Há 10 anos eu começava uma aventura - por muitas vezes traumática - para contar as histórias da suposta vida familiar dos Freud. Fiz o pequeno Jean-Martin, primogênito do velho criador da Psicanálise, se fantasiar de tantas coisas que já nem me lembro mais; de Nietzsche a Sr. Spock, passando por Sr. Salsicha, Gregor Samsa e a Alice, do Lewis Carroll. Fiz também a pequena e impertinente Anna inquirir sua mãe e meio mundo sobre onde estaria seu falo, assim como coloquei o doutor Freud e sua esposa Martha em maus lençóis com pacientes, cidadãos vienenses, pessoas do circo, ciganos, animais exóticos, conservadores e religiosos. Além, claro, das situações domésticas as mais estapafúrdias possíveis, até os clássicos trotes telefônicos do Dr. Jung. Três livros publicados depois, inúmeras participações em congressos, colóquios, seminários, eventos de quadrinhos, palestras e oficinas, entrevistas para revistas, sites de notícias, jornais, participação em programas de TV, rádio e podcast depois, olho para trás com a sensação de ter feito um muito bom trabalho com esses personagens e esse universo narrativo envolvendo humor e Psicanálise, uma área de estudo que me é tão cara. Sigo publicando o Filho do Freud nas redes sociais: Facebook e Instagram. E também vendendo produtos na lojinha: canecas, ímãs, botons, cadernos, planners e, claro, os livros.
Apareça por lá!
Daqui mando um forte abraço a vocês. Pacha.













