perder você não foi só perder você. Foi perder quem eu era com você.
foi perder versões inteiras de mim que só existiam no teu abraço, no teu olhar, na tua presença.
foi perder um pedaço do mundo.
aquele onde você existia.
.

seen from United States
seen from Türkiye
seen from South Korea

seen from Indonesia

seen from United States
seen from Netherlands
seen from United States

seen from Russia
seen from Japan

seen from Singapore

seen from United States
seen from Netherlands
seen from United States

seen from Canada
seen from United States
seen from United States
seen from China

seen from United States
seen from France

seen from Malaysia
perder você não foi só perder você. Foi perder quem eu era com você.
foi perder versões inteiras de mim que só existiam no teu abraço, no teu olhar, na tua presença.
foi perder um pedaço do mundo.
aquele onde você existia.
.
Porque quanto mais gente entra na sua vida, mais gente pode sair dela.
— Lara Jean Covey.
Saudade
No peito aperta
E nos olhos
Se faz transbordar.
Uma imensa tempestade
Como lágrimas
A rolar.
- soulins
É triste quando o amor não acaba, mas desbota.
Quando ainda existe presença, rotina, endereço compartilhado…
mas não existe mais aquele arrepio que fazia tudo valer a pena.
A gente ainda divide a casa, o sofá, a cama,
mas não divide mais o brilho nos olhos.
Você passa por mim e eu sinto só um eco —
a lembrança do que um dia fomos.
É como morar dentro de um álbum antigo:
mesmo lugar, outros sentimentos.
O mais doloroso é esse quase.
Quase amor, quase toque, quase nós.
Uma convivência silenciosa que pesa,
como se cada cômodo guardasse
a versão feliz que deixamos de ser.
Dormimos lado a lado,
mas acordamos tão distantes.
E o que mais machuca
não é ficar sem você,
é ter você por perto
e mesmo assim sentir falta.
Seguimos juntas,
mas daquele jeito…
como quem fica porque não sabe ir,
ou porque já não sabe voltar.
Perda
Perda is a young adult Gerudo who is looking for love. She decides to start her search at the legendary Lover's Pond in the Faron region.
Prece
Eu peço tanto a Deus Que um dia eu te esqueça Peço favores a um Deus Que questiono a existência Eu temo tanto que Deus Te tire da minha cabeça Peço que não exista um Deus — se for te tirar da minha vida.
Douglas Pinheiro
Poesia de crematório (o bardo voltou a rimar)
O teu velório, triste e só, sem vivalma que se veja, sem alma que o seja:
Ninguém quis saber, ninguém fingiu querer saber. E o resto que sobeja
Chamar-se-ia esquecimento caso houvesse alguém, algo para esquecer.
E foi nesse instante que antecede o instante que antecede o adormecer
Que ele, pasmo de saber, soube a resposta, que, afinal, sempre soubera:
Pois que todo o amor é de papelão molhado e só a indiferença é sincera.
Figurante sem falas és, nesta farsa que outrem escreve, atua, leva à cena:
Agora que a peça chegou ao fim, nem aplausos, nem prantos, nem pena.
Bem o sei: quando chegar a minha vez, não conto qu’algo seja diferente.
Um dia, talvez tudo mude. Um dia, talvez o mundo já não esteja doente.
Fabien Euskadi