O beijo embaixo das asas de Apolo Traria consigo apologias ao eterno romance Catatônico cântico bebia dos lábios de amantes Embaixo do deus rapina concebiam-se simpatias Privatizo grifo nos anéis de Ártemis Pelo sangue engarrafado e vertiginoso Ao querer bélico da intuitiva antena Por sinais dissidentes, seria o vertical heroísmo Fértil jornada, Julgava os que falhavam Admira os que nunca vieram O esperaria em ladrilhos amarelados A língua do 'A' o diria alfa O resto de alfabeto grego Resumia-se em tempo espaçado O mais niilista dos guias, diria efeito de tabacaria... Domesticável território Da-nos abrigo em troca de banquete Revezes do mundo dos homens Por vezes, condição alimentar de seus vermes Corpo e alma praguejam juntos Declamando o éter religioso Fincando-se aos pés de móveis italianos Teu itinerário perece-me desaguar no inferno que criastes Pranto prático, uma frase solta ao amor que não prosperou Casal noir em santinhos e santificações maniqueistas São todo o bem do mundo, este pobre país poderá voltar a sorrir Não importa a fome, se a miserável líbido estiver nutrida O beijo cínico era um apedrejar Dê a dádiva do amante O público espera a dissecação clássica Onde passaria-te por especialistas ao filo de especiarias...
A Caminhada Atravessaria Os Espinhos, Pierrot Ruivo














