Olha-me o rosto por entre a neblina Tente adivinhar-me o nome O filo será dos desgranhados O rosto fora um quase Narciso teu Meu sobrenome seria um anagrama À despedida que nossos corpos proporcionam Cigarro cômico por pulmões Os olhos famintos por amores em conserva Também respondo por atraso e dissolver Volta ao meio da rosa novamente Que nenhum deus a vigia Contudo és objeto de decoração de viúvas Aos teus ouvidos, patente marinheiro Atente-se, não sou tão formal assim Pertenço a clandestinidade do mar Regurgitado pelo mesmo por indigestões A vida esteve além dos teus olhos de vidro Poupe-se! Poderás sintetiza-las Em frases recolhidas da filosofia fast-food Apresentam estarem refrigeradas e centrifugadas no ébrio cardápio O feitiço do caminhante era reconhecido Através do do peso de suas olheiras Tal qual a profundidade abnegaria O pranto escrito nos muros da cidade As inafiançáveis noites Que passei amando bolsos Meu sono, meus olhos comemorativos Tu em meu sonho, o suspiro de um paz tardia Marque-me como sou hoje Estranho aos teus lábios e ouvidos Amante aos teus olhos rúbricas Rebobinados em tom oitentista
Eu Continuo a Lavar-me de Teus Lençóis, Pierrot Ruivo











