Fascite Platar última parte. Melhores opções terapêuticas Em relação às terapias disponíveis, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) organizaram um compilado com os resultados de mais de 20 estudos sobre a eficácia de cada técnica. O artigo de revisão foi publicado em 2014, no periódico Acta Fisiátrica, da Instituição de Medicina Física e Reabilitação. De acordo com as observações do grupo, os métodos que apresentaram maior efetividade foram a terapia manual, as órteses para pés (palmilhas) e a eletroterapia. A terapia manual consiste no alongamento individual do membro. Segundo a pesquisa, a alternativa é capaz de reduzir a dor e aumentar a amplitude do movimento, principalmente quando envolve exercícios de mobilização do nervo tibial, alongamento passivo e fortalecimento do músculo tibial posterior. As órteses, por sua vez, são indicadas para os casos de alteração biomecânica. Um dos ensaios clínicos analisados comparou o desempenho de palmilhas pré-fabricadas, customizadas e placebo em mais de 230 pacientes. Aqueles que usaram as palmilhas pré-fabricadas tiveram suas dores reduzidas em um intervalo de tempo significativamente menor do que os demais. Quanto à eletroterapia, o compilado investigou estudos sobre sessões de laser, ultrassom e ondas de choque (TOCEC). Todas os ensaios apontaram que, após serem expostos à diferentes intensidades de TOCEC, os voluntários tiveram alívio da sensibilidade em menos de 12 semanas. Os pesquisadores da Unifesp não identificaram evidências de melhora significativa nos estudos com bandagens e talas noturnas. #fascite #coachcesaraugusto #secad #fisioterapia #terapiaocupacional #secadestudocontinuado #biosete (em Instituto Biosete) https://www.instagram.com/p/CFcVGBYDM7U/?igshid=ywzpr6zv9w3e