like or reblog this post

seen from Sweden

seen from Italy

seen from Italy
seen from China

seen from Italy
seen from United States

seen from Italy
seen from China

seen from Malaysia
seen from Hong Kong SAR China
seen from Malaysia
seen from China
seen from China
seen from China

seen from Italy
seen from Netherlands
seen from China
seen from Malaysia
seen from Netherlands
seen from United Kingdom
like or reblog this post
Original caption:
In this short film, you will be taken on a journey through the incredibly varied landscapes of this imposing continent, South America.
One year of travel, nine countries, countless hours on busses, motorbikes, and cars. Hundreds of thousands of images taken. 30TB of data used, 5 months of editing. The time-lapse film features South America like it has never been before with images from Brazil, Venezuela, Guyana, Colombia, Argentina, Chile, Peru, Bolivia and Ecuador. Read more about the project on mortenrustad.com/south-america
The music is specially composed for this video by Jogeir. Check him out on Soundcloud: soundcloud.com/jogeirmusic
To see what equipment I used, see this video: youtu.be/Vg6h0U3S8_o Motion control gear by Syrp (syrp.co/)
The clips in this film are available for licensing at resolutions up to 8K (7680*4320). Contact information can be found at mortenrustad.com
Produced by VJUS (vjus.no)
For more of Morten's work, check out mortenrustad.com
Uma dica pros responsáveis pelas perucas:
PAREM de colorir as pontas dos cabelos. Sério.
O cabelo da minha Luvith é BRANCO e as pontas dessa peruca da florista são MARRONS. Tipo, QUE?! Alguns ficaram até aceitáveis, MAS FRANCAMENTE.
Sério. Parem.
Jasmine Ni'Cole Luxury Perucas Couture-level Lace Front Wigs Handmade with Single Donor Hair Dedicated to the fashionable Multidimensional Woman
Biodança, ovnis, perucas: com que trabalham as novas profissões
Reprodução: © ABRAÇA/Arquivo Pessoal Lista oficial de ocupações foi atualizada pelo Ministério do Trabalho Publicado em 09/06/2024 - 16:54 Por Rafael Cardoso - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro Ela tem a habilidade de transformar completamente a aparência de uma pessoa. Basta mudar textura, comprimento e cor do cabelo, e surge uma nova personalidade. Raquél Reis, de 41 anos, é confeccionadora de perucas há mais de uma década. Já produziu até 200 cabelos diferentes em um mês. Uma rotina pesada de trabalho, que atende desde profissionais do mundo das artes, até pessoas comuns que sofrem com a queda de cabelo por causa do tratamento contra o câncer.
Reprodução: Foto: Raquél Reis/Arquivo Pessoal “É um trabalho muito puxado e custoso. A pessoa quer que você faça por medida, no formato da cabeça dela, tem que tirar medidas, fazer marcações, fio a fio, para aparecer tudo maravilhosamente natural. É complicado”, diz Raquél. “Mas eu amo esse poder da transformação. Toda vez que faço uma peruca para alguém, primeiro coloco em mim, vejo se estou feliz e confortável, depois passo para a minha cliente. É um mercado lindo, crescendo cada vez mais. Antigamente, tinha o preconceito da peruca. Hoje, não”. O trabalho de confeccionador de peruca é uma das 19 novas profissões reconhecidas no Guia Brasileiro de Ocupações. Ele foi lançado na quinta-feira passada (6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego e a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Raquél Reis diz que a produção de perucas garante uma remuneração suficiente para pagar as contas. A demanda antes da pandemia era maior, mas vem aumentando progressivamente. Ela prefere trabalhar de forma autônoma, para conseguir atender desde clientes comuns até produções artísticas maiores para o cinema, televisão e teatro. Atualmente, está envolvida na peça O Rei Leão, em cartaz em São Paulo. Já trabalhou para os filmes Nosso Sonho, sobre a dupla Claudinho e Buchecha, e Mamonas Assassinas. A demanda de pessoas com câncer, que perdem os cabelos por causa da quimioterapia, também costuma ser alta. Raquél já atendeu 18 pessoas com essa necessidade em um mês. Um trabalho que, apesar de não trazer ainda um retorno financeiro alto, traz muita satisfação em poder ajudar as pessoas a recuperarem um pouco da autoestima. “Quando a pessoa está começando a quimioterapia, eu consigo tirar o próprio cabelo da cliente e fazer a peruca. Antes, eu pedia para alguns amigos coletarem cabelo. Mas um dia ninguém podia ir e eu fui junto, acabei chorando junto com a cliente. Agora estou sendo mais profissional. É difícil ver uma mulher perdendo o que ela ama, porque isso é a moldura do nosso rosto. Mas a pessoa chora no momento e, depois que ela coloca o cabelo, volta a sorrir”, diz Raquél.
Guia Brasileiro de Ocupações
A versão atualizada do Guia Brasileiro de Ocupações lista 2.609 profissões do mercado de trabalho. A ideia é que o documento sirva de referência para trabalhadores, estudantes, empregadores e pesquisadores. Há informações sobre a média salarial, habilidades, conhecimentos e requisitos de cada uma das ocupações. Além de dados sobre desligamentos e admissões em 2023. As 19 ocupações que aparecem pela primeira vez na lista ainda não têm todas as informações acima. A entrada na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) é o primeiro passo para que profissionais e instituições busquem maior reconhecimento e organização da profissão. A identificação inicial tem fins classificatórios para registros administrativos, mas não pode ser confundida com a regulamentação da profissão, que sempre é realizada por meio de lei no Congresso Nacional. As 19 novas profissões são: terapeuta reiki, instrutor de ioga, instrutor de meditação, facilitador de biodança, facilitador de grupos de movimento, condutor escolar terrestre, lactarista, brinquedista, condutor de cães domésticos, monitor de animais domésticos, instrutor de mobilidade com cães-guia, biólogo em meio ambiente e diversidade, biólogo em saúde, ergonomista, hidrojatista, ufólogo, analista de sucesso do cliente, analista de experiência do cliente e confeccionador de perucas.
Ufólogo
Reprodução: Foto: Edilson Boaventura/Arquivo Pessoal Objetos voadores não identificados (Ovnis) e extraterrestres povoam o imaginário social há tempos. Além de lendas populares e temas de ficção, eles são fonte de pesquisa para um grupo de pessoas que se denominam ufólogas. É o caso do Edison Boaventura Junior, 57 anos, que trabalha com o assunto há 42 anos e divulga os conteúdos nas redes sociais. Aposentado, foi gerente do Banco do Brasil durante toda a vida e, com o salário, custeou os estudos na área de ufologia. “O meu interesse pelos ovnis surgiu em 1981, depois de avistar um objeto voador não identificado em Guarujá, no litoral de São Paulo. Tinha 14 anos de idade, minha mãe e meu irmão mais novo presenciaram o fato, além de alguns vizinhos. Era um objeto alaranjado, muito grande, que soltava objetos menores por baixo. Cheguei a contar 16 objetos. Até que eles desapareceram em uma velocidade rápida”, conta Edison. Em 1985, Edison fundou o grupo ufológico do Guarujá, que afirma pesquisar mais de 600 casos, envolvendo fenômenos de avistamentos, luzes, pousos de objetos e até contatos diretos com tripulantes. A expectativa agora é que, com o reconhecimento oficial de que a ufologia é uma profissão, possam existir remunerações e postos de trabalho oficiais no governo, em áreas de inteligência ou militar, centros científicos e universidades. “Fato inédito acontecendo no Brasil. Não conheço nenhum outro país no mundo que tenha ali na sua grade o código de ufólogo reconhecido como profissão. É um marco nacional e internacional. Acredito que essa iniciativa deve ser seguida por outros países também, que vão usar o nosso exemplo para sistematizar isso nos ministérios do trabalho deles”, analisa Edison. “Segundo passo é sistematizar tudo para definir o que é um ufólogo. Precisa ter nível superior? Tem que fazer algum curso? Ele vai ser reconhecido pelo MEC? Se a pessoa escreveu algum livro ou publicou algum trabalho em revista especializada?”.
Facilitador de biodança
Um dos nomes que mais chama a atenção na nova lista de ocupações é o do facilitador de biodança. Parece algo mais novo e desconhecido, mas é uma prática que existe desde a década de 1960. Foi criada por um psicólogo e antropólogo chileno, Rolando Toro, e trazida para o Brasil nos anos 1970. Por aqui, ela tem como principal instituição a Associação Brasileira de Facilitadores de Biodança (Abraça), da qual Wanderléia Aparecida Coelho é presidente. “A biodança integra música, movimento e atividades em grupo. O objetivo é que as pessoas possam se reconhecer dançando e, assim, caminhar de forma mais plena pelo mundo. Toda sessão, que dura em média duas horas ou duas horas e meia de trabalho semanais, potencializa os despertares do indivíduo. Não é uma coreografia marcada, ela não tem passos definidos. O que ela tem são estímulos através da música, das vivências pessoais e do grupo, para que cada indivíduo possa se conhecer através do próprio movimento”, explica Wanderléia. Segundo a presidente da Abraça, a biodança integra os conhecimentos de várias ciências. Começa com a ideia de promoção da saúde e se aprofunda em outros caminhos de desenvolvimento humano e de autoconhecimento, dentro de uma jornada existencial. O profissional que deseja se tornar um facilitador em biodança precisa passar por um processo de formação exigente. A qualificação dura 4 anos, com 400 horas de teoria e prática. Para iniciar o curso, é obrigatório que já tenha participado de sessões e rodas de biodança, para depois seguir os estágios de formação teórica, estágios e apresentação de monografia. Uma vez concluído, ele se torna um facilitador, conceito importante para entender a profissão. “Ele se diferencia de ser um professor, porque a gente parte do princípio de que estamos ali para criar condições para que um indivíduo se desenvolva. Facilitando processos, criando condições. E não ensinando, no sentido mais conservador da palavra. Ensinar é alguém oferecer conhecimento para outro aprender. A biodança parte do princípio de que já existe esse potencial humano e o facilitador cria condições para despertar os potenciais”, diz Wanderléia. O profissional formado pode atuar em grupos regulares privados, voltados para a área do desenvolvimento humano e promoção da saúde. Ou na área da educação, para a formação de outros facilitadores. E até mesmo passar em um concurso público em alguns estados e municípios que disponibilizam vagas para essa formação específica. A ABRAÇA ainda não tem um levantamento sobre a média salarial da categoria, mas é uma pesquisa que está no horizonte.
Reprodução: Satyla Leal/Arquivo Pessoal
Instrutor de yoga
Conceito e prática que tem origem na Índia, a yoga (ou ioga) é difundida há um bom tempo pelo Brasil. É fácil encontrar um número alto de praticantes e professores nas redes sociais. Um desses perfis é o de Satyla Leal, de 30 anos, que dá aulas virtuais e presenciais há quatro anos. Ela já pensou em ser educadora física, cursou administração, trabalhou como vendedora em shopping, até encontrar o caminho profissional na yoga. Profissão que, por comparação com as outras, pode parecer menos agitada, mas exige um longo tempo de dedicação. “O meu dia começa às 4h da manhã. É bem cedinho mesmo, para eu conseguir fazer minha prática antes de começar a dar as aulas. Às 6h, eu tenho a primeira aula, que é virtual. Depois, por volta das 7h, dou uma aula presencial. Na sequência, eu faço musculação para fortalecer o corpo e a própria prática. E aí vem os cuidados com a casa e os estudos. No período da tarde, tenho mais aulas particulares, que só terminam às 19h”, conta a professora. Satyla diz que a profissão exige muito envolvimento físico e emocional, e que uma pessoa interessada em se tornar professora precisa ter disciplina e estar engajada nos princípios da yoga. Praticar o que ensina. “Yoga significa união. O objetivo da prática é essa integração da gente com a gente mesmo, com os nossos pilares essenciais: o corpo, a mente, o espírito e a harmonia deles para a gente transitar pela vida e todos os desafios. A Yoga não vai resolver os problemas, mas vai te trazer disciplina para o que precisa ser feito. Aprender a trabalhar a mente não como inimiga, mas como ferramenta. Aprender a ouvir o próprio coração”, diz a professora.
Brinquedista
Já pensou em ser um profissional pago para brincar e organizar brincadeiras de criança? O trabalho de brinquedista envolve uma dose alta de diversão, mas é sério e exige uma formação específica para que a pessoa seja capaz de lidar com uma rotina diária movimentada de trabalho. O mercado de trabalho tem opções principalmente em brinquedotecas de escolas, hospitais e empresas privadas.
Reprodução: Foto: Hospital da Santa Casa de Poços de Caldas/Divulgação “O brinquedista se ocupa de selecionar o acervo da brinquedoteca. Os brinquedos e jogos que mais atendem ao público, conforme a idade e o ambiente onde as crianças estão inseridas. Uma brinquedoteca hospitalar, por exemplo, não pode ter determinados tipos de brinquedos por conta da higienização. O profissional vai organizar os espaços dentro da brinquedoteca para que sejam atraentes, para que as crianças interajam ali dentro. Ele ensina e incentiva brincar. Pode trazer projetos de músicas ou artes. Também cuida da parte de limpeza e da segurança do brinquedo, se ele precisa de manutenção e descarte. Tem que acolher famílias. Não é pouca coisa”, explica Maria Célia Malta Campos, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Brinquedoteca (ABBri). A primeira brinquedoteca do país foi montada em 1981: a Brinquedoteca Indianópolis, em São Paulo, tendo como diretora a pedagoga Nylse Helena Silva Cunha. A ABBri surge em 1984 e está com 39 anos de existência. Hoje, quem deseja se tornar um brinquedista precisa passar por um curso livre de 40 ou 50 horas. Não é exigido diploma universitário, basta ter o ensino médio completo. O reconhecimento na Classificação Brasileira de Ocupações foi importante, segundo os brinquedistas, para evitar confusões com outros tipos de atividades, que possuem filosofias bem diferentes. “A gente diferencia bastante o brincar da brinquedoteca do brincar pedagógico voltado para um ensino. O brincar para nós é livre, criativo, onde a criança se comunica, se expressa, ela é o centro da atividade”, explica Maria Célia. “Existe uma base sólida para diferenciar esse profissional do educador e do recreador. O recreador lidera e organiza situações de brincadeira. Ele é o centro da atividade. E para nós é o contrário. O centro da atividade é a criança”. Edição: Valéria Aguiar
Read the full article
Rede Feminina de Itapema doa perucas de cabelos naturais à AAPEC de Barra Velha
A Associação de Assistência ao Portador e Ex-portador de Câncer (AAPEC) recebeu novas perucas para sua coleção em Barra Velha. O repasse das perucas foi efetuado por Mara Gracinha, voluntária da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Itapema. É ela quem recebe as mechas de cabelo doados à AAPEC, e confecciona as perucas com estes cabelos originais. Loreti Torres, presidente da AAPEC, observa que é…
View On WordPress
ONG em São Paulo doa perucas para pacientes com câncer
Reprodução: © Fernando Frazão/Agência Brasil Cabelegria atende mulheres e crianças Publicado em 21/03/2023 - 16:16 Por Ludmilla Souza - Repórter da Agência Brasil - São Paulo ouvir: O Banco de Perucas Móvel - um caminhão customizado com prateleiras de perucas, espelho e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida - circula pela cidade de São Paulo realizando um cronograma de ações solidárias em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março.
No banco são oferecidos cortes de cabelos gratuitos para quem doar cabelos, além de doação de perucas e kits para crianças e mulheres com câncer, que encontrarão ali um ambiente acolhedor, onde poderão experimentar perucas até encontrar a ideal.
Reprodução: Ação da Cabelegria promove corte de cabelo gratuito e doação de perucas para pacientes no Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho - Fernando Frazão/Agência Brasil A ação é da Cabelegria, organização que há nove anos confecciona e distribui gratuitamente perucas para crianças e mulheres com câncer em todo o Brasil. A fundadora da entidade, Mariana Robrahn, disse - sobre a importância da iniciativa para as pacientes com câncer - que “infelizmente a quimioterapia faz cair todos os cabelos de uma mulher que já está fragilizada. A doação da peruca faz com que os pacientes que não querem passar pelo tratamento careca se sintam melhor”.
Vida social
Reprodução: Estudante Kethely Amanda Gomes recebe doação de peruca da Cabelegria no Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho - Fernando Frazão/Agência Brasil A ação melhora a vida social das pacientes, disse ela. “Muitas vezes, para esses pacientes, além de devolver a autoestima, devolvemos também a vida social, pois alguns deles param de sair porque não querem que os vejam sem cabelos. Além da doação da peruca, o Banco de Perucas Móvel é uma experiência. Nele, a paciente faz uma linda maquiagem e pode experimentar diversas perucas até encontrar a que mais gosta!”, afirmou Mariana. Paciente em tratamento, Elaine Cabral disse que está feliz com a peruca recebida. “Foi a melhor coisa que me aconteceu, pois queria muito um cabelo, estou muito feliz. A Cabelegria trouxe a minha autoestima de volta, sou muito grata pelo trabalho lindo que eles fazem, um atendimento maravilhoso, só gratidão”. A Ariana Santos, que também esteve no Banco de Perucas Móvel, revelou que amou a peruca e principalmente a iniciativa. “É um ato de amor e carinho com todas nós, mulheres em tratamento. Foi muito gratificante o momento no caminhão: as pessoas doando e nós ali experimentando as perucas. Foram momentos de muita alegria, principalmente no dia das mulheres”.
Reprodução: Ariana Santos Landuci Silva, posa para foto com sua peruca do projeto O Banco de Perucas Móvel - Cristiane Burckauser/Divulgação Cabelegria Desde o início do mês, já houve sete dias de ação. “Esses dias foram bem expressivos, tivemos 155 cortes de cabelo para doação, 865 unidades de cabelos entregues já cortados e 45 perucas doadas”, detalhou Mariana. A próxima iniciativa será no sábado (25), das 9h às 14h, na Rua São Lucas 5B – Jardim de São Lázaro, Ferraz de Vasconcelos, São Paulo. As pacientes que queiram retirar peruca de doação, devem apresentar laudo médico, identidade e Cadastro de Pessoa Física (CPF). Pacientes oncológicos também devem apresentar comprovante de quimioterapia. Será preenchido cadastro para liberação da doação.
Doação
Reprodução: Cabelereira Ana Barbara Romero recebe doação de peruca da Cabelegria - Fernando Frazão/Agência Brasil As pessoas que quiserem doar cabelo podem ir aos pontos de coleta disponíveis no site ou doar cabelo através dos Correios: A/C Cabelegria, Caixa Postal – 75207 - São Paulo/SP, CEP. 02415-972 - CNPJ - 20.000.573/0001-22. Para doações, o cabelo precisa ter, no mínimo, 20 centímetros. É importante que o cabelo seja amarrado antes do corte e que esteja seco sem chapinha ou escova. A organização confecciona 50 perucas por mês e não há fila de espera para entregas pedidas pelo site e enviadas por Sedex sem custo. “São necessárias cerca de trezentas gramas de cabelo (aproximadamente cinco mechas de pessoas diferentes) para confeccionar uma única peruca”, explica a organização. Desde sua criação, a Cabelegria arrecadou milhares de doações de fios, transformando o projeto em uma corrente mundial do bem, que já realizou mais de 12 mil entregas gratuitas para crianças e mulheres. Edição: Kleber Sampaio
Read the full article
Qual vcs preferem, a Loira ou a Morena da Mega Biju? 👩🏼👩🏻 #peruca #perucasnaturais #perucas #cabelo #medivirto #publicidade #publi #marketingdigital #influencer #influencerdigital (em Em Nova Andradina Ms) https://www.instagram.com/p/CQMAlzXhe-z/?utm_medium=tumblr