REGISTROS ESCRITOS SOBRE OS ALUNOS DO INSTITUTO DURMSTRANG, REVISADOS PELO DIRETOR FENRIR MAGNUSSEN EM 2001.
FICHA ACADÊMICA DE MIRAY, TAMBÉM CONHECIDO COMO MUSE 46 MARCADO PELA GEBO.
FICHA GERAL
Nome completo: Miray Thiên Dường Zetterström.
Idade e data de nascimento: 20 anos, 19 de novembro de 1981.
Gênero: Cisgênero feminino.
Fisionomia assimilada à: Lana Condor.
Status sanguíneo: Puro-sangue.
ANÁLISE ACADÊMICA
Ano escolar: Décimo ano.
Casa escolhida: Hjarda.
Extracurriculares: Economia Geral.
Clubes e esportes: Clube de Poções, Batedora de Quadribol e Domesticação de Aves Predatórias.
Conduta analisada: São poucos os professores que possuem algo a comentar negativamente a respeito de Miray, considerando suas notas praticamente impecáveis. O que não pode-se dizer a respeito da jovem, no entanto, é que possui um um currículo sem detenções, em decorrência do seu estado impetuoso, envolvendo-se em algumas brigas com certa frequência.
ANÁLISE MÁGICA
Capaz de produzir um patrono: Sim, cegonha.
Habilidades mágicas observadas: Dentre as áreas que estudou até a atualidade, a aptidão concentra-se em poções, bem distinto do que era esperado de um Zetterström. Possuem uma habilidade relevante em domesticação de animais, um dom herdado, mas seus anseios quanto ao futuro não incluem o negócio da família.
Pontos fracos a serem trabalhados em: Em questão de magias ofensivas, jamais foi a melhor, o que com certeza fez com que desistisse do sonho de fazer parte do Departamento de Execução das Leis da Magia. De acordo com sua falta de habilidade em duelos, é de se esperar que Myran seja igualmente ruim em Arte das Trevas, uma matéria que torcia o nariz graças aos ensinamentos da mãe; essa “expectativa” corresponde à realidade, uma vez que é um milagre que tenha aguentado todos os anos que teve na matéria. O temperamento de Myran, no entanto, faz com que estude com avinco as duas matérias, temendo que seu desagrado acabe por afetar seu desempenho.
Fylgjur: Dragão Olho-de-Opala, mas opta por permanecer com o tamanho de um canário para evitar grande alarme.
PERSONALIDADE ANALISADA
Alinhamento de personalidade analisada: Chaotic neutral.
Pontos fortes: Dentre todas as ofensas que podem ser dirigidas à Miray, a última que poderia ser utilizada é desonesta. Deixa bem claro os seus posicionamentos, por mais polêmicos que sejam, jamais baixando a cabeça diante de críticas alheias. A sua sinceridade, que para muitos é nada mais do que uma língua afiada, é bem conhecida pelos alunos de Durmstrang, que muitas vezes chocam-se com a ousadia presente. É uma menina muito inteligente também, o que não pode ser negado, uma vez que esforça-se ao máximo para obter as melhores notas e chateia-se quando não consegue.
Pontos fracos: Os olhos amendoados carregam uma grande tempestuosidade, ameaçando um descontrole a qualquer momento. Extremamente imprevisível, pode estar sorrindo em um momento e, com poucas palavras, chegar no auge da raiva. O orgulho também é um grande fato que pode incomodar aqueles que tentam aproximar-se de Miray, uma vez que torna-se uma pessoa competitiva com os menores e mais irrelevantes aspectos. A verdade é que move-se pela emoção, então seus movimentos são muito pouco calculados.
Fobias: Quando era mais nova, temia animais pequenos, como insetos e galinhas, acreditado que eram daquele tamanho porque se fossem grandes, causariam enormes estragos. Com o tempo, superou esse medo, mesmo que outro ainda a atormente desde a infância: o do escuro. Pode soar infantil e irracional, mas desde quando escolhemos nossos temores? Por isso, passa as noites em Durmstrang sempre com uma luz próxima a si. Além disso, em decorrência de um trauma que teve, possui um grande medo daqueles ao seu redor morrerem subitamente, os pensamentos a respeito assombrando Miray frequentemente.
ANÁLISE FAMILIAR
Cidade natal: Rovaniemi, Finlândia.
Estrutura familiar: Kieu Thiên Dường, uma mãe vietnamita que mudou-se para a Finlândia após ter sido abandonada pela família após suas opiniões fortes a favor dos nascidos trouxas, acabou envolvendo-se com o sueco charmoso Erik Zetterström, um exímio domador de dragões do banco regional, que, por ser o mais novo de quatro irmãos, jamais recebia muita atenção. A mulher era uma ativista que constantemente publicava artigos em jornais bruxos, o que fez com que fosse perseguida e, consequentemente, morta por recusar-se a voltar com o que tinha falado. Erik, pensando no melhor para Miray, aliou-se à família, permanecendo neutro em todo o embate que acontecia.
Presença da família nos assuntos acadêmicos: Em troca da proteção de Erik e Miray, os Zetterström decretaram que a jovem deveria começar a morar no enorme recanto de dragões na Suécia. O pai, no entanto, não poderia abandonar seus afazeres no banco, então despediu-se da menina, aceitando que deveria iniciar os estudos em Durmstrang. Desde então, é constantemente manipulada pelo sentimento que deve algo aqueles que protegeram-na enquanto era mais nova.
OBSERVAÇÕES GERAIS
Os sonhos constantemente são interrompidos pela memória da morte da mãe. Estavam comendo o jantar de forma natural, quando os Comensais chegaram, exigindo a presença da mulher. Aparentemente, os pais sabiam que aquele momento chegaria, já que Miray foi empurrada para dentro de um armário, enquanto o pai tentava desesperadamente conversar com os homens, implorando para que mudassem de ideia. O lampejo de cor, junto com o terrível grito de Kieu, fez com que os pés da menina vacilassem de onde estava escondida. Não demoraram-se, então assim que foram embora, Erik não hesitou em levá-la para um lugar seguro.
Muitos nascidos-trouxas não acreditam quando Miray fala, mas realmente conheceu o Senhor Claus (ou Santa Claus, como insistiam em chamar). Era seu vizinho na época que morava na Finlândia, adorando visitar ele e sua esposa pelos biscoitos deliciosos que faziam. Não era uma surpresa que Kieu e ele fossem tão amigos, uma vez que ambos compartilhavam o amor pelos trouxas. No dia 25 de dezembro, adorava observá-lo voar pelos céus, em uma promessa que presentearia as crianças. Deliciava-se com a visão, parecendo inacreditável sob a visão inocente da menina.












