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A 5ª edição do concurso Transversalidades – Fotografia sem Fronteiras, que decorreu entre 11 de março e 31 de maio de 2016, alcançou resultados quantitativos e qualitativos que atestam a maturidade e valia da iniciativa: foram submetidas cerca de 700 candidaturas (mais do dobro do ano passado) e a sua penetração aumentou ao atingir mais de 30 países representados. Os participantes, provenientes de quase todos os Continentes, asseguram uma representatividade alargada, geográfica e profissional, com fotógrafos, fotojornalistas, designers e outros artistas a marcarem presença assinalável. Os múltiplos olhares que lançam sobre pessoas e paisagens de diferentes continentes asseguram uma mostra onde se contempla a riqueza e a diversidade natural, humana e cultural do planeta.
O Centro de Estudos Ibéricos tem um bonito o projeto chamado TRANSVERSALIDADE: Fotografia sem fronteiras, que recorre à imagem como meio de promover a cooperação territorial, partindo da importância que a imagem assume nas sociedades contemporâneas.
Na edição de 2016 duas fotografias minhas ajudaram a propor este diálogo através de imagens.
Cavalo Crioulo sem Fronteiras dia 15 de dezembro
Cavalo Crioulo sem Fronteiras dia 15 de dezembro
Sobre várias modalidades e também de arte! Você vai saber como são preparados os cavalos que competem no crioulaço… (more…)
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Documentário Sem Fronteiras - O drama dos refugiados, exibido pelo canal Globo News.
Jornada nas Estrelas - Sem Fronteiras - Mostra Star Trek-Uma Jornada Humanista
Jornada nas Estrelas – Sem Fronteiras – Mostra Star Trek-Uma Jornada Humanista
Em uma missão de resgate, a nave USS Enterprise é atacada por Krall, um chefe militar que jurou vingança contra a Federação. Após uma aterrissagem forçada, a tripulação precisa deter uma raça alienígena hostil e o início de uma guerra galáctica. (Star Trek: Beyond | Justin Lin | EUA l 2016 l Ficção l 122 min | Legendado) [ms_divider style=”shadow” align=”left” width=”100%” margin_top=”5″…
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50 anos de Star Trek ‘sem fronteiras’ em Beyond!
Dia 8 de setembro marca o aniversário de 50 anos de “Jornada nas Estrelas”, popular série de ficção científica que marcou época e continua a fazer sucesso meio século depois de sua estreia na televisão norte-americana, quando diferentemente dos contos distópicos da sci-fi típica do período apresentou um futuro mais esperançoso para a humanidade e na onda da corrida espacial dos anos 60, levou os expectadores para o infinito e para um mundo onde a humanidade havia deixado seus defeitos no passado e agora explorava a galáxia e o futuro fazendo comentários importantes sobre o presente de uma Terra ainda cheia de guerras, preconceitos e ademais problemas que ainda não resolvemos em 2016. Ciente da importância da marca e da data histórica, a Paramount Pictures encomendou a terceira parte da agora trilogia iniciada por J.J. Abram em 2009 para celebrar o cinquentenário e assoprar as velinhas com toda a pompa e circunstancia da sala escura. Com a direção de Justin Lee, que assumiu o posto após J.J ir cuidar de “Star Wars” e esperar por ele atrapalhariam os planos do estúdio, “Beyond” sofreu bastante em seu processo criativo, um tratamento inicial foi descartado, um diretor previamente contratado idem, até que Simon Pegg, o ator que interpreta o engenheiro Montgomery Scott, foi convida para co-escrever a película que foi colocada sob o comando do diretor que havia ficado famoso por seus elogiados trabalhos na cine-série super campeã de bilheteria “Velozes e Furiosos”.
A mistura foi recebida com desconfiança por boa parte dos fãs, temerosos que a experiência de Lee em blockbusters totalmente descompromissados e escancaradamente pipocas poderiam descerebrar “Star Trek” e Simon, apesar de sua inteligência e experiência escrevendo expertas comédias, ainda era uma aposta ao assumir um projeto tão sério e dessa magnitude. Fora que, a pessimamente editada amostra vista no primeiro trailer serviu para assentar esse medo e alienar ainda mais o público. Porém, como as peças comerciais posteriores já mostravam, o longa não seria um “desastre anunciado”. Pelo contrário. Felizmente, apesar dos pesares, o time conseguiu concluir um filme redondo, visualmente lindo, bem dirigido, apostando na força e na química do elenco (talvez, o maior acerto desse reboot que serviu de continuação da saga nos cinemas), além de saber casar drama, comédia e homenagens necessárias ao cânone. As marcas de seu co-protagonista e co-escritor são sentidas nos diálogos, por características do enredo, que divide os personagens em pares, podemos assistir vários instantes dos membros da tripulação da Enterprise interagindo e reforçando a amizade entre eles, o artifício funciona para dar pausas estratégicas a ação alucinante de Lee e permite uma exploração de temas e brincadeiras que deixam tais sequências mais charmosas, permitindo até certa metalinguagem que ilustra e referencia a gigantesca obra da qual “Sem Fronteiras” faz parte e expande (são 6 programas de TV e 13 filmes)!
As sete estrelas estão cada vez mais a vontade em seus respectivos papéis, hora acrescentando elementos novos a interpretação, hora trazendo de volta um pouquinho das “vozes” dos atores clássicos (os maneirismos típicos de Shatner aparecem logo na abertura com o Capitão Kirk de Chris Pine um pouco mais maduro e meio exausto por sua famosa missão de 5 anos). “Jornada” sempre soube usar bem o humor como ferramenta para tocar em assuntos ressonantes (vide “A Volta Para Casa” e suas baleias), certificando a diversão enquanto apresenta também questões importantes, “Beyond” não o faz com tanta maestria, porém, segue o mesmo caminho, com seu lado engraçado servindo de escada para os pontos centrais na história de Krall, o vilão vivido por Idris Elba. Claro, aprofundamentos maiores parecem serem atualmente possíveis somente no campo das telinhas, já que na cinematografia o tempo é escasso e cada segundo é importante para avançar a trama e assim muitas pausas e escavações são evitadas, dando o (necessário) espaço para intrigantes cenas de ação, uma especialidade da casa, nesse caso, que tem seus méritos e satisfazem outra parte do cérebro, por assim dizer. Justin filma esses momentos com muita energia, contudo, o diferencial fica pela atenção dada as figuras que fazem seu título. Inclusive, a icônica nave estelar que é fotografada por ele com uma beleza e imponência que só aumenta a dor de a vermos ser ferida (violentamente!!) pelo enxame de mortíferas forças inimigas.
Algumas adições ao panteão também recebem um carinho especial, a base de Yorktown é uma façanha estética que satisfatoriamente enriquece o universo da Federação Unida de Planetas e Jaylah, a alienígena que se une aos heróis contra o inimigo em comum, se destaca pela incrível maquiagem e pela excelente atitude da ótima atriz Sofia Boutella. Aliás, a produção aposta bastante em prósteses e outros efeitos práticos, introduzindo o maior número possível de novas raças (são 50, uma para cada “velinha” desse “bolo cinematográfico”), algo perceptível quando visitamos o citado e fantástico posto avançado e multicultural da Federação ou quando vamos audaciosamente “beyond” na fronteira “onde ninguém jamais esteve”. Não que tudo funcione perfeitamente, a peça tem dois defeitos visíveis, um deles é o fato de ser muito episódico, algo que pode gerar descontentamentos por parte de quem esperava um conteúdo mais encorpado do que a enlatada “aventura do dia”. Outro problema é Krall, que passa boa parte da projeção sem causar maior impressão e só se torna relevante e interessante mesmo perto do fim quando suas motivações são reveladas, talvez, tarde demais. Idris é excelente e provavelmente o produto ganharia se sua backstory aparecesse antes no enredo ao contrário de deixá-lo meio apático durante dois terços de vídeo antes da “surpresa” no terço final. Entre elas, alguns inesperados “easter eggs” que fazem referência ao seriado “Enterprise”, suficientes para chamar a atenção de seus fãs e lembrar aos outros que a franquia é muito maior do que os eventos vistos somente em ST, Nova Geração, DS9 e Voyager. E prestes a ficar maior ainda, com a primeira temporada de “Discovery” chegando em janeiro a televisão digital (ou pela internet) seguindo “a festa” trazendo-a de volta ao meio que a popularizou no começo de tudo lá na era dos tubos e sinais analógicos...
Prova de que a criação de Gene Roddenberry segue quebrando barreiras, sobrevivendo e se adaptando as mudanças e evoluções no avançar das décadas. Dentro e fora da ficção. Pra fechar, não poderíamos deixar de falar das singelas lembranças aos finados Leornard Nimoy e Anton Yelchin, que ganharam dedicações especiais nos créditos finais e Spock Prime mesmo é citado nominalmente (de forma essencial) no arco do Spock vivido por Zachary Quinto, o mesmo, ganha uns segundos primorosos para até meio que dizer “feliz aniversário” silenciosamente em um aceno bonito e bem-vindo a trupe que fez “Star Trek” sair do estaleiro e chegar ao estrelato audiovisual. Sim, esse é um espetáculo de imagens e sons, realmente, com carisma e capacidade de nos tocar humanamente, ambos os aspectos podem andar juntos como demonstra, novamente, a trilha sonora de Michael Giacchino, um dos melhores do ramo e que repete aqui os dois grandes trabalhos anteriores a bordo da USS 1701, forjando uma mistura balanceada do velho e do novo “Jornada nas Estrelas”, com os acordes de Alexander Courage tocando em alguns instantes e a potente música “Sabotage” (do Beastie Boys) assumindo em outros - e funcionando bastante no contexto apropriado, evidenciando, vide o fatídico teaser, que as aparências enganam e dentro do espírito do melhor do protagonizado por Kirk e Cia, devemos sempre olhar “para além” da fachada e buscar entender o diferente ao invés de prejulgá-lo, seja a sexualidade de Sulu ou a capacidade dos realizadores em fazer algo que agrade as massas & honre o legado que a fanbase tanto gosta!
Somos mais de mil. Somos um!
Rei leão<3