Sem entrar em assuntos muito metafísicos a vida se baseia em condições, desejo e convencimento. A estrutura principal de nossa vida que nos dá condição de perceber a vida é o nosso cérebro, o que faz ele funcionar é nosso coração e assim por diante, temos que ter em mente então que apenas com um corpo temos vida? Pois todos nós sentimos que vivemos por mais que tenha 1 ou 100 anos, mas vivemos o que? Antes nós éramos vivos? Se formos seguir a lei biológica então teremos que ter em conta que nem nossa ciência é avançada, tudo sendo formado por átomos e energias segue a razão que somos consequência disso, energias controlam nossos sentimentos, energia controlam nosso pensar e energias controlam nosso ser, tal construção supérflua nos faz pensar que somos energias, que se gastam, não somos vida mas sim energia, não existimos, apenas somos condutores no mundão eletrocutado de acasos, nem uma divindade prescindindo sobre nós. As energias se formaram a partir de si, elas são são nem é, apenas conduzem o infinito respingo do começo, tudo existe até não existir mais, tudo se respingara no mar até alcançar o deserto e se estabilizara.
Difícil de lidar mas somos impulsos de desejos, animais que saciam até o tédio, compulsões desenfreadas geram transtornos como de ansiedade ou depressão que são desejo continuo de querer viver, como viver se não existimos?
Procuram o sentido da vida porque vão morrer, suas energias dissipar em meio a imensidão, rasgando o nada que você é, sentimos a morte em sintonia com a exploração de seu cérebro alcançando memórias do seu passado que você não existia, parece contraditório se você não entender, basta apenas se concentrar em uma rede de caminho em seu pensamento (EU > MUNDO > CONFORTO DA MATÉRIA > BREU > IMENSO VAZIO SUCUMBINDO O SEU SER > FALECIMENTO DE SUA ENERGIA/ALMA/EU > DESFRAGMENTAÇÃO DO EU (pensamentos, sentimentos, razão, consciência) > VAZIO > ZERO).
Nessa linha de pensamento fomentará um pânico dentro de ti, talvez egoísta pois nós queremos sempre consumir, consumir e consumir, pensamos em nossa futilidade de vida ou não vida. Entre nós não existirmos e existir com prazer é claro que preferíamos o prazer pois é imensurável o instinto de viver de cultivar nossas vidas, tal coisa que foi colocado em nós como fonte de evolução. Frustrações por respostas ou pelo fim virão e te queimarão por dentro.
Mas em um modo de vida onde é dotado de razão, o convencimento te iludirá até um fim, dançando e caindo no infinito vazio, distrações diminuirá a futilidade de sua não vida, o ego te fará o melhor com um abraço da sombra na escuridão, desejos empíricos te assegura da rotina, a própria distração te anestesiara do rasgo no vazio
Esperança!
Algo que te dará forças para lutar contra as armas(futuro) de mãos atadas(corpo) e sua maior força será o amor tal que sustentará de tudo, até mesmo do medo, sua calmaria de fronte a Stalingrado, duas forças coagindo entre si poderá gerar o fluxo da esperança, talvez algo extraordinário e teleguiado, com uma força para alcançar o infinito sossego da luz e calmaria de sua existência, viemos dessa forma e com essa estrutura transcenderá de forma metafísica, assim como o começo da existência, logo então a existência não É e sim se chama amor.

















