Boa noite Curitiba!🇧🇷
Good night Curitiba City!🇬🇧
Добрий вечір Курітіба!🇺🇦
Memorial Ucraniano - Curitiba - Brasil
український меморіал

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Boa noite Curitiba!🇧🇷
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Добрий вечір Курітіба!🇺🇦
Memorial Ucraniano - Curitiba - Brasil
український меморіал
Bom dia Curitiba!🇧🇷
Good morning Curitiba City!🇬🇧
Доброго ранку Куритиба!🇺🇦
Parque Tanguá - Curitiba - Brasil
Bom dia Curitiba!🇧🇷
Good morning Curitiba City!🇬🇧
Доброго ранку Куритиба!🇺🇦
Parque Tanguá - Curitiba - Brasil
PARQUE TANGUA - CURITIBA -BRASIL
Bom dia Curitiba!🇧🇷
Good morning Curitiba City!🇬🇧
Доброго ранку Курітіба!🇺🇦
Bom dia Curitiba.Memorial Ucraniano do Brasil.
Good morning Curitiba City. Ukrainian Memorial of Brazil.
Nehezen hittem el, hogy az ötvenes évekről a hatvanas évekre megduplázódott lakosság “megette” a zöldterületeket, így 1970 körül a parkok kialakítása prioritás volt a városüzemeltetés számára. Ebben a posztban két parkba viszlek el benneteket: az ukránokéba és a lengyelekébe. Mindkettőbe kötelességemnek éreztem, hogy ellátogassak. Az egykor itt lakó indián törzsről elnevezett Parque Tinguiben húzták fel egy paranái vidéki ortodox templom mását. A Brazíliában élő pár százezer ukrán 90%-a ebben az államban telepedett le 1891 után. Az emlékhelyet 1995-ben az akkori ukrán elnök, Leonyid Kucsma részvételével adták át. A kollekció második része a Bosque João Paulo II-ból való: ez itt nem meglepő módon a lengyelek erdeje. Maga II. János Pál 1980-ban szentelte meg ittjártakor az emlékhelyet, ami egy egykori gyertyagyár 46 ezer m2-es területén került kialakításra. A parkban 7 ház skanzenszerűen mutatja be az első lengyel bevándorlók életkörülményeit. S persze van egy féltve őrzött példány a częstochowai fekete Madonnából is, amiről még fényképet sem lehetett készíteni (s erre kelet-európai modorban hívták fel a figyelmünket).
Seg, 5 Mai | Lua 6, Semana 19 de 2014 | Curitiba
Cheguei na rodoferroviária de Curitiba (é tão legal que Curitiba seja uma das poucas cidades com rodoferroviárias no Brasil, tão legal quanto inútil, dada a ausência de malha ferroviária no país -- mas em Campinas é um pouco pior, porque efetivamente não há uma linha ferroviária que chegue até a rodoferroviária de lá, só uma dessas promessas pro futuro), em obras para a Copa. Sincronicidades da vida, o Daniel tinha insônia, não tinha internet em casa, mas resolveu checar o celular e viu minha mensagem logo que cheguei por lá.
Conheci o Daniel em 2004, quando entrei na faculdade. Eu comecei simultaneamente os cursos de Fisica e de Psicologia, mas desde o início dui migrando pro curso lindo de Matematica Aplicada, que tinha uma liberdade acadêmica incomum no Brasil, e lá havia um aluno (o proprio) que também estava fazendo incursões na psicologia (lembro da matéria sobre Foucault que fizemos lá no primeiro período), pretendendo se tornar neurocientista. Nossas conversas na epoca tinham bibliografia: chegando em casa, mandavamos por email um pro outro os autores q tinhamos citado na conversa (mentira, isso só aconteceu uma vez e só alguns autores foram lembrados). Um ano depois ele se mudou pra Curitiba e perdemos contato, seguiu um caminho cada vez mais espiritual, da psicologia comum pra psicologia transpessoal, pro estudo dos enteógenos, pras práticas de retiro e meditação, etc. Eu só me voltei pra esse caminho muito mais tarde, pela via do existencialismo, do anarquismo epistemológico e, mais tarde, do tai chi chuan e da yoga. Na minha estada em Porto Alegre, no CEBB, retornei de vez pra esses trilhos. Então soube que Daniel tambem estava, em termos diferentes, num momento de virada. Soubemos então que esse reencontro tinha que acontecer, que seria enriquecedor e cheio de novas luzes pra ambos. Na verdade, esse era o meu principal motivo pra passar por Curitiba, desde que planejei sair de Porto Alegre subindo de volta.
As cores do céu estavam deslumbrantes e fomos ver o nascer lá no Parque Tingui, enquanto botávamos na mesa as pautas da semana. Depois tomamos café na padaria da galera simpática, fomos até em casa, tomamos chá e dormimos. Acordamos, almoçamos Shawarma, eu passei a tarde descansando, no fim do dia apareceu uma menina do interior, de família japonesa, perdida na cidade, de forma totalmente aleatória. E tivemos, os três, uma conversa interessante surreal.
À noite fui encontrar outro Daniel, meu sócio numa outra empreitada que eu ajudo a tocar, a Olimpíada Brasileira de Linguística. A ideia era ver uma palestra de um linguista velhinho e fofo na UFPR, mas fomos pro bar em vez disso. De toda forma, reencontrar esses dois universos foi bastante aliviante depois do stress todo da ida ao Paraguai.