Just thought of this and i love it
seen from Netherlands
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Germany
seen from China
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from China
seen from China
seen from United States
seen from China
seen from Albania

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United States
Just thought of this and i love it
Cause it randomly popped in my head, from the new year new prompts meme... if you're able to ;D Puckbastian: 37. ‘Do you think we’re bad people?’
Edit: Adding a note because OMG I <3 you, bae! Thanks for the prompt! For the record, I used this as an excuse to procrastinate a report I’m supposed to be writing for work :P
“Do you think we’re bad people?”
It’s uttered quietly, the evening’spull towards the dawn causing an almost unsettling calm to fall uponthe Dalton student, face pulled in an expression that Puck findsuncharacteristic of his current drinking companion. Questions onmorality—a moment of contemplation that, if Puckerman has to behonest, really isn’t a good look on Sebastian because it implies theasshole gives a fuck about what anyone thinks—are not, and havenever been, something the McKinley senior lets get to him. Becausehe’s learned the hard way what happens when he invests too much ofhis damn time into giving a shit about what others have alreadydecided he’s all about.
It’s too. Fucking. Much.
“Going soft on me, Smythe?”
He snatches the flask of whiskey harderthan he intends but the rueful curling of his lips is enough to chasethe trepidation on Seb’s face. By the time he’s taken a generousswallow, savoring briefly the burning of Jack Daniels down histhroat, whatever strange mood had come over the other student is allbut forgotten.
Good. It’s better this way.
He can deal with Smythe’s tongue,dripping with as much honey as it can poison on a whim. Puck prefersthe poison, loves the way Sebastian can rile him up with a cuttingremark sharper than those cheekbones that no, he did not fuckingnotice—because he can deal with Sebastian being an obnoxious fuckbut he’ll be damned if, for one moment, he actually empathizes withthe prick.
“Hardly,”the other student scoffs, attempting to take back his flask. Puckpulls it just out of reach and if it makes the half-drunk Warblersidle in just a bit closer, chuckle hot on the New Directioner’s neckwhen he gives up and drops his head on Puck’s chest, well…
Somethings are better left not losing sleep over.
“Hadenough, lightweight?”
Sebastianmakes a face. And because Puck’s feeling charitable, he lets theWarbler have his stupid flask back. If Sebastian lingers longer inPuckerman’s space, his warmth sending blood pooling low in placesthat are already clouding the New Directioner’s better judgment,neither addresses it as the Warbler takes his sweet ass time pullingaway, taking a long pull from his flask.
Puck’sgaze drops indulgently, following the bobbing of Sebastian’s throatwith each slow swallow.
Unconsciously,he runs his tongue over his lower lip.
PerhapsSebastian notices. Perhaps he doesn’t. But his next words are filledwith promise that Puck’s not quite sure he knows what to do with.
“I’mjust getting started.”
You’re telling me this is the closest puck and seb ever stood next to each other😭😭😭
Thinking about a Puck and Sebastian friendship. They both come from very different backgrounds but something about it works. They've both gotten very good at not giving a shit what other people think of them, and I could see them each respecting that. They also both definitely have some trauma associated with grown adults taking advantage of them, but that's a whole other can of worms. Puck is a little more edgy and that pushes Sebastian just a little out of his comfort zone, in a good way. Sebastian has his parents' credit card and insists on paying for most of the things they do. When Puck starts questioning his sexuality a bit, Sebastian is surprisingly supportive. They regularly hotbox Sebastian's parents' expensive cars, and he gets in trouble every time but they still let him use their cars for some reason??
Payback’s a Bitch || Puckbastian
Who: Sebastian Smythe and Noah Puckerman
What: Seeing each other in the parking lot of a fast food place, Seb and Puck get into another fight
When: Friday night, December 18th, about Midnight
Warnings: A few curse words, blood, but other than that, none.
↳ There are 85 pictures under the cut that could pass as Puckbastian (Noah Puckerman and Sebastian Smythe -·both brotp and otp). None of these images are mine but I did collect them all, so a like or reblog would be appreciated if you found these useful.
Puckbastian
(◕︿◕)
send me a ship and i’ll reply with one of these
And breathe, just breathe, whoa breath just breathe...
Quando os primeiros raios solares entraram pela soleira da porta, o judeu simplesmente jogou a coberta por cima da cabeça. Estava ainda muito cansado para se levantar, mas sabia que seria questão de tempo para o despertador o perturbar. A noite anterior tinha sido na esbornea e o rapaz de fato havia dormido não muito mais do que três horas e ainda sentia a cabeça latejar por causa da ressaca. Sim, Noah precisava parar de beber tanto e perceber que agora que havia saído da escola, já era um adulto e tinha que ser responsável. O relógio despertou as sete horas em ponto e Noah apenas suspirou virando o corpo para o outro lado, sua cama não era das melhores e muito menos o quartinho sujo que havia arrumado. Quando os amigos o chamaram para vir a NY, imaginou que teria uma vida diferente, claro que na cidade não tinha muitas piscinas, mas ele poderia se virar com outra coisa, por isso arrumou um emprego no Starbucks. Era um emprego legal e ele estava aprendendo a fazer coisas novas, mas o seu salário mal dava para ele viver. Tudo o que conseguiu, foi um quartinho pequeno e feio em um prédio muito velho perto da casa de Kurt, Santana e Rachel. Essa nunca foi a sua vibe, queria algo mais para si. Por isso lançou na internet que fazia bico de limpador de piscinas, talvez nas casas mais afastadas de NY, poderia ganhar uma grana e arrumar algo melhor. No entanto naquele momento era apenas o quartinho que tinha. Não tinha cozinha e muito menos uma sala, era um quarto pequeno e escuro – que lembrava motéis baratos – com uma cama, um garda-roupas e um aquecedor e um banheiro, nada mais. Assim que abriu os olhos sentiu a luz do sol arder nos mesmos, teria que levantar ou não chegaria a tempo no serviço e mesmo que não tivesse a mínima vontade de sair de lá, sentou-se na cama. Escutou o celular tocar e virou para ver a foto de Rachel piscando no visor, não tinha idéia do que a moça poderia querer com ele tão cedo, por isso a atendeu. – Alô. Disse com a voz arrastada de sono e um mal humor inconfundível. – Bom dia para você também Noah, estou te ligando para lembrar de se levantar e ir trabalhar, para lembrar também que hoje tem jantar com o pessoal lá em casa e para lembrar da sua amiga querida. Disse tudo de uma vez como sempre, praticamente sem respirar. Como ela conseguia isso, ninguém tinha a mínima idéia, o fato era que Rachel falava demais para alguém que estava acabando de se levantar com ressaca. – Tá Rachel. Foi tudo o que ele disse antes de desligar o celular e entrar no banheiro, tirando a única peça que vestia, a boxer. Enquanto tomava banho, lembrava-se de algumas cenas da noite anterior, bebidas, músicas e mulheres aos montes. Lembrou-se também de ter transado com uma no carro dela, mas não tinha idéia de quem fosse. Saiu do chuveiro cerca de meia hora depois, arrumou-se e colocou os óculos escuros indo para o emprego. Pegou o metrô e chegou lá em menos de quinze minutos, não era muito longe. Entrou pelo café sem falar com muita gente, foi se arrumar e em cinco minutos estava no balcão atendendo as pessoas. Definitivamente aquela não era a vida que Noah sonhava quando saiu de Ohio, porém sabia que certamente era melhor do que viver enterrado naquela cidadezinha do interior. Durante o dia ele tomou vários cafés, para ver se conseguia se manter acordado e quando finalmente terminou o seu turno, ele estava feliz por ter recebido muitas gorjetas. Como combinado foi para a casa de Rachel e lá chegando apenas a cumprimentou se jogando no sofá. – Eu não acredito que esse imprestável também foi convidado para o nosso jantar, ele mal consegue se manter em pé, me diga Puck quanto você bebeu ontem para estar parecendo o Charlie Sheen? Indagou Santana ao seu lado e ele não se deu o trabalho de abrir os olhos para dar uma boa resposta para a latina. Apenas continuou deitado aproveitando as almofadas bordadas, viadas e muito limpas de Kurt. – Deixa ele... está se adaptando a cidade ainda, tem muita coisa para gostar em NY, quando perceber como a cidade é fantástica, não vai querer sair daqui nunca mais. Disse Rachel dando um tapinha em suas costas. Novamente o rapaz sequer se mexeu, sabia que aquela talvez tivesse sido a pior idéia da sua vida, mas não estava com vontade de discutir com ninguém. Escutava as passadas dos amigos de um lado a outro, provavelmente arrumando o jantar. A campainha tocou e escutou a voz de Blaine e Sam no ambiente, ele os cumprimentou com um simples aceno, erguendo um dos braços, porém manteve os olhos fechados. – Eu trouxe o vinho. Disse Blaine abraçando os amigos, indo se sentar no sofá em seguida. Ouviu alguém se jogar no sofá ao seu lado e abriu um dos olhos para ver Sam colocando os pés na mesa de centro e pegar o controle remoto, como se estivesse na sua casa. – Puckerman quer se levantar daí, temos visitas mais legais e interessantes do que você para receber. Santana manifestou-se novamente dando um sonoro tapa na bunda do rapaz. Ele soltou um longo suspiro e então resolveu sentar-se no sofá. A latina passou por Sam tirando os pés dele de cima da mesa, o encarando com uma careta de poucos amigos. As próximas a chegar foram Brittany, Mercedes e Tina. Logo em seguida Artie. Santana mudou da água para o vinho assim que a loira chegou e ele se viu cercado de casais, Santana no sofá ao seu lado sussurrando com Brittany, Mercedes e Kurt conversando sabe-se lá o que e Blaine sentado no colo do Sam aos beijos. Revirou os olhos e se levantou indo para a cozinha, não ia mesmo ficar ali. – Já não estamos todos aqui? O esquadrão gay está me dando náuseas. Disse parando ao lado de Rachel que terminava de temperar uma bacia oceonagráfica de salada. A judia apenas riu enquanto levava algumas coisas a mesa. – Pára de ser implicante, eles estão apenas felizes. Devia fazer a mesma coisa, arrumar uma menina para namorar e parar de ficar nesse mal humor constante que tem desde que saiu de Ohio... não está feliz aqui Noah? Achei que fosse um lugar de oportunidades para todos nós... inclusive para você. Ele encarava a menina sem entender como alguém conseguia falar tanto sem respirar e por conta disso, não prestou atenção em metade das coisas que a menina disse. O rapaz apenas deu de ombros sentando em uma das cadeiras. – Essa cidade é um saco. Foi tudo o que disse pegando uma das taças que estava em cima da mesa e abrindo o vinho que Blaine trouxe – sem pedir licença – enchendo a taça e a bebendo quase inteira em seguida. Se tinha que aguentar aquele jantar demorado e cheio de recordações imbecis, também tinha que ter um pouco de álcool no sangue, mesmo que tivesse que trabalhar de ressaca no outro dia de novo.