Ainda bem que a Beth voltou atrás e decidiu manter o título do episódio. Pra mim, não fez sentido nenhum ela querer colocar um título aleatório pra esse episódio depois que vazou. Além do fato de que era desnecessário depois da cena final do 7x08. Eu entendo que ela tem uma política rígida sobre contenção de spoilers mas isso pra mim é o mesmo que (como diz o ditado) “Não adianta chorar pelo leite derramado”.
Sinceramente, não tive interesse nenhum nas cenas entre Emiko e Rene. Os FF eu vou comentar porque tiveram algumas informações relevantes mas esse enredo do Rene como prefeito dos Glades não me atraiu de forma nenhuma. Faz sentido o Rene ser uma espécie de líder dos Glades no futuro mas eu tenho minhas prioridades, depois de ter um monte de cenas com a Dinah no 7x08 tanto no presente quanto no futuro, sem eles darem mais destaque para os meus favoritos não me agradou, ainda mais depois de 7 meses do Oliver e da Felicity separados.
Depois da catástrofe de histórias forçadas, de personagens agindo fora do seu eu normal, de muito foco em personagens do grupo B na sexta temporada, eu prefiro focar muito mais nessa temporada nos personagens que me interessam. Eu só não sabia que o Diggle não seria um deles.
Olicity
Felicity criou um sistema que reconhece o DNA do Oliver quando ele se aproxima de casa. No início eu não entendi muito bem essa cena mas a @almondblossomme explicou bem em uma publicação.
Crédito: @felicitysmoakgifs
Me deixa animada de saber que Felicity está fazendo progressos no seu trabalho individual. Me sinto aliviada por ela estar fazendo isso por conta própria. Não sei se já tinha comentado mas a tecnologia hospitalar nunca fez muito sentido para uma empresa em que a Felicity pudesse ser CEO. Essa nunca foi a praia dela, segurança cibernética tem muito mais a ver com a Felicity, foi isso que ela estudou no MIT.
Ainda bem que Helix Dynamics teve uma vida muito curta. A proposta dessa “empresa” limitava muito as habilidades da Felicity e dava mais foco as habilidades do Curtis. Essa parceria dos dois melou, além de não agradar uma boa parcela dos fãs da Felicity, eu me incluo nessa. No início eu até quis dar uma chance mas com o passar do tempo eu percebi que a minha personagem favorita tava sendo deixada para escanteio sobre esse arco, e estava mais devagar ainda depois daquela guerra civil estúpida. Isso foi uma pedra em cima do arco da Felicity, que estamos esperando desde o final da quarta temporada. Não estava mais aguentando um arco tão arrastado quanto esse, e ele tava morno demais na temporada passada, parece que nunca tinha progresso.
Por um lado foi até bom não ir pra frente, justamente pra Felicity focar numa empresa com a cara dela. Ninguém queria uma empresa com um nome genérico, nós queremos Smoak Technologies.
É nisso que estou investida.
Não consigo parar de agradecer aos céus por ter esse afastamento extremamente necessário entre Felicity e Curtis. Depois de toda a lambança da discórdia na temporada passada eu nunca mais veria os dois como melhores amigos. É uma “amizade” que eu não vejo mais como verdadeira. Isso muito pelo tipo de comportamento mesquinho, arrogante e infantil do Curtis. Falando no Diabo, eu fiquei muito satisfeita ao saber pelos Flash Forward que o Curtis não faz parte da Marca dos quatro. Os integrantes são: Oliver, Felicity, Diggle, Roy, Dinah e Rene. Existem chances maravilhosas do Curtis estar morto, desde já torço para que isso aconteça nessa temporada.
É um fato que essa temporada está lotada de personagens, em algum momento ele precisa diminuir. Já ficou claro que eles não estão se livrando da Dinah e do Rene, só sobra o personagem que não tem nada a acrescentar. Curtis só está ocupando um espaço, não vejo nenhum tipo de progresso pra ele. Ele só sabe fazer piadinhas, reclamar das consequências da vida vigilante (o que menos sofreu), sendo que ninguém obrigou ele a fazer parte da equipe, em todas as ocasiões foi escolha dele, isso tudo por puro capricho. Além daquela atitude irritante de se achar superior ao Oliver. Sendo que ele não passa de uma cópia mal feita da Felicity e do Cisco.
Enfim, acho que me estendi muito nesse assunto. Agora vou voltar ao meu OTP.
Oliver pede Felicity para verificar uma amostra de sangue do novo vigilante GA. Isso rende um comentário engraçado e fofo da Felicity.
Crédito: @feilcityqueen
Oliver Queen não é um homem normal. Enquanto homens comuns levam flores para suas esposas, ele leva amostra de sangue tiradas de uma cena de crime. O casamento dos dois é único. O relacionamento dos dois começou assim. Vale lembrar que Felicity acha o primeiro encontro dos dois muito romântico, ela sempre lembra com carinho daquele dia, especialmente por ele levar um laptop com vários buracos de bala (4x14).
Esse é o padrão de romance de Felicity Smoak.
Felicity descobre que o novo vigilante é na verdade uma mulher. Ela também descobre que ela tem DNA compatível com Oliver. Ela sabe que nesse caso não é Thea, e os marcadores genéticos vem por parte de Robert Queen. Ela pede para Oliver se sentar, não vai ser fácil dizer que Oliver tem uma meia-irmã.
Crédito: @olicitygifs
Oliver fica desolado por saber que o pai escondeu esse tempo todo que tinha uma outra filha. Eu até entendo que isso o deixa triste e decepcionado mas pelo histórico dos pais dele não era o tipo de informação que o pudesse surpreender. Isso me fez lembrar do 4x15 quando a Laurel ficou sabendo que o Oliver teve um filho, fruto de um caso de uma noite entre ele e Samantha. Ela ficou magoada ao descobri que ele traiu ela, chocante é ela ter se surpreendido com isso. Ollie teve um caso com a Sara enquanto ele estava namorando com ela. Oliver estava transando com as irmãs Lance ao mesmo tempo. Que nojo. Isso rendeu um comentário pertinente do pai dela. Lance comentou que pelo comportamento do Oliver, ele imaginava que o Oliver tivesse um monte de filhos espalhados por aí.
Oliver diz decepcionado que o pai sempre foi muito bom em enterrar segredos. Ele literalmente fez isso com uma pessoa, quem aí lembra do Oliver recebendo uma caixa com um corpo acimentado na quinta temporada? Se tem uma família que tem muitos esqueletos no armário é a família Queen. Felicity o aconselha a procurar sua irmã. Oliver diz que se ela quisesse falar com ele já teria feito.
“Oliver, ela tá correndo pela cidade vestida como você. Não sou nenhuma psicóloga, mas me parece um pedido de ajuda”.
Esse foi o melhor comentário que ela poderia dizer. Se a Emiko não quisesse nenhuma aproximação com o Oliver por quê raios de motivo ela estaria usando um traje igual o dele?
Oliver não se sente confortável em invadir a vida da irmã sem saber o motivo. Ele precisa de respostas. Felizmente, ele tem sorte de ter uma esposa talentosa que pode achar uma pessoa invisível.
Crédito: @oliverxfelicity
Crédito: @felicitysmoakgifs
Felicity não encontra nenhum registro dela em hospitais e nem nos dados do governo. Oliver tenta ajudar, ele diz que o pai costumava ter uma conta no exterior para assuntos delicados. Felicity consegue acessar a conta e descobre que ela foi registrada no nome da Moira. Outra vez, não é nada chocante saber que Moira estava envolvida em encobrir o caso do marido infiel.
Crédito: @oliverxfelicity
Eu acho tão lindo que a Felicity tentou animá-lo um pouco no meio de mais uma descoberta dos assuntos obscuros dos pais dele. Eu não poderia imaginar uma cena assim se fosse Oliver e Laurel.
Eu só achei conveniente demais para a ocasião que a prova do segredo do Robert tenha estado dentro de uma daquelas caixas, a carta que o Robert escreveu para o Walter esteve esse tempo todo em posse do Oliver e ele só achou ela agora?
Na carta, Robert confessa que cometeu mais um erro, ele diz que se apaixonou por uma tal de Kuzumi Adachi e os dois tiveram uma filha. Ele lamenta ter abandonado as duas e pede para Walter cuidar das duas. Provavelmente, ele escreveu essa carta momentos antes de embarcar no Gambit. Faria mais sentido se ele tivesse gravado um video para a Emiko, já que ele fez um para o Oliver e outro para a Thea.
Me choca a facilidade que o Robert tem de se “apaixonar”. Na segunda temporada descobrimos que ele teve um caso com a Isobel Rochev, dizia ela que os dois tinham planos de ficar juntos, que ele iria largar a família pra ficar com ela, que eles eram almas gêmeas. O que eu posso tirar dessas informações é que o Robert gostava de iludir mulheres.
Oliver fica revoltado ao saber que as duas foram negligenciadas (mãe e filha). Ficou muito óbvio que o pedido do Robert nunca foi atendido, pelo menos é isso que sabemos até o momento. Eu não consigo imaginar alguém como o Walter não fazendo nada a respeito sobre isso, pelo caráter do Walter, ele com certeza não iria deixar as duas desamparadas. Uma coisa que eu gostaria de saber é como a Emiko paga todos os recursos da cruzada dela. Eu até cheguei a desconfiar que a Moira possa ter depositado muito dinheiro numa conta para a Emiko, como uma forma de continuar escondendo ela do grande público. Moira Queen sempre gostou de manter as aparências, não seria a primeira vez que ela faria algo assim. Ela fez a mesma coisa ao saber que a Samantha estava grávida de um filho do Oliver. Ela deu um cheque de um milhão para Samantha ter seu filho em outro lugar, ela ainda quis acrescentar mais um milhão depois que o bebê nascesse. Só que a Samantha nunca sacou esse dinheiro.
Felicity deixa bem claro que pode ter o dedo de Moira Queen nisso. Ela foi uma das poucas pessoas que foi confrontar Moira, na época ela tinha descoberto um segredo de Moira. Thea não era filha biológica de Robert Queen. A reação de Moira com a informação foi fazer chantagem emocional, ela sabia que Felicity era apaixonada por Oliver e tentou manipulá-la para que ela não contasse para o Oliver. Moira subestimou a relação do filho com a oficialmente secretária executiva do CEO da Queen Consolidated Oliver Queen. E no final desse cabo de guerra ela perdeu.
Eu sempre vou lamentar o fato de nunca termos a oportunidade de ver qual seria a reação da Moira ao descobrir que o filho era perdidamente apaixonado pela garota que ela tentou chantagear. Lembrando que o modelo de mulher que Moira queria para o filho era Laurel Lance. Talvez, pelas duas serem condescendentes com as infidelidades de seus parceiros. Graças a Deus esse ciclo de relacionamento tóxico da família Queen acabou a geração Robert & Moira.
Essa geração Queen passava como um rolo compressor por cima de qualquer um que pudesse entrar no caminho deles. Esse era um pecado que pertencia a Moira e Robert. Não acho que o Oliver deva continuar se culpando pelos erros cometidos pelos pais. Eu pensei que ele tinha começado a superar isso no final da quinta temporada.
O legado do Robert e Moira foi muito mais de destruição. Pelo menos o lado obscuro do legado deles. O melhor legado dos dois foram seus filhos. Lembro de uma cena no filme Homem de Ferro quando Tony Stark assiste um video do pai dizendo que o maior legado dele não era a empresa, o maior legado dele era o filho (Tony Stark). Eu achei pertinente lembrar desse momento. Foi uma cena bonita e tem muitas semelhanças com a história de Oliver Queen. Eu até cheguei a mencionar que essa temporada parece muito mais como legado que com o tema redenção, apesar de que em todas as temporadas os personagens estão tentando se redimir pelos seus erros.
“Legado” no sentido de que Oliver e Felicity vão deixar seus maiores legados, além de suas atividades e seus trabalhos do cotidiano. O maior legado deles serão seus filhos. William e Maya. Não que não seja importante o legado da missão deles de salvarem a cidade, mas o maior legado dos pais são seus filhos.
A coisa mais interessante sobre esse arco da Emiko é o paralelo com os Flash Forward pra mim. Arrow sempre teve o costume de conectar os flashbacks com as histórias atuais (nas temporadas anteriores). Dessa vez, a diferença é que a conexão dos dias atuais é com o futuro de 2040.
Pra mim, um dos motivos para a Emiko ser introduzida nessa temporada é justamente fazer isso. Nos dias atuais, o Oliver descobre que tem uma meia-irmã. Em 2040, o William vai descobrir que tem uma irmã (Blacktstar). Bem, eu preferia que o William já soubesse que Blackstar/Maya é sua irmã e que toda aquela cena no bar fosse algo combinado entre os dois.
Crédito: @arrowdaily
Mas, infelizmente acho isso improvável. Eles vão nos dar uma filha Olicity mas com um gosto amargo. Nada em Arrow é dado de graça, sempre vem com um custo.
Eu gostaria que a filha dos dois não tivesse o nome da avó paterna. Preferia que a filha deles tivesse um nome diferente, só dela. Eu sei que esse é o jeito deles de homenagearem os mortos da série mas ao mesmo tempo acho muita falta de criatividade, acho muito cansativo ter um monte de personagens com os mesmos nomes. Já não basta ter que aturar um clã inteiro de passarinhos.
Eu só queria acrescentar uma coisa sobre a relação Robert e Emiko. O Robert desistiu de abandonar a família para ficar com a Isobel depois que a Thea quebrou um braço ou uma perna (sei lá), e ela nem era filha biológica dele, ele já sabia disso há anos, é muita sacanagem ele abandonar uma filha dele, segundo o Robert, ele amava a mãe da menina. Ele ficou tanto tempo sem manter contato com a filha antes dele morrer? Não é à toa que a Emiko é tão ressentida com a família Queen, enquanto ele criava a Thea (que não era filha biológica), ela como filha legítima dele foi preterida.
Felicity é a pessoa que convence Oliver de ir procurar a irmã.
Crédito: @olicitygifs
E ele vai. Ele encontra ele num cemitério. Eu fiquei confusa nessa cena, ela estava em frente à lapide do Robert Queen ou da mãe dela (que foi assassinada)? Porque se for a lápide do Robert (o que provavelmente é) eu não consigo entender como tem outras lápides espalhadas pela lugar, e onde foi parar os destroços da mansão Queen?
Apesar de não estar tão investida nessa história, eu gostei da pequena cena do encontro dos dois na promo do próximo episódio.
Crédito: @feilcityqueen
Flash Forward
A maior parte das cenas minha reação foi...
Eu não me importo com a relação entre Rene e Zoe no futuro. Eu gosto muito mais da atriz mirim que faz a Zoe. Nada chocante em descobrir que ela leva uma vida dupla. Nos Glades, ela trabalha na prefeitura junto com o pai e vira a aprendiz de passarinho quando entra em Star City. Tanto faz.
A parte importante do episódio é saber que o aliado do Rene é o responsável pela “morte” da Felicity. Ela começou a se tornar um problema pra eles.
Das duas, uma: Ou a Felicity estava infiltrada nos Glades para descobrir os planos maléficos do principal aliado do Rene e com isso tentar pedir ajuda dos membros da marca dos quatro (o que aconteceu, no final das contas) ou ela foi ameaçada para ajudar com os planos dele e só os fez para proteger a família. William e Blackstar/Maya. Ou é uma grande mescla dos dois.
Outra coisa interessante é o nome do programa de vigilância Archer. Com toda certeza ele foi criado pela Felicity. Não consigo pensar em outra pessoa criando um programa em homenagem ao Oliver/GA que não seja ela.
Todos lembram do protocolo de segurança dela?
Na discussão que Zoe tem com o Rene na sala dele, ele diz que o programa Archer é perigoso se cair nas mãos erradas.
Acho que por princípio, qualquer programa de vigilância é um perigo em si para a privacidade das pessoas, quando uma tecnologia dessa é criada tem que se levar em conta que ela pode ser usada para o mal, é uma forma de controle comportamental. A melhor referência pra isso é o livro 1984 de George Orwell. Toda a população era controlada pelo Big Brother. O monitoramento era tão pesado que as pessoas tinham câmeras dentro de suas casas, elas tinham que controlar suas expressões. O controle comportamental era tão abusivo assim, e se você saísse da linha ainda poderia ficar vários dias preso no “Ministério do Amor”, sofrendo lavagem cerebral e tortura até ser moldado ao gosto da casta superior, para acreditar em qualquer coisa que eles quisessem. Inclusive, que 2 + 2 não é igual a 4.
O argumento usado é para a nossa própria proteção mas o custo é alto. A nossa liberdade. Outra referência sobre o assunto é o filme Capitão America 2: O soldado Invernal. É sempre perigoso quando se dá muito poder ao governo. Quanto mais você abre mão das suas liberdades mais controlado você é.
É chocante vê a diferença entre o resto da cidade e os Glades. Enquanto os Glades é uma cidade moderna e civilizada em 2040, o resto da cidade é um cenário pós-apocalíptico. O que não me surpreende é o quão babaca o Rene continua sendo, mesmo depois de 21 anos.
John Diggle
Sinceramente, é um personagem que está indo ladeira à baixo (na minha opinião). É inaceitável pra mim que ele tenha feito um acordo com Diaz lhe concedendo a liberdade em troca de Dante.
Eu não consigo entender porque ele faria algo assim depois de ver o estrago que esse medíocre do Diaz fez nas vidas dos seus supostos amigos Oliver e Felicity (+ William). E ele fez esse acordo sem nenhuma autorização da sua esposa, que é a diretora da ARGUS.
E essa atitude é mais ridícula ainda vindo de alguém que virou as costas para a Felicity porque não concordava com os métodos dela para capturar o Diaz. Ele julgou ela em vários momentos, de chegar num ponto de comparar um membro da máfia russa a uma pessoa inocente, além de acusá-la de estar atrapalhando as operações da ARGUS.
É surreal que ele não tenha parado para pensar que dando liberdade ao Diaz ele sempre seria um risco iminente para a família dos amigos. É bom lembrar que o Diggle matou o irmão só pelo fato do Andy ter ameaçado perseguir a Lyla e a baby Sara onde quer que elas estivessem e mataria as duas. E agora ele quer soltar alguém que pode oferecer o mesmo perigo para Felicity e William. O Diggle pode justificar dizendo que agora os dois tem o Oliver por perto mas não dá pra levar as coisas como garantidas, Ele mesmo falhou em proteger a Felicity quando ela estava sob proteção a testemunha. Ele e a ARGUS relaxaram, ele acreditou que o Diaz não era mais uma ameaça porque estava fora do radar durante 5 meses. Eu não entendo como um homem que serviu ao exército se deixou levar por causa de alguns meses que o seu alvo desapareceu. E ele nunca se desculpou por não ter dado o devido apoio a Felicity.
Ele também não parava de ficar julgando os métodos da Lyla para conseguir neutralizar uma ameaça. Vivia jogando na cara da esposa que ela estava muito parecida com Amanda Waller, mesmo sabendo que em muitos momentos ela teria que cruzar algumas linhas para fazer o que era certo. Diggle apontava o dedo para Lyla ao mesmo tempo em que burlava as leis quando saia às ruas combatendo o crime como um vigilante Então, ele começa a temporada querendo seguir todo o livro de regras da ARGUS, agora ele nem pensa duas vezes antes de passar por cima da decisão de alguém acima dele na hierarquia da ARGUS. Ele está no mesmo caminho inconsistente da Dinah nessa temporada.
Uma semana ela decide nunca mais ser vigilante, está satisfeita em ser só policial. Na semana seguinte sente falta de ser a BC. E no Flash Forward é a mesma coisa, em um episódio ela levanta alguma desconfiança com relação ao William porque ele é parecido com o pai, na semana seguinte ela fala as mil maravilhas de Oliver Queen. Coerência passa longe no meio dessa turma.
Enfim, Diggle está caindo muito no meu conceito. Nunca pensei que um dia pensaria dessa forma. Se a intenção dos escritores era estragar o personagem, eles estão conseguindo com sucesso. Agora só me resta lembrar da época em que o Diggle agia como o Diggle.
A única coisa que salvou nesse episódio foi Olicity. No mais,foi puro tédio. Prefiro terminar essa review com um momento fofo da minha equipe favorita dessa série.