PLOT DROP 003 – O PONTO DE CONVERGÊNCIA
Após o incidente envolvendo a Sala Precisa, a postura dentro do castelo muda. Sem grandes anúncios, mas de forma perceptível, professores e monitores passam a se organizar. Grupos são formados com um objetivo claro: patrulhar os limites do castelo e compreender melhor o que, exatamente, está acontecendo. Até então, qualquer tentativa de deixar o castelo resultava na mesma barreira invisível, absoluta, que impedia qualquer avanço. Mas isso deixa de ser completamente verdade.
Em pontos muito específicos, o bloqueio já não se manifesta da mesma forma. Não desaparece por completo, claro, mas deixa de impedir o deslocamento dentro de um limite restrito dos terrenos. Pela primeira vez desde o início, torna-se possível alcançar áreas externas imediatas, ainda que sem qualquer possibilidade de se afastar do castelo ou ultrapassar os limites mais distantes.
As investigações deixam de se restringir ao interior. Sempre com cautela, sempre em grupos, sempre evitando os pontos onde a barreira já havia se mostrado instável ou perigosa, professores e alguns alunos (especialmente monitores) começam a "testar" os limites das barreiras. E é durante uma dessas patrulhas que algo é encontrado.
Em cada um dos três castelos, uma dupla de professor e monitor patrulha o Campo de Treinamento (lembre-se que parte dele está acessível, mas outra não, porque a barreira repele e impede passagem). Durante esta patrulha, a dupla percebe, com certa estranheza, que a barreira cede, perceptível através da ausência daquela resistência habitual no ar, como se o espaço tivesse simplesmente deixado de "empurrá-los" para trás. Pequenos objetos lançados à frente deixam de ricochetear ou desaparecer como antes. Em vez disso, atravessam normalmente a névoa e continuam visíveis do outro lado.
Cautelosos, mas intrigados, avançam de varinha em punho até a margem oposta. Conforme caminham, o terreno começa a se alterar de forma sutil; eles atravessam para um espaço vazio, cercado de névoa, mas muito parecido com o terreno normal de Hogwarts. O trajeto deveria levar muito mais tempo, considerando a distância visível entre os castelos, mas não leva. Depois de cerca de dez minutos de caminhada, a névoa finalmente se abre. O espaço além dela não pertence completamente a nenhum dos castelos, mas é um trecho vazio de terreno, amplo e silencioso, como uma espécie de interseção entre as três versões de Hogwarts. A grama continua a mesma, assim como o céu e o lago ao longe, mas tudo parece desalinhado.
Nesse ponto, tanto professor quanto aluno creem que a barreira cedeu de vez e os deixará avançar em direção a algum dos outros castelos. Não há resistência, nem dor, nenhuma desorientação dessa vez e a magia responde normalmente. E então eles percebem que não estão sozinhos.
Ao se aproximarem, encontram um aluno claramente pertencente a outra geração. As diferenças são imediatas, perceptíveis nos detalhes, nas roupas, na forma como se apresentam. Por alguns instantes, eles conversam e é o suficiente para confirmar o que, até então, era apenas hipótese. No entanto, a decisão é rápida, o professor interrompe, voz da razão, e diz: “Precisamos voltar, precisamos relatar isso”. Aquilo é grande demais para ser explorado sem que os diretores saibam. Assim, eles retornam pelo mesmo ponto sem efeito colateral.
Cada patrulha acaba sendo observada por um aluno que, por curiosidade ou desconfiança, decide seguir o grupo à distância. Assim, o incidente se espalha para todos os habitantes dos castelos (testemunho desses alunos + boatos e rumores).
E pela primeira vez desde o início, existe um lugar onde os limites entre os castelos não impedem o contato entre os seus habitantes. E, diferente de tudo que veio antes, esse lugar é estável, não repele e não manda ninguém até a enfermaria. Logo, os diretores de cada linha temporal isolam o local, impedindo que os alunos possam entrar sem autorização. Mas a curiosidade e a vigilância de cada um permanece.
De manhã em 1976, a professora Minerva McGonnagall patrulha com Remus Lupin @lvppins. Eles acabam encontrando Ronald Weasley @weaszleyrb. Gilderoy Lockhart @glockhharts observava o acontecido em segredo e acabou presenciando e espalhando isso.
À tarde em 1999, o professor Julio Broadmoor @broadamor patrulha com Draco Malfoy @muffliatc. Eles acabam encontrando Lily Luna Potter @firecrackerlily. Azure Barkwith @tthestrength observava o acontecido em segredo e acabou espalhando isso.
À noite em 2026, a professora Luna Scamander @lovegcds patrulha com Molly Weasley II @musingwithspells. Elas acabam encontrando James Potter @fogocommaresia. Antonina de León @dinendash observava o acontecido em segredo e acabou presenciando e espalhando isso.
INFORMAÇÕES OOC
CRONOLOGIA DO PLOT DROP I. 15 a 18 de setembro: professores e monitores começam a patrulhar o castelo e testar os limites das barreiras. II. 19 de setembro: o acontecimento descrito acima ocorre. III. 19 a 22 de setembro: repercussão, comentários, investigações e interações posteriores.
Para que os encontros façam sentido e não haja um buraco no plot drop, os momentos de encontros aconteceram em momentos diferentes do mesmo dia. Em 1976 a patrulha ocorreu de manhã, em 1999 após o almoço e em 2026 durante a noite.
Novamente, apesar disso ter acontecido especificamente com esses personagens, todos do castelo acabam ficando sabendo do que acontece.
Os personagens mencionados devem postar um POV contando a experiência (de modo contrário podem ser substituídos). Lembrando que todos os personagens irão participar dos plot drops uma hora ou outra, então se você não foi agora, será questão de tempo!
DATA IC: o acontecido em si aconteceu no dia 19 de setembro, mas vocês podem interagir do dia 15 a 22 de setembro, mas não passar disso.
Vocês podem interagir em flashback se quiserem continuar as interações que começaram antes (só não se esqueçam de interagir no drop também, já que ele é bem importante).
Para qualquer dúvidas, minha inbox e dm estão abertas, como sempre!
DIVIRTAM-SE!!!!!!!!!!!!!!!













