focando seus olhos em sua bandeja.
[...] but living was hardest. 𝔟𝔯𝔬𝔨𝔢𝔫 & 𝔟𝔯𝔲𝔦𝔰𝔢𝔡, a juno riemers playlist ― listen.
sacge,
estava distraída com o aparelho celular que nem notou que uma câmera estava sendo apontada em sua direção. os olhos se ergueram até a figura feminina, pronta para fazer um dos seus dramas a respeito, quando escutou sua explicação. um sorriso aparecendo em sua boca com o elogio. não era mesmo muito difícil convencer sage quando palavras como ‘linda’ eram usadas para descrevê-la. tanto que até deixou o aparelho de lado, focando-se na outra. “eu não recusaria, principalmente depois de ser chamada de linda por alguém tão linda quanto. mas posso saber sobre o que é esse projeto?” ergueu uma das sobrancelhas, perguntando a garota. não se importava, realmente. ainda toparia por mais absurdo que fosse.
o leve tom rosado de suas bochechas tinham como causa a volta do elogio que havia disparado sem pensar duas vezes, não era algo que ela esperava. -- obrigada, você é bastante gentil também. se soubesse que meu elogio teria todo esse peso na sua decisão, eu teria caprichado mais. -- brincou, rindo brevemente. -- eu faço parte do clube de fotografia de onde eu estudo e essa semana estamos passando pelos aspectos mais técnicos, tipo contraste, luz e sombra, essas coisas. -- o seu dilema ali era tentar explicar que juno havia gostado do perfil da garota sem soar como uma esquisita, optando por não falar e ter a chance de estragar tudo, mostrou o visor da câmera para a garota, passando algumas fotografias até chegar em uma que ela havia aparecido no fundo. -- foi totalmente acidental, eu juro. nem sei do que eu estava tirando a foto na verdade, porque você roubou todo meu foco.
zachwry,
Estava entrando em casa quando viu a cena, tinha ido correr sem importar-se com a chuva e apesar do clima não ser dos mais favoráveis, no meio ao movimento não sentia frio e não importava ficar molhado. Estreitou os olhos ao ser chamado atenção erguendo os ombros como se pedisse desculpas. “Foi mal, eu só fiquei indignado com o que aconteceu…” Disse qualquer coisa que lhe veio a mente. “E você estuda no meu colégio… Eu acho.”
well, that makes two of us. -- a resposta rude saiu antes que juno pudesse processar suas palavras, em sua defesa, boa parte de sua raiva ainda era direcionada ao motorista irresponsável. parou de tentar melhorar o estado de sua roupa depois do que o garoto havia dito, arqueando as sobrancelhas enquanto observava seu rosto em busca de qualquer traço familiar. -- armstrong? actually, se for, você podia me emprestar um guarda-chuva, né? juro que devolvo.
zkylc,
— Hum? — Zoe detestava as aulas de educação física, principalmente quando tinham aquele momento para mostrar o quão atléticos eram. Já estava na equipe de basquete, era o suficiente para provar que não era ruim em todos os esportes, correto? Cortou seus pensamentos para focar no que a mais nova dizia, contendo sua risada. — Não sei… Se você quiser testar suas habilidades como atriz, eu aceito ajudar. Só se jogar nos meus braços, eu te seguro e levo para a enfermaria… Ou alguém me ajuda. Não sei se você é pesada. — Franziu a testa, olhando-a brevemente dos pés a cabeça. She’s pretty. E você disse para ela se jogar nos seus braços… — Hum… — Ficou instantaneamente sem graça com o próprio julgamento, coçando sua nuca. — Quando eu disse de se jogar, foi literalmente… Não… Em qualquer outro sentido… Okay? Só caso tivesse entendido errado, sabe…
hmmm, seu plano é bom, vejo algumas falhas, mas isso é porque eu sou esperta e não acreditaria nos alunos se fosse professora. -- aquilo certamente não era algo que juno faria, mas naquele momento ela estava seriamente considerando porque, poxa, era educação física, sua consciência nem pesaria tanto assim por estar jogando seu dinheiro da mensalidade no lixo. -- promete me pegar de jeito? -- tentou disfarçar a provocação como uma dúvida genuína, mas seu sorriso de canto acabava lhe entregando. -- ah, até que eu estava gostando de fazer o papel de donzela em apuros sendo salva por outra donzela, fazia o meu estilo, mas acho que posso me contentar com só usar você de apoio. já sei! -- se pôs de pé imediatamente, estendendo a sua mão para que a morena a seguisse. -- eu me apoio em você e fico meio mole, dá pra falar que minha pressão caiu, sou pálida o suficiente para fazer funcionar. me ajudando você também ganha um ticket para liberdade. win-win.
audchvlier • 𝐅𝐋𝐀𝐒𝐇𝐁𝐀𝐂𝐊
“sim, audrey chevalier.” pegou as toalhas descartáveis oferecidas pela outra, passando no rosto até que secasse, em seguida, as jogou no lixo. “ah, eu me lembro disso… esse dia foi uma bagunça, não é?” riu, abaixando a cabeça por um breve momento. embora ainda se sentisse triste, seu humor começava a melhorar aos poucos, o que era um alívio. para audrey, não existia coisa pior do que chorar na frente de alguém. “no, no… please, stay.” pediu, temendo soar muito desesperada. embora juno fosse praticamente uma desconhecida, a líder de torcida havia sentido conforto em sua presença. “i mean, eu não me importo de jogar conversa fora. Também tenho o próximo período livre.”
foi terrível, vou te contar que não era aquele tipo de organização que eu esperava do instituto. -- concordou, acompanhando a garota em seu riso, deixou de fora a parte do quão humilhante havia sido quando a organização tentou se retratar do pequeno erro, tirando a repetente do grupo de apresentação, águas passadas podiam não mover moinhos, mas juno tinha uma grande capacidade de guardar mágoas. no lugar de respondê-la, juno apenas afastou uma mecha de sua franja que estava no rosto da garota, lhe oferecendo um sorriso afável em troca. -- então... -- divagou, não contendo um breve riso de sua tentativa falha de puxar assunto, a diferença em seus mundos ali era bastante clara, juno estava a pouco de comentar sobre o clima até se lembrar de já ter visto a loira pelo instituto com seu uniforme de líder de torcida. -- ah, você faz parte da equipe de torcida, né? você gosta? sempre achei interessante, provavelmente tentaria participar se tivesse tempo. tem algo sobre jogar pessoas para alto que me soa bastante atrativo.
kctherinz,
Quando ficou sabendo que seu pai havia voltado de Washington, fez questão de ficar o mais longe possível de casa. Não queria precisar ouvir as queixas do homem, mesmo após ele ter passado mais de duas semanas fora de casa. Apenas seguiu uma caminhada longa até Paradise Hills. Tinha um cigarro na mão e ouvia Rolling Stones quando a voz da garota soou próxima, a obrigando a retirar os fones do ouvido. “What?” Franziu o cenho, ainda sem conseguir compreender o motivo para que ela estivesse tão aflita. “Eu acho que conheço você, nã…” Apontou para a morena e esperava alguma resposta, quando foi pega de surpresa com a informação, que a obrigou a desviar o olhar pra o tal beco. “Como assim pessoas como eu? Você eles não roubam?”
a despreocupação da garota era de causar inveja em juno, de verdade, mas no momento a garota estava mais preocupada com o iminente perigo do caminho que ela pretendia seguir. -- pessoas como... -- fez um gesto amplo que compreendia toda a figura da garota e seu ar de petulância que claramente não pertencia a um lugar como aquele, -- você. -- concluiu por fim, dando de ombros pois sabia que havia acabando sendo inconclusiva e, não, não iria elaborar naquilo. -- eu moro aqui, princess. -- seu tom ácido não vinha de um lugar de maldade, era só a sua ansiedade falando mais alto. -- ninguém em sã consciência passa por aqui, ainda mais tão tarde assim. vai por ali que pelo menos é mais seguro. -- indicou o caminho oposto que a garota fazia, o aviso para que ela voltasse para de onde havia vindo estava implícito.