En realidad no tenia sueño, me sentia triste...
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En realidad no tenia sueño, me sentia triste...
onde eu me perdi de mim?
eu sinto falta de mim
eu não sei mais quem eu sou
nem o que o mundo fez comigo
minha cabeça é sempre uma zona
eu lembro dos dias no parque
você me dizia que eu iria brilhar
mas se era verdade, então por que o mundo me apagou?
acho que minha estrela não nasceu pra ser chamativa e muito menos destacada
porque eu me sinto invisível em cada cômodo dessa casa vazia
e sempre foi assim
passando despercebida em tudo e por todos...
Oubliette
***
Me arrojaron como bolsa pestilente de los suburbios la nauseabundez se me impregnó hasta en las pestañas soy presa hasta las entrañas
El líquido chorreó abundante por todo el brazo ...es éste indómito abrazo que me persigue la tentación de una carne que nunca fue mía..?
Que aún siendo o no piel, son tus ojos los que me atrapan así que no es sino un charco, el único que me ve, en eso quiero undirme
No hay peces sobre el tejido epitelial poliestratificado cilíndrico, que inunda de miradas al rededor mío
Quiero estirarme, hasta quebrarme en mil pedazos dejar que mis células encuentren reposo en su olvido aquel a quien, alguna vez, se amó.
22/04/2017
Há tempos não via o mundo com esses mesmos olhos! Voltou a tona uma ótica que tempos atrás havia largado, a visão da solidão. Sinto que estou para pular e não tem ninguém pra me segurar, olho para trás e o que vejo são olhares de reprovação que a cada segundo me empurram de encontro ao meu fim. Parece tão triste eu com meus 18 anos, no início da vida, imaginar como seria meu prefácio, ou se terei um; parece que a vida não sorri para todos afinal. Não sinto o amor de uma família, não tenho amigos que me entendam e quando vou desabafar o que ouço é “pensa que tem gente pior”, “fulano tá pior que você”, “vai passar”, e cada frase dessas faz eu me sentir pior como se cada pessoa que me falasse isso estivesse dizendo “você é muito besta, tem gente pior que você e você aí fazendo drama por qualquer coisa”. Pensamentos suicidas têm se tornado frequentes, começou com um na semana, depois tornaram-se 2 na mesma noite, e a recorrência deles tornou-se constante, e eu tenho medo. Só preciso de um abraço de mãe que me diga “Eu te amo, eu te aceito e não importa o que os outros vão falar”, mas sei que isso não vai acontecer, eu nunca serei amado e tampouco aceito pelos meus progenitores, e isso é lastimável. Escrevo para aliviar minha dor, na esperança que esses fantasmas suicidas sumam e eu possa viver tranquilo. Se a dor te torna alguém melhor, estou para descobrir. Com amor, um alguém.
for perdidx