Sou tranquila com as conexões. Se o ritmo muda, eu respeito, se o outro se afasta, acolho a distância. Não crio peso onde só existe pausa, não transformo silêncio em problema, respeito distâncias sem questionar afetos,sigo leve, sem cobranças, sem urgências. E se voltar me encontrará com mesmo afeto. Cada um com seu tempo, sua presença, sua forma de estar. E tá tudo certo. Sou muito de boa, muito bem resolvida. Enquanto muitos se martirizam tentando decifrar o outro, eu escolho simplesmente viver. É preciso leveza pra respeitar os próprios limites, e os dos outros, sem carregar o que não é seu. Viver em paz exige desapego do controle e presença no agora. E eu tenho aprendido a caminhar cada vez mais assim: em paz, comigo e com o que é do outro.















