Create a new presentation and edit with others at the same time. Get stuff done with or without an internet connection. Use Slides to edit PowerPoint files. Free from Google.
ESTUDO SOBRE O PAPELÃO
PEDRO
THIAGO
JOÃO PEDRO

seen from Japan
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Canada
seen from Russia

seen from Germany
seen from Canada
seen from United States

seen from Türkiye
seen from Canada
seen from Yemen

seen from Australia
seen from Türkiye

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Australia
seen from United States
Create a new presentation and edit with others at the same time. Get stuff done with or without an internet connection. Use Slides to edit PowerPoint files. Free from Google.
ESTUDO SOBRE O PAPELÃO
PEDRO
THIAGO
JOÃO PEDRO
Papelão? como usar? vida útil? artistas? o que fazer com o papel? onde e como é feito?
(gif só pra contextualizar com papelação e arquitetura)
Paper House, Japão, 1995:
Este foi o primeiro edifício de Ban feito principalmente com papelão. A casa exigiu permissão especial para ser feita. Dez tubos de papelão suportam a carga vertical, e os oitenta tubos interiores suportam as forças laterais. (Foto por Stephen Goodenough)
(gif só pra contextualizar com papelação e arquitetura)
“Ao longo das últimas duas décadas, ele viajou para zonas de guerra e áreas de crise, do Ruanda ao Japão, para construir abrigos de papelão que podem ser montados em uma questão de horas, e desmontados para reciclagem com a mesma rapidez. Abrigos para refugiados em Ruanda, 1994: No ano anterior, Ban foi a Ruanda para construir abrigos de refugiados usando sua nova técnica. Foi o primeiro de muitos projetos para os desabrigados e desalojados. (Foto por Stephen Goodenough)”
A Caixa de papelão resistente a água é mais uma das inúmeras possibilidades de se oferecer embalagens que atendem a requisitos básicos e necessários a armazenagem de produtos específicos como os que devem ser armazenados em câmaras refrigeradas.
A desvantagem de usar papelão pode ser o mal uso ou a falta de técnica, o material exige certo conhecimento sobre o mesmo, para impermeabilização e o uso para resistência por não ser tão resistente como outros materiais para a construção civil, como concreto armado, caso o conhecimento não seja satisfatório a moradia e as pessoas podem se machucar gravemente..
Caixa de papelão com aplicação de resina hidro repelente interna. Destina-se a produtos armazenados em câmara fria, refrigerada. Não absorve umidade.
Institute/School/College
Escola de Engenharia de São Carlos
Por que o papelão?
“Diante do contexto atual de grande preocupação com a preservação do meio ambiente e, ao mesmo tempo, milhares de pessoas desabrigadas devido à pobreza e às catástrofes ambientais, surge a necessidade de se estudar materiais de construção alternativos, que possam contribuir para amenizar essas questões. Com base nisso, este trabalho enfoca o emprego de tubos de papelão na construção civil pelo arquiteto japonês Shigeru Ban.
Estudou-se os sistemas construtivos criados pelo referido arquiteto e as características técnicas dos tubos de papelão que este utiliza em suas obras. Foram realizados alguns ensaios técnicos preliminares para a caracterização de tubos de papelão fabricados por uma indústria brasileira, e também para se chegar à conclusão se suas características técnicas possibilitariam gerar sistemas construtivos como os das obras japonesas. Este estudo, porém, é apenas o início de muitas pesquisas que devem ser feitas até que se identifique a viabilidade de aplicação desta tecnologia no Brasil.”
“A arte tradicional japonesa: biombos, vedações de janelas, papéis de parede, etc. Isso o levou a experimentaras qualidades do papel kraft enrolado, pois percebeu que o formato tubular confere resistência. mecânica ao material. (SALADO, 2006).”
Material?
“O papelão é um material orgânico, feito de celulose ou fibra de celulose semelhante por matérias- primas que são extraídos das árvores. É um material sustentável e duradouro que pode ser adaptado às necessidades de quase todas as pessoas.
Durabilidade?
As fibras de celulose que compõem o papelão são fortes e resistentes. Resiste a furos e não rasga facilmente. A sua estrutura interior em arcos ondulados dá durabilidade ao papelão.
O papelão tem uma data de duração de seis meses sem os cuidados apropriados. O tempo de decomposição pode variar de acordo com o ambiente, com as condições do solo, entre muitos outros fatores. A duração do papelão pode chegar a 100 anos com a situação da temperatura e umidade.
Composição?
O papelão ondulado é feito de várias combinações de papéis que compõem.
Parede Simples:capa + miolo + capa; Parede Dupla:capa + miolo + capa + miolo + capa; Parede Tripla:capa + miolo + capa + miolo + capa + miolo + capa.”
O QUE JÁ FIZERAM COM ELE?
( TEXTO E FOTO RETIRADOS DO SITE DO MUSEU DA CASA BRASILEIRA)
“O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, em parceria com o CIAM – Centro Israelita de Apoio Multidisciplinar, inaugurou a mostra ‘Cadeira Firmeza’ em 2 de dezembro, sábado, às 10h, com entrada gratuita.
Em homenagem ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado no dia 3 de dezembro, a exposição trará como destaque a ‘cadeira de posicionamento em papelão’, desenvolvida pelo Laboratório de Tecnologia Assistiva de Baixo Custo do CIAM, espaço voltado para elaboração e adaptação de dispositivos posturais.
“Sabemos que as crianças com comprometimento motor e neurológico, associadas ou não a deficiência intelectual, possuem por direito o fornecimento de uma cadeira de rodas com tecnologia de ponta via setor público. Porém, essa demanda é grande e o tempo entre a avaliação e entrega em algumas regiões do país pode demorar até cinco anos. É tempo suficiente para que possam adquirir deformidades músculo-esqueléticas irreversíveis e que, se não cuidadas, com o decorrer do desenvolvimento podem levar a óbito”, explica João Marcelo Paixão Turri, Assistente Técnico Administrativo da Área Técnica do CIAM.
Tomando como referência o trabalho das norte-americanas Molly Campbell e Alex Trusdell, fundadora da Adaptative Design Association Inc., na criação de dispositivos de auxílio para pessoas com deficiências motoras, difundido na América do Sul pela terapeuta ocupacional Ayola Cuesta Palacios, deu-se início, em 2012, o desenvolvimento da ‘cadeira de posicionamento em papelão’ pelo CIAM.
Tomando como referência o trabalho das norte-americanas Molly Campbell e Alex Trusdell, fundadora da Adaptative Design Association Inc., na criação de dispositivos de auxílio para pessoas com deficiências motoras, difundido na América do Sul pela terapeuta ocupacional Ayola Cuesta Palacios, deu-se início, em 2012, o desenvolvimento da ‘cadeira de posicionamento em papelão’ pelo CIAM.
Essa cadeira trata-se de um dispositivo postural personalizado, criado a partir de uma avaliação específica e respeitando o biotipo, o quadro motor e neurológico da criança (de 0 a 4 anos). O usuário é beneficiado em aspectos como: otimização no desenvolvimento com o equilíbrio saúde/doença, por meio do aspecto físico e maturacional do sistema pulmonar; aumento do repertório de estímulos comunicativos visuais e auditivos; aprimoramento no desenvolvimento motor em relação ao controle de tronco e cervical; e coordenação de membros superiores, proporcionados pela correção postural; além de ganho social, com sua inclusão na família e a inclusão da família na comunidade.
Os dispositivos são entregues às famílias para utilização em casa, creches e ambientes educacionais, seguido de orientação profissional quanto ao uso, cuidados e precauções diárias. Até outubro de 2017, mais de 340 crianças foram beneficiadas com as cadeiras de posicionamento em papelão.
A mostra ‘Cadeira Firmeza’ também trará imagens de peças selecionadas em diversas edições do Prêmio Design MCB que promovem melhorias na qualidade de vida e inclusão da pessoa com deficiência.
O MCB que, por meio do Prêmio Design, avalia anualmente novos produtos e reflexões do design nacional, destaca com esse painel um design feito para atender a necessidades fundamentais; inclusivo por excelência e que transcende a noção mais difundida do design associado a produtos de luxo ou sofisticados. “Lembramos aqui do design como um fazer humano essencial, aquele de produzir objetos de apoio à sobrevivência: desde tempos ancestrais manipulamos matéria disponível em busca de soluções para problemas cotidianos e melhoria da qualidade de vida”, afirma o diretor técnico Giancarlo Latorraca.”
Utilidade na mobilaria para venda:
“O papelão raramente é associado a algo resistente e decorativo, mas a cabeça do designer norte-americano Dan Goldstein fez um exercício e tanto para questionar o senso comum: criou uma cadeira reclinável feita de papelão.
Para produzir o item, batizado de Re-Ply Chair, são necessárias algumas caixas de papelão, que são empilhadas, cortadas, laminadas, moldadas e dobradas, de modo que se crie um encosto e uma base para a pessoa sentar - tudo isso seguindo preceitos da ergonomia e sem deixar de lado a beleza.
Após esse processo, as bases de aço são encaixadas nas peças de papelão, de modo que ela recline. É possível deixar a cadeira "in natura" ou cobri-la com panos do gosto do freguês.
A inspiração do designer veio de se tempo de criança, quando gostava muito de criar objetos por meio de dobraduras, os populares "origamis". Após cursar arquitetura e estudar as propriedades de diversos materiais, ele teve em mente a utilização de uma matéria-prima ambientalmente amigável para produzir uma cadeira.
O projeto foi financiado coletivamente no site Kickstarter, em 2012. Agora, as cadeiras já estão disponíveis para compra.”
Foto da Re-Ply Chair:
,
COMO A INDUSTRIA ATUA? COMO SE PRODUZ PAPELÃO?
“O papelão ondulado é basicamente formado por uma placa composta por duas folhas de papel denominadas liners (kraftliner com fibras virgens e testliner com aparas de papel). Por dentro, há um meio ondulado, produzido com aparas de papel. Existe um número reduzido de empresas no setor que integram, em seu processo produtivo, desde a floresta até as caixas de papelão ondulado, em virtude do ativo "floresta". A indústria de papéis para produção de papelão ondulado caracteriza-se por uma enorme fragmentação na produção, tanto global quanto nacionalmente, ainda que a produção de fibra virgem apresente concentração maior. O papelão ondulado é hoje o papel mais consumido no mundo, e essa tendência deve se acentuar, por causa das perspectivas positivas para o setor. O comércio internacional de papéis para produção de papelão ondulado é modesto em relação ao tamanho do mercado. Na América Latina, o Brasil é o único país que desfrutou de um superávit comercial consistente nos últimos anos, em razão da existência de algumas modernas fábricas de kraftliner que conseguem exportar de forma competitiva. As margens dos produtores brasileiros de kraftliner são substancialmente superiores às dos produtores de reciclado, por causa da competitividade na produção de fibra virgem, do alto custo das aparas de papel, da modernidade e escala das plantas de kraftliner e da fragmentação da produção do reciclado. Uma solução para os produtores de reciclado pode surgir da consolidação do mercado.”
Maquinas:
HISTÓRIA
Em 1856, dois ingleses, Healey e Allen, patentearam a primeira forma de papelão ondulado, inicialmente utilizado como proteção interna para chapéus. Tal feito foi obtido através de uma máquina de mão, bastante simples, composta por dois rolos corrugados que pressionavam entre eles uma folha de papel dando-lhe a forma ondulada, semelhante a que podemos observar nos papelões produzidos atualmente. Porém, a primeira utilização do papelão ondulado como embalagem ocorreu em 1871, quando o americano Albert L. Jones obteve a patente para envolver produtos frágeis - como garrafas - em embalagens produzidas com esta matéria-prima. Em 1881 foi concebida a primeira máquina do gênero motorizada e em 1895 Jefferson T. Ferres, da empresa Sefton Manufacturing Co., projetou a primeira onduladeria que se tem conhecimento. Em 1903, um produtor de cereais usou pela primeira vez uma caixa de papelão ondulado, conseguindo a aprovação oficial deste tipo de embalagem de transporte. No Brasil, ocorreu em 1935 a fundação da primeira fábrica de papelão ondulado pelos Srs. João Costa e Ribeiro, que introduziram no nosso mercado o ondulado parede simples, até então importado da Alemanha. Em 1952 foi constituída a FEFCO - European Federation of Corrugated Board Manufacturers e em 1974 foi fundada no Brasil a ABPO - Associação Brasileira do Papelão Ondulado. (Fonte: site ABPO - 2012)
Mas o papel, tal como o conhecemos hoje, teve origem na China: misturando cascas de árvores e trapos de tecidos. Depois de molhados, eram batidos até formarem uma pasta.Esta pasta, depositada em peneiras para escorrer a água, depois de seca tornava-se uma folha de papel.
Ainda hoje os trapos de algodão e linho são utilizados por alguns países na fabricação de papéis resistentes, como o papel-moeda.Os árabes assimilaram a técnica e a espalharam na Península Ibérica, quando a conquistaram (isto se iniciou lá por 1300).
Os demais países europeus só a conheceram por volta dos séculos XIII e XIV.
Graças ao trabalho de copiar manuscritos, na Idade Média, em formas artesanais de papel, foi possível conservar os mais importantes registros da história da humanidade até então. Com a invenção da “imprensa”, permitindo a impressão por linotipos em papel, a disseminação da informação passou a ser muito mais veloz e acessível a todos, e a Revolução Industrial impulsionou ainda mais essas mudanças; hoje o papel talvez seja o produto mais utilizado e corriqueiro.
Composição
Atualmente, a maior parte dos papéis (95%) é feita a partir do tronco de árvores cultivadas; as partes menores, como ramos e folhas, não são aproveitadas, embora as folhas e galhos possam também ser utilizados no processo. No Brasil o eucalipto é a espécie mais utilizada, por seu rápido crescimento, atingindo em torno de 30 m de altura em 7 anos.O papel é formado por milhões de fiapos que vêm de plantas, que chamamos de FIBRAS. (você pode fazer uma experiência simples, rasgando uma folha de papel e observando a borda irá notar os fiapinhos)
Existem vários tipos de papel. Ele pode variar em peso, espessura, entre outras coisas.Mas é sua estrutura porosa, semelhante a algumas rochas (como a pedra pome), que lhe dá características especiais, diferenciando-o dos tecidos de algodão.
FABRICAÇÃO
Papelão ondulado é uma estrutura composta por um ou mais elementos ondulados - denominados "miolos" - fixados com cola a dois ou mais elementos lisos - denominados "capas".
O papel utilizado para a fabricação do papelão ondulado é conhecido como kraft - "forte" em alemão - e tem a mesma origem do papel comum (fibras de celulose), porém é submetido a um processo de cozimento químico específico.
Atualmente, grande parte da matéria-prima utilizada na fabricação do papelão ondulado é de origem reciclada, ou seja, do reprocessamento de caixas e acessórios de papelão já utilizados e descartados. Segundo o conceito de reciclagem, o material alvo do processo deve retornar à cadeia produtiva que lhe deu origem com as mesmas características iniciais. A reciclagem do papelão ondulado é um dos processos que mais se aproxima desse conceito, ou seja, o elemento volta para a mesma cadeia produtiva que lhe deu origem com características de utilização muito próximas das originais.
As máquinas utilizadas para a fabricação do papelão ondulado são denominadas "onduladeiras", que são alimentadas com pelo menos três elementos: capa interna (que ficará do lado de dentro da caixa), miolo e capa externa (que ficará do lado de fora da caixa). O elemento miolo passa entre dois cilindros corrugados que, por processo de pressão, assume a forma ondulada. Sobre o topo dessas ondas é aplicada a cola onde serão fixadas as capas, tudo isso submetido a ação do calor. Em seguida, essa composição é cortada em chapas de acordo com a finalidade para a qual será destinada.
O argumento que justifica a construção dessa combinação é que o papelão ondulado oferece uma resistência estrutural bem maior do que a soma das resistências individuais que os três ou mais elementos utilizados na sua fabricação possuem isoladamente em seus estados originais.
SUSTENTABILIDADE
O papelão ondulado é um dos materiais para embalagem mais ecológicos que existe. Analisando o seu ciclo de vida útil, desde a sua fabricação até o seu descarte, ele é o mais eficaz e versátil, pois além de provocar um baixíssimo impacto ambiental proporciona excelente relação leveza-robustez e custo-benefício às suas embalagens.
Atualmente o papelão ondulado é produzido em sua menor parte através de fibras virgens de celulose, que por sua vez são obtidas em fontes 100% renováveis de florestas de eucalipto e pinnus, todas adequadamente manejadas. A maior parte da matéria-prima utilizada tem origem em processos de reciclagem de embalagens e acessórios de papelão descartados e recolhidos por empresas especializadas no seu aproveitamento. O papelão ondulado é de fácil coleta em grandes volumes comerciais, por isso o seu custo de reprocessamento é relativamente baixo.
Estima-se que atualmente mais de 70% do papelão produzido no Brasil é proveniente de material reciclado - um dos materiais que mais se recicla no país. Outro fator relevante é que a fabricação de papelão com uso de aparas gasta 10 a 50 vezes menos água que o processo tradicional - que usa celulose virgem - além de reduzir o consumo de energia pela metade. Uma tonelada de aparas pode evitar o corte de 10 a 12 árvores de plantações comerciais reflorestadas. Ainda que não haja cortes de árvores nativas das nossas florestas, é sempre desejável que não ocorra expansão dessas culturas, visto que não são espécies da flora brasileira e ocupam importante espaço agricultável que poderia ser destinado para o cultivo de produtos alimentícios.
Mesmo diante dos altos índices de reciclagem do papelão ondulado, a pequena parcela que ainda é lançada inadequadamente no meio-ambiente é biodegradável e produz um impacto ambiental muito menor do que outros materiais correlatos. Em menos de um ano o papelão estará totalmente decomposto, não oferecendo riscos à saúde humana ou dos animais, uma vez que não deixam resíduos contaminantes no solo e nos lençóis freáticos. Ainda que a tendência mundial seja a fabricação de chapas de papelão ondulado cada vez mais leves e produzidas com material reciclado, o avanço tecnológico do setor tem resultado num ganho expressivo da sua resistência mecânica, suficiente para manter a qualidade original oferecida por uma chapa de papelão fabricada com matéria-prima virgem.
Nas últimas duas décadas, uma chapa de papelão onda C possuía uma gramatura média de 440g. Atualmente, são produzidas com uma gramatura média é de 380g, sem nenhuma perda de qualidade e resistência.
Pesquisa coletada pela aluna Giovanna De Luca
Turma B
Arquitetura
Tag papelao1