Publicação original em http://wp.me/p3WQEx-15 Copyleft iuri.blog.br/azul
--
Disclaimer
Disclaimer: Utilize o texto, ou parte do texto SEM citar a fonte ou autor original. Caso seja necessário, assuma a autoria do texto ou parte do texto. Nada disto deve ser levado a sério, assim como toda e qualquer expressão humana não tem como ser levada a sério. Qualquer tentativa de comparar o que está relatado aqui com a realidade, é meramente o resultado da tentativa de comparar o que está relatado aqui com a realidade.
Adendo: Caso não esteja claro o suficiente, isto aqui se trata de uma opinião pessoal e é um trabalho individual, o que transforma o texto em um paradoxo. Só faz sentido escrever isto aqui me identificando se eu for capaz de compartilhar e colocar isto para apreciação de muita gente. Infelizmente estou cercado de imbecis que criticam a natureza extensa das coisas que eu escrevo, e por consequência disto sou obrigado a centralizar estas coisas aqui neste blog. Isto é uma tentativa desesperada de aliar a burrice moderna que obriga todo mundo a resumir o que escreve, e se tornar cada vez mais medíocre, com a minha insistência em ter o direito de me expressar e incentivar outras pessoas a se expressarem. Equilíbrio não é o objetivo, mas parece que está indicado que é necessário.
Descrição
Texto sobre trabalho coletivo.
Provocado por uma reposta do Vagner na lista de e-mail do Matehackers e PyTchê.
Neste texto eu defino meus conceitos de “indivíduo” e “coletivo” e falo sobre coisas que (agora) eu considero relevantes para se levar em consideração quando se pensa em trabalhos coletivos.
Trata-se de uma dependência cíclica, Vagner.
O coletivo não nasce simplesmente sem o esforço de indivíduos.
O indivíduo não trabalha sem ajuda do coletivo.
A entidade “coletivo”, que é mais que a soma dos indivíduos, existe no Matehackers. Quem vê o Matehackers tem a oportunidade de ser capaz de comparar qualquer outro “coletivo” que se diz “coletivo” e determinar a diferença crucial que diferencia um grupo heterogêneo fadado a se dissipar de um coletivo unido.
Veja bem, não estou desvalorizando os grupos temporários, participo e participei de vários que se unem em nome de um objetivo comum e se dissipam em pouco tempo assim que o trabalho está feito, e é uma experiência extremamente edificante para todxs que participam. Eu diria mais, é uma revolução significativa em relação aos modelos de parceria ortodoxa bem definidos e sob controle que historicamente demonstram que só servem para formar elitismos e monopólios. Já vi o suficiente de acordos de terno e gravata para determinar que a curto, médio e longo prazo não há inteligência envolvida, só o mais do mesmo e engrenagens coloridas “inovadoras” para manter a mesma máquina ineficiente de sempre girando. E girar pro lado errado têm se provado tão ineficiente quanto.
É provável que coletivos como o Matehackers se torne referência para algumas coisas e por consequência disto, se engesse cada vez mais de acordo com valores locais e próprios. Isto já está acontecendo agora e é inevitável e necessário para a sobrevivência do coletivo em primeiro lugar. Se há coletivos inovando, são aqueles CAPAZES de se reinventar, de jogar seus ideais na lixeira, de juntar ideais antigos da lixeira e reciclá-los e assim por diante.
Toda e qualquer ideologia está fadada a se tornar velha, talvez então sabedoria seja aprender a identificar o novo. Considerando que estamos acostumados e educados a pensar da forma antiga, então o novo provavelmente é o incompreensível.“Mas não acredite nisso, tudo muda e com toda razão” – A. C. Belchior
Referências bibliográficas:
Oportunidade que o Vagner me deu para expressar minhas visões políticas na lista do Matehackers: https://groups.google.com/forum/?fromgroups#!topic/matehackers/RATj5OxkP0U
Expressão do mestre A. C. Belchior, traduzida em música no álbum “Alucinação”, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=4ppq20oqW9c
Curtir isso:
Curtir Carregando…
#Matehackers, #PyTchê, #Vagner









