༘˚⋆☾ ゚。𖥔⁺‧₊˚ཐི⋆。. ≽^• ˕ •𐙚≼ .。⋆ཋྀ˚₊‧⁺𖥔☾゚⋆˚˚༘
e, do nada, começo a entender o fato de eu adormecer tão rápido na casa de meu pai quando eu era criança, apesar de minha terrível insônia que me mantinha acordada por horas a fio. e então, aquela coceira incessante que eu sentia na minha parte íntima quando eu era pequena, e que parou de repente quando eu virei pré-adolescente, começa a fazer sentido. agora, o receio que minha mãe tinha pelas massagens que meu pai fazia em meu corpo seminu começam a fazer sentido. e, aquele dia em que a minha parte íntima estava toda inchada e assada, quando eu tinha apenas oito ou nove, no máximo dez anos, sem motivo aparente, agora aparenta ter motivo.
me lembro bem daquele dia, minha mãe e minha avó olhando minha piriquita. minha mãe olha pra mim e me pergunta bem séria: "alguém te tocou? alguém colocou a mão na sua vagina? alguém penetrou o pênis na sua vagina?" eu não era boba, já sabia bem o que era isso. minha mãe havia me ensinado a tomar cuidado com toques estranhos e já havia me ensinado bastante sobre o abuso sexual. "não, mamãe." eu respondi. e, quando ela insistiu, "ninguém me tocou, mãe, eu juro." e era verdade. pelo menos era o que eu acreditava.
afinal, eu tinha dormido na casa do papai na noite passada.