Você foi de meu melhor acerto pra maior decepção e isso dói.


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Você foi de meu melhor acerto pra maior decepção e isso dói.
Vou te mostrar como funciona esquecer alguém.
Lapsus Scribendi.
Fonte: lapsusscribendi
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NaNoWriMo Editing 101
During our “Now What?” Months, we’re focusing on providing resources and information to help writers through the revision, editing, and publishing process. Today, Jes D.A., senior editor at Scribendi, a NaNoWriMo sponsor, is here to share some basic editing tips:
Before becoming a senior editor at Scribendi, an online editing and proofreading company headquartered in my hometown, and after completing my first ever NaNoWriMo, I faced a mess of a draft. As I reviewed my work, I was horrified. It was easy enough to give up on the story—and almost NaNoWriMo itself—forever.
This is not a unique situation. Many writers end up frustrated with their drafts (or themselves) after NaNoWriMo, forgetting, after prioritizing writing during November, that the editing stage is just as important as the drafting stage. As noted by Squibler, "Thorough and extensive editing is essential to any novel that makes it to the end of the publishing process."
When I wanted to quit, I had forgotten that NaNoWriMo was only the first step of my journey—that oh-so-important, and arguably most difficult, first step that helps so many writers embark on the stages of writing. But it is far from the only step in the writing journey.
Aprendi a sobreviver transformando todo o meu intimo, toda minha dor e todo meu arrependimento em textos. E isso não foi uma forma de me acovardar, caso algumas pessoas pensem. É que de dor pra dor, no fim o que conseguiu me poupar um pouco mais foi me distanciar sem me desgastar mais jogando respostas ao vento -porque confrontar de nada adiantava e só se gerava mais caos-, mas também desabafar na escrita, colocando pra fora tudo que eu preciso, tendo meu espaço e momento, sem manipulações, joguinhos mentais e justificativas vazias de quem me fere e registrando meus sentimentos da maneira mais profunda que no fim são poucos que conseguiriam entender.
Quando eu te conheci eu senti o impacto de finalmente ter encontrado uma pessoa que finalmente me entendesse, me aceitasse e que nunca teria a capacidade de me fazer ser quem eu não sou. Eu senti a liberdade estando com alguém. Hoje o impacto que eu sinto foi de que eu apenas me iludi e enxerguei em você apenas o que mais desejava na vida. Não teve aceitação. Não fui quem eu realmente sou. Não senti a liberdade.... estando com alguém/você.
E aqui estou eu mais uma vez escrevendo e pra quem sempre se encontra se afogando em sentimentos, sabe muito bem minhas motivações e minha necessidade. Tornando minhas lágrimas em palavras, talvez com o objetivo de fazer cada ferida cicatrizar, de me curar.
Antes eu já sofri muito por não ser "amado" ou "amar alguém" e hoje eu sofro por amar até demais. Antes não tinha ninguém, hoje eu tenho alguém, mas que parece não me reconhecer como eu tanto desejei. E o triste que lembro até hoje de suas palavras "eu me apaixonei pelo que você é", mas na pratica você me mudou e vem me mudando tanto ao seu jeito, que já nem me reconheço mais.
Você realmente se apaixonou pelo que eu era, ou se apaixonou pela pessoa que você acreditou conseguir manipular do jeito que você queria?
Não queria sentir o que eu estou sentindo, mas eu fui de te amar para não conseguir nem olhar na sua cara.
Quando que isso começou a acontecer?
Quando que eu passei a me incomodar de te olhar?