Outro doppelganger aparecera Tomara meu lugar e lhe amara A mim ficara sentenciado Os copos quebrados, os vícios ao cigarro À ele flores e passeios O meu peso é tolerar a tolice minha e tua Cuspida como dois bêbados dóceis de muito tempo atrás O gêmeo duplo, dividia-se entre afazeres e retornos metálicos O âmago comprimido pelos teus dedos e insights Não há nada de glamoroso na duplicidade Gregor sofrendo enxovalhos de cânticos gregorianos Dorian amaldiçoando o corpo que o comporta Rouba-me o sopro dos olhos e consigo o sono Traga-o de volta, desgastado e repuxado Coalhado nos lábios das tuas preciosas visitas Ao pé do verão prisma, havia súplicas sintoma Eurásia... O visceral sopro, o cuidado materno Era o que tinha para saciar-te a fome Além de dividir-te o habitat, mas nunca trarei o feng shui Pois a ideia de silêncio deixa-me em par com cárceres Antevejo tua vinda finda Através do frio em meus ossos O calar dos pássaros na janela Em luto, como se também antevissem a marcha fúnebre A flor espada metálica, arma e amor Amante, dente e diálogo Espreita-me a murmurar por desamores Ofende-se ao lembrar da presença e da guarda que carregas... Saia do deserto, para o destaque marca-texto Caí em testes a/b de espirais lobistas O laboratório lhe formara junto com outros cartéis És o que és por visão mercadológica, Dona Rinha de Copas...
Dupla Proposta de Pupila, Pierrot Ruivo











