Pouco sei de outros calcanhares Os que sei são os Aquiles que me inspiram O pouco que conheço, amo o que é de bom gosto Espero a fidúcia de Lúcia contra as rugas... O agrado à primeira fila na carne A dissolução do mau presságio Agouro agosto virara marco zero da primavera Graças ao toque tangível do magistrado Gosto de amores, porque mentem Gosto de amar porque minto Invento e passo fome Sirvo-me de banquete e alimento-me de cutículas Expurgaram tristezas com afeto Constroem berços enraivecidos Pedem favores envaidecidos Anteveem amores jamais vistos Tesouras aparam a fábrica E seus intérpretes Informam informantes sobre o interesse De devoções à bocas esbaforidas Aqui temos Terezas e viúvas Xales adereços, xales ex-esposos As frutas tropicais de outrora Procure nos jornais da época escondidos em museus... Também temos sobras de xícaras Apenas, cuidado com suas lascas O bronzeado é duas vezes mais permanente E o impermeável não é tão maleável assim... A janela era uma dádiva Contudo, somente com a vista de um horizonte cinza A parede tom pastel de outro edifício edificava a alma Toma-me nas mãos morte, leve-me para longe de meus irmãos...
A Perda E O Osso, Pierrot Ruivo














