Esse imagine pertence a @wondergirlsthings e eu estou apenas traduzindo.
Lando Norris x EsposaGrávida!Leitora
Lando Norris andava de um lado para o outro no quarto do hospital, passando a mão pelos cabelos pelo que devia ser a centésima vez.
— Meu Deus, meu Deus!! — murmurou baixinho, olhando para Sn, que estava deitada na cama do hospital, notavelmente calma apesar da situação.
— Lando, você está me deixando nervosa. — disse ela, estremecendo ao sentir outra contração. Ela se agarrou à lateral da cama, respirando através dela enquanto os médicos e enfermeiros se movimentavam, preparando-se para o parto.
— Nervosa? Você está nervosa? Estou pirando! — exclamou Lando, com os olhos arregalados. — Nosso bebê... bebê... está prestes a nascer! E se algo der errado? E se...
— Lando. — ela interrompeu, pegando a mão dele. — Respira, amor. Preciso de você comigo agora, ok?
Ele expirou bruscamente, apertando a mão dela.
— Certo. Sim. Respirando. Estou respirando.
Nesse momento, a porta se abriu de repente e Aurora, sua filha de quatro anos, entrou correndo, com os cachos balançando enquanto corria para o lado de Lando.
— Papai! O bebê estão chegando? Está?
Lando se ajoelhou e a abraçou.
— É, princesa, está acontecendo agora mesmo.
Os olhos de Aurora se arregalaram de entusiasmo.
— Posso vê-lo? Posso segurá-lo?
Sn soltou uma risada ofegante.
— Em breve, querida. Mas primeiro, a mamãe tem que empurrá-lo.
Aurora inclinou a cabeça.
— Empurrar? Tipo o carro?
Lando soltou uma risada abafada e balançou a cabeça.
— Mais ou menos, mas um pouco diferente.
Nesse momento, o médico falou:
— Tudo bem, Sn, é hora de empurrar.
Lando se levantou imediatamente, apertando a mão de Sn com força.
— Meu Deus, tá bom, estou aqui, estou aqui! — Ele se virou para Aurora, com a voz um pouco frenética. — Princesa, talvez... talvez você devesse esperar lá fora?
Aurora fez beicinho, mas assentiu, com as mãozinhas apoiadas no braço do pai.
— Tá, mas diga ao bebê que eu o amo!
Sn sorriu, com gotas de suor escorrendo pela testa.
— Ele já sabe, querida.
Lando beijou a testa de Aurora antes de se virar para Sn.
— Tudo bem, amor. Vamos nessa.
A cada empurrão, Lando sussurrava palavras de incentivo, embora fosse evidente que ele estava mais nervoso do que qualquer um na sala.
— Você é tão forte, querida. Meu Deus, você é incrível. Vou desmaiar... não, espera, eu não consigo... você é incrível, ok? Só mais um pouquinho!
E então, depois do que pareceu uma eternidade, o som do choro de um recém-nascido encheu o quarto.
Lando ofegou, lágrimas se acumulando instantaneamente em seus olhos.
— Meu Deus, esse é o nosso bebê! — Ele se virou para Sn e a beijou na testa. — Você conseguiu. Você conseguiu, querida.
Uma enfermeira colocou cuidadosamente o pequeno recém-nascido nos braços de Sn, e ela soltou uma risada suave e cansada.
— Oi, meu bem. — murmurou.
Lando fungou, olhando por cima do ombro dela.
— Ele é perfeito.
Então, outro grito soou, e os médicos agiram rapidamente.
Lando ficou de queixo caído.
— Espera... espera, mais um?
Sn soltou uma risada ofegante.
— Surpresa, querido. São gêmeos.
Lando quase cambaleou para trás.
— GÊMEOS?! E você sabia?!
Sn apenas sorriu, embalando seu primeiro bebê enquanto o médico entregava o segundo a Lando.
— Talvez.
Aurora correu de volta naquele momento, com os olhos brilhando ao ver seus novos irmãos.
— DOIS bebês?! Este é o melhor dia de TODOS!
Lando, ainda processando, apenas encarou o bebezinho em seus braços, completamente maravilhado.
— Eu... sim. O melhor dia de todos.
E assim, a família cresceu, cheia de ainda mais amor, risadas e um pouco mais de caos.
Esse imagine pertence a @wondergirlsthings e eu estou apenas traduzindo.
Lando Norris x Família!Norris
A vida com Lando Norris era rápida — tanto dentro quanto fora das pistas — mas Sn não trocaria isso por nada.
Aurora, a mais velha, com sete anos, herdara a sagacidade e o sorriso radiante do pai. Ela adorava assistir a corridas e sempre afirmava que seria a primeira menina a pilotar um carro de Fórmula 1. E havia também os gêmeos, Theo e Milo, de apenas quatro anos — um turbilhão de risadas, passinhos curtos e sorrisos travessos. Embora parecidos, suas personalidades não poderiam ser mais diferentes. Theo era calmo e observador, sempre agarrado ao seu ursinho de pelúcia favorito, enquanto Milo era o encrenqueiro, correndo constantemente com seus carrinhos de brinquedo pela sala de estar.
As manhãs na casa dos Norris eram sempre barulhentas. Lando tentava sair cedo para os treinos, mas Aurora sempre o pegava na porta.
— Papai, não esqueça sua pulseira da sorte! — ela sussurrou, segurando a pequena pulseira de tecido que ela havia feito para ele no verão passado.
— Eu nunca esqueceria isso, princesa. — Lando sussurrou de volta, dando um beijo em sua testa.
Quando estava em casa entre as corridas, Lando aproveitava cada segundo com as crianças — levando Aurora para tomar sorvete, construindo fortes de travesseiros com os gêmeos e conversando furtivamente com Sn tarde da noite quando a casa finalmente ficava silenciosa.
Nem sempre foi fácil. Houve momentos em que Lando perdeu os primeiros passos dos gêmeos ou não conseguiu colocar Aurora na cama. Sn carregava o peso daquelas noites solitárias, tentando esconder o quanto sentia falta dele, mas Lando sempre encontrava um jeito de lembrá-la de que estavam juntos nisso — fosse por mensagens de voz ou entregas surpresa de flores.
Certa noite, após um longo fim de semana de corrida, Lando entrou pela porta com sua mochila pendurada no ombro. Aurora foi a primeira a cumprimentá-lo, envolvendo suas pernas com os braços. Os gêmeos a seguiam, Theo agarrado ao seu urso e Milo agarrado — sem surpresa — a um carrinho McLaren.
— Cheguei. — sussurrou Lando, agachando-se para abraçar os três.
Sn assistia da cozinha, com o coração transbordando. Ele podia ser uma estrela nas pistas, mas ali, ele era simplesmente o pai.
Mais tarde naquela noite, quando as crianças já estavam dormindo, Lando se aninhou ao lado de Sn na cama, seus dedos traçando círculos nas costas dela.
— Sabe — ele murmurou, meio adormecido. — Correr é ótimo... mas isso? Isso é tudo.
Sn sorriu, beijando-o nos lábios. No mundo acelerado em que viviam, esses momentos de silêncio eram suas paradas — lembretes de que, não importava o quão longe a vida os levasse, eles sempre encontrariam o caminho de volta um para o outro.