Mas afinal, de que cultura estamos falando?
E aí, galera? Como passaram esta semana? Tudo beleza? É bem verdade que tem dias que estamos indispostos, tristes, cabisbaixos, ou temos muitas tarefas para darmos conta mesmo na quarentena isolados, né? Enfim, mas vamos chutar o pau da barraca? E não deixarmos esta “urucubaca” nos pegar? Bora juntos darmos a volta por cima? Sim, juntooooooos!!! Porque nós, MinasdaCiber, também nos sentimos assim alguns dias!! E isso tem algo de errado? JAMAIS!!! Somos todos HUMANOS! Bora nos energizar de paz interior e lermos as contribuições que Lúcia Santaella mais uma vez tem a nos presentear? Sim, sim, sim: Um belo presente de quarentena!!! Aêêêê... e todos juntos, antes de continuarmos a leitura, vamos fazer o que? Bora bater palmas!!!!! Aêêêê!!!!
Galera, é sério! Antes de continuarmos, vamos ver o que significa “urucubaca”? Segundo o nosso querido GOOGLE, Urucubaca é “um substantivo feminino que significa má sorte no que se faz ou intenta; ziquizira”. Eita zorra! E agora, o que é ziquizira?? Ops! É só pensar... o mesmo que urucubaca kkkkkk!! Bora? Agora boraaaaaaaaa!!!! Mas antes, que tal de modo intelectual fazermos um breve resumo do post anterior? Prometemos! Breve! Juramos! Breve!!!
Lúcia SantaELLA, olha ELA novamente, relatou em seu texto passado as diferenças existentes nos modelos de produção anteriores e posteriores à Revolução Industrial.
No artigo em questão, intitulado “A cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano”, a autora trata da questão do desenvolvimento das tecnologias e da comunicação e sua implicação em todas as esferas da sociedade. Sabe-se que as novas tecnologias da informação e comunicação estão mudando TODAS AS ESFERAS DA SOCIEDADE!!! É sim, galera! Pensemos juntos: no lazer, no trabalho, no consumo, nas atividades militares e policiais, a comunicação e educação, entre outros.
Que tal agora diferenciarmos as culturas? Vamos nessa!! Pois desta maneira a gente compreende melhor a abordagem. Cultura de massas, é aquela onde as pessoas começam a se adequar a uma vida mais padronizada e passam a assumir comportamentos de interesse coletivo. Cultura das mídias, é o conjunto de meios de comunicação os quais são apenas canais de transmissão da mensagem. E por fim, a cultura digital, que é a que está entre nós hoje e é consequência da cultura anterior. Gente, vocês viram que intelectualidade nós fizemos agora? Agora quero ouvir vocês diferenciá-las em alto e bom som. Vamos? Agora! Já! Acreditem: estamos aqui a escutar vocês.
Lúcia Santaella traz para nós as formações socioculturais com a divisão das eras culturais em seis formações: cultura oral, cultura escrita, a cultura de impressa, a cultura de massas, a cultura das mídias e a cultura digital. A cultura digital ou cibercultura são criaturas humanas. Ela diz que não há uma separação entre uma forma de cultura e o ser humano. Nós somos essas culturas. E a escola e a educação fazem parte desta cultura.
Expressão Pós-Humano
Ela tem sido usada para sinalizar as grandes transformações que as novas tecnologias da comunicação estão trazendo para tudo o que diz respeito à vida humana, tanto no nível psíquico, quanto social e antropológico (ciência do homem no sentido mais lato, que engloba origens, evolução, desenvolvimentos físico, material e cultural, fisiologia, psicologia, características raciais, costumes sociais, crenças etc). E é percebido o quanto cada vez mais os espaços escolares estão passando por estas mudanças, modificações que são inseridas também no quesito mental e corporal.
Ahhhh! O texto terminou!
Mas semana que vem voltaremos com outra temática!












