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Camelo’s traz novos doces sírios no cardápio
O restaurante Camelo’s, referência em culinária árabe na Tijuca, está com novidade no cardápio que mescla os sabores do Oriente e Ocidente. Aberto há oito anos pelo sírio-brasileiro Taj Din, a casa conta com pratos clássicos e exclusivas receitas de família, oriundas da região onde cresceu na Síria. A novidade é a inusitada esfiha de Nutella (R$ 6,00 unid.). Outra novidade é o Kinafe, doce à base de ricota, macarrão cabelo de anjo e leite condensado (R$ 6,00 – fatia), que se junta aos clássicos Belewa, um doce de massa folhada, leite, mel, limão e pistache (R$ 6,00); e os ninhos com recheios variados: de damasco, amêndoas, castanha de caju e nozes (R$ 6,00 – cada).
*Fotos: Oseias Barbosa
Serviço:
Rua Soares da Costa, 69 B – Tijuca. Horário de segunda a sexta: Lanches das 7h às 21h / Almoço e jantar das 11h às 21h. Telefone: 21 3022-6300 / 3197-3315. http://www.cameloskebab.com.br/
Jornalista: Rodrigo Champoudry
A notícia Camelo’s traz novos doces sírios no cardápio e outras notícias do Brasil e do mundo você lê em Portal RBN.
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#côvado #egito #babilônios #hebreus #sírios #construção #pilares #jaquimeboaz #pirâmides #medidas e outros... #Google O. CÔVADO era usado regularmente por vários povos antigos, entre eles os babilônios, egípcios e hebreus. O côvado real dos antigos egípcios media 50cm. O dos romanos media 45cm...
1000 crianças mortas em 2018!
1000 crianças mortas em pouco mais de 2 meses na guerra da Síria! Alguém me explica onde está a evolução do Homem. É lamentável o mal ainda devastar tanto. Que Deus conforte os sírios vítimas desta guerra deplorável, principalmente às crianças.
Banda de refugiados sírios faz sucesso em Berlim
Banda de refugiados sírios faz sucesso em Berlim
Baterista sírio Ali Hasan ri durante ensaio da banda Musiqana em um café de Berlim. Foto: Daniel Morgan/ACNUR
O vocalista Abdallah Rahhal entrou no palco enquanto um músico de oud, tradicional instrumento do Oriente Médio, tocava uma canção intrigante. Os músicos haviam se reunido apenas alguns momentos antes da apresentação. Abdallah levantou a voz para acompanhar o instrumento e algo funcionou…
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** A Muna lançou uma campanha para abrir sua própria escola e restaurante de culinária árabe. Segue o link aqui: http://goo.gl/4cffFH **
Nossa cidade, Latakia, era mais segura que as outras cidades na Síria, porque muitos membros da família de Assad e alauítas viviam lá. Os alauítas são a maioria dos habitantes de Latakia. Mas a situação econômica da cidade é terrível. Não tem fraldas, leite; não temos remédios para as crianças. A cidade não tinha nada para uma vida normal. Não era assim antes da guerra. Nós estávamos vivendo uma vida muito boa na Síria. Tínhamos uma grande casa, bom trabalho como professor de Inglês lá, meu marido era engenheiro naval, e tínhamos um carro, também. Tudo era viável na Síria. Quando a guerra começou – nós chamávamos “uma revolução” - tudo ficou terrível. Nós perdemos nossos trabalhos. E tornou-se pior. Fugimos para o Egito primeiro e depois viemos ao Brasil. Não queríamos ficar no Egito, porque a situação lá é ruim, também. Todo o Oriente Médio tem problemas. Queríamos mudar mais longe dos países da Primavera Árabe.
Nuestra ciudad, Latakia, era más segura que otras ciudades de Siria, porque muchos miembros de la familia Assad y alauitas vivían allí. Los alauitas son la mayoría de los habitantes de Latakia. Pero la situación económica de la ciudad es terrible. No tiene pañales, leche; no tenemos medicinas para los niños. La ciudad no tenía nada para una vida normal. No era como eso antes de la guerra. Estamos viviendo vivienda muy buena en Siria. Teníamos una gran casa, buen trabajo como profesor de inglés allí, mi marido era un ingeniero naval, y tenía un coche, también. Todo era posible en Siria. Cuando la guerra comenzó - que llamábamos "una revolución" - todo convirtió terrible. Perdimos nuestros trabajos. Y tornó peor. Nos huimos para el Egipto primero y luego viéramos a Brasil. No queríamos permanecer en Egipto, porque la situación allí no es mejor, también. Todo el Oriente Medio tiene problemas. Queríamos cambiar más lejos de los países de la Primavera Árabe.
Our city, Latakia, was much safer than other cities in Syria because it’s a city where many members of Assad’s family and Alawites live. The Alawites are the largest number of inhabitants of Latakia. But the economic situation of the city was terrible. There were no diapers, no milk; we didn’t have medicine for the kids. The city had nothing for a normal life. It wasn’t this way before the war. We were living a very good life in Syria. I had a great house, good job as an English teacher there, my husband was a marine engineer, and we had a car, too. Everything was viable in Syria. When the war started – we call it a revolution – everything became dire. We lost our jobs. And it became worse. We fled to Egypt first and then later came to Brazil. We didn’t stay in Egypt because the situation is bad there, too. All of the Middle East has problems. We wanted to be further abroad from the Arab Spring countries.
Notre ville, Latakia, était plus sécuritaire que d'autres villes en Syrie, parce que de nombreux membres de la famille Assad et Alaouites y vivaient. Les Alaouites sont les plus nombre à Latakia. Mais la situation économique de la ville était terrible. Il n'y avait pas de couches, pas de lait; nous n’avons pas de médicaments pour les enfants. La ville n'avait rien pour une vie normale. Il n'était pas comme ça avant la guerre. Nous vivions une très bonne vie en Syrie. Nous avions une grande maison, un bon travail, moi en tant que professeur d'anglais là-bas, mon mari était un ingénieur de la marine, et nous avions une voiture, aussi. Tout était possible en Syrie. Quand la guerre a commencé-nous l'appelons «une révolution» - mais tout est devenu mauvais. Nous avons perdu nos emplois. Et il est devenu pire. Nous nous sommes enfuis vers l'Egypte, et ensuite vers le Brésil. Nous ne voulions pas rester en Egypte, parce que la situation là-bas est mauvaise, aussi. L'ensemble du Moyen-Orient a des problèmes. Nous voulions aller plus loin des pays du printemps arabe.
~ Sírios (Sumarezinho, São Paulo) 1/6
O plano canadense para regular os refugiados gays
Ryan Calhoun | Support this author on Patreon | December 10th, 2015
O artigo a seguir foi traduzido para o português a partir do original em inglês, escrito por Ryan Calhoun.
O Canadá recentemente anunciou planos para abrigar 25 mil refugiados sírios o quanto antes. Contudo, nem todos os refugiados serão considerados. Homens adultos sem famílias serão excluídos. O Canadá acrescentou uma estipulação permitindo aos refugiados homens entrar no Canadá se forem gays. Homens gays e todas as outras minorias sexuais e de gênero enfrentam grandes riscos dentro do Oriente Médio, então a prioridade a elas faz sentido. Contudo, longe de ser um gesto de caridade e humanidade desta democracia ocidental, o plano ameaça os refugiados gays e submete suas identidades sexuais às vontades de uma burocracia. Os avaliadores dos refugiados estão bastante cientes desses fatos.
De acordo com um artigo publicado no National Post, os encarregados de avaliar os pedidos de asilo afirmaram que não temem declarações falsas. Mas mesmo as declarações são perigosas — pedir asilo como refugiado como homossexual pode assinar sua sentença de morte. Residindo em campos de refugiados “lotados, onde circula muita informação boca a boca”, os refugiados gays se expõem aos abusos e à violência tradicionalmente praticados por seus compatriotas.
Para serem reconhecidos como homens homossexuais pelos burocratas, é necessário atingir os critérios de um documento de 17 páginas das Nações Unidas emitido em 2012. Um refugiado deve divulgar informações aos interrogadores como quando ele descobriu que era gay, quais foram suas tentativas de se esconder e o abuso que sofreu. O primeiro problema é que isso pode forçar pessoas traumatizadas a reviver seus passados de tortura. Há grande vergonha e muitas cicatrizes emocionais entre as minorias sexuais oprimidas.
Contudo, um problema ainda mais pernicioso e sutil sublinha esse sistema de regulação sexual. Não apenas ele é cruel é desumano, mas ele também regula o que se define como experiência homossexual. Vemos nos padrões desses documentos um apego à vitimização como definidora da identidade sexual. Não ter as cicatrizes da opressão significa ser excluído da homossexualidade. Isso não é tão novidade. Estar fora das fronteiras dos papéis de gênero e sexo convencionais sempre foi visto como sinal de fraqueza e vulnerabilidade. O que vemos aqui é uma caracterização imposta implementada oficialmente como regulação do status do homossexual.
O Canadá agora parece ser o salvador progressista de um povo violentamente oprimido. Esse é o espírito destilado do humanitarismo. Ele prega uma mensagem de universalismo e neutralidade, mas está longe de sê-lo. Os governantes que têm autoridade para estabelecer as regras do jogo, monitorar, inspecionar, escrutinizar e processar as declarações de “sofrimento” sempre acabam impedindo aquilo que afirmam ser seu objetivo. Acabam impondo um sofrimento ainda maior. A democracia ocidental sempre aparece montada num cavalo branco pregando igualdade, desde que você se comporte. O resultado é um reforço dos velhos preconceitos, que são incorporados aos manuais humanitários atuais.
O pretenso ato de benevolência do governo canadense é uma demonstração brutal do poder do estado ocidental. As portas do Canadá e de outros países ocidentais se abrem, mas apenas temporariamente, para uma pequena minoria, e apenas se responderem adequadamente. É hora de acabar com esse legado de imperialismo humanitário que levou a Síria à presente crise. A única forma de deixar de agir como os selecionadores de quem tem direito à paz e à democracia é derrubando os portões, queimando os livros regulatórios e começando a aceitar um mundo em que todos tenham direito de se movimentar como desejarem. Aqueles que não se encaixam nos padrões convencionais de sexualidade no Oriente Médio encaram grandes perigos, mas não devemos submetê-los aos nossos padrões antes que permitamos sua entrada em nossas comunidades. Todos devem poder explorar e se assentar onde desejarem. Ou os governos acabam com sua burocracia ou eles devem passar a nos poupar de suas declarações vazias de humanitarismo.
CIA, sauditas: Militantes sírios “selecionados” devem, sim, receber armas capazes de derrubar aviões de passageiros.
CIA, sauditas: Militantes sírios “selecionados” devem, sim, receber armas capazes de derrubar aviões de passageiros.
. ORIENTE mídia – 06/11/2015 5/11/2015, Tyler Durden, Zero Hedge tradução Vila Vudu A 4ª-feira trouxe verdadeira parafernália de informação “nova” sobre o jato russo de passageiros que despencou do céu sobre a Península do Sinal no fim de semana passado.Primeiro, foi um áudio gravado pela sucursal egípcia do ISIS, reiterando que eles haviam, sim, “caído” o avião. Na sequência, o escritório…
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