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Kelsier probably would have left the pouch behind— the two dozen or so clips it contained wouldn’t have been worth his time. However, for most of her life Vin had scrounged and starved. She couldn’t just force herself to be wasteful. Even tossing coins to jump with made her uncomfortable.
Right??? Right??? Even just pennies— the idea makes me mentally curl my arms around my meager little piles of money.
Old men like Marshal Pétain may run the country, but the young people will lead the way.
Janet Skeslien Charles, The Paris Library
“I think people would like a singing policeman. Makes life seem more like a musical. Everyone wants to live in a musical.”
— The Madness Underneath, Maureen Johnson
" — Lembra quando você me viu pela primeira vez? Aqui mesmo neste estacionamento? Você bateu os olhos em mim e teve a impressão de que me conhecia de algum lugar, não foi? E ontem, quando acordou do desmaio e deparou com meu rosto a um palmo do seu. Você quase lembrou, estava a um passo de me reconhecer, mas acabou se distraindo com uma coisa qualquer, foi ou não foi? Olho para Damen, imóvel, perplexa, intuindo exatamente o que ele vai dizer, mas me recusando a ouvir. — Não! — exclamo, e dou outro passo para trás, completamente tonta, prestes a perder o equilíbrio e me esborrachar no chão. — Fui eu quem encontrou você aquele dia, no campo. Fui eu quem trouxe você de volta! Balanço a cabeça sem acreditar, os olhos encharcados de lágrimas. — Não! — Aqueles olhos que você viu ao... voltar a si... Aqueles olhos eram meus, Ever. Eu estava lá, bem a seu lado. Eu salvei você. Sei que você lembra. Estou lendo seus pensamentos. — Não! — berro, tapando as orelhas e fechando os olhos. — Pare com isso! — continuo gritando, sem querer ouvir mais nada. — Ever... — A voz de Damen invade meus pensamentos e sentidos. — Sinto muito, mas é verdade. No entanto você não precisa ter medo de mim. Neste instante, caio de joelhos no chão, o rosto encostado nas pernas, e irrompo numa violenta crise de choro, dessas em que a gente se sacode toda. — Você não tinha o direito de fazer isso, de interferir dessa maneira! Agora sou uma aberração, e a culpa é sua! Por sua causa estou presa nesta vida horrível! Por que você não deixou que eu morresse em paz? — Não ia suportar perder você outra vez — ele diz baixinho, e se ajoelha ao meu lado. — Não desta vez. Não de novo.
Para Sempre