Eu gosto de gente que gosta de gente. Que tem interesse não na superfície do ser mas no que está além da carcaça social que vestimos no dia a dia.
Além da superfície, Leonardo Sequim.
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Eu gosto de gente que gosta de gente. Que tem interesse não na superfície do ser mas no que está além da carcaça social que vestimos no dia a dia.
Além da superfície, Leonardo Sequim.
To numa fase da vida que é 8 ou 80. É recíproco? Vai. Não é? Vaza.
Leonardo Sequim.
Ainda dói
Lembrar de você, do seu sorriso largo e marcante que irradiava qualquer lugar ao chegar.
Lembrar da sua personalidade típica de ariana, expansiva, cheia de si, vestida de uma bravura inspiradora (que despertava invejas).
Lembrar das conversas que varavam madrugadas, do colo e do afago que recebi — e que nunca mais terei enquanto ainda respirar.
Dói lembrar dos sonhos compartilhados que viverei sem você — e como dói.
Ainda dói , por Leonardo Sequim.
Apesar dessa falsa sensação de que nada muda, tudo está sempre mudando. A gente sempre muda. Escrever sempre foi um exercício de autoconhecimento, uma busca pelo meu eu interior. Hoje, é engraçado parar e reler algumas coisas escritas no passado. É engraçado perceber o quanto fui frágil, amável e completamente vulnerável na adolescência — um completo clichê. Mas, apesar da estranheza, é confortável olhar para o passado e reconhecer o quanto fui doce, porque isso me lembra que, apesar das mudanças, ainda carrego parte dessa essência. Amar nunca foi, nem jamais será banal.
Quase 30, Leonardo Sequim.
Abrir mão com propósito nunca é perda. É ganho. Principalmente quando refere-se a conhecimento.
Leonardo Sequim.
A comunicação me ensinou que o silêncio e a observação são armas irrevogáveis no excercício do verbo. E de fato, escrever é perigoso.
Leonardo Sequim.