marvel: we’re casting a gender non conforming role in spider man 2! :)
me, a nonbinary person: omg!! this could be great!!
marvel: a charming and likably insane character named Jason™! :)
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marvel: a charming and likably insane character named Jason™! :)
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Sobre o quê vou escrever? Sobre decepções ou traições? Sobre pessoas das quais gostamos que tratam-nos como seres desprezíveis? Sobre como estou triste? Sobre como tornei-me fria? Sobre amigos que se vão? Sobre amores não correspondidos? Sobre ti? Ah não! Sobre ti não! Não estou aguentando mais essa minha mania, um tanto psicopata, de gostar tanto de ti. Por isso, hoje, não vou escrever sobre nada clichê, nem nada a respeito de ti. Estou liberando-me dessa rotina sem graça e caminhando junto à felicidade que sempre rodeou-me e eu nunca percebi.
Mas o que é felicidade? É quando estamos em paz conosco, é quando sentimos a alegria e descobrimos o prazer de viver. Felicidade é quando tu olhas à janela e, mesmo estando com um tempo horrível lá fora, tu consegues ouvir o canto dos pássaros, quando consegues sentir os distintos aromas de flores, é quando sentes o ar muito puro. Felicidade é quando quando te perguntam se estás bem e tu respondes com a maior sinceridade que sim. É quando nada consegue te abalar, é quando tu acredita em si mesmo. Felicidade tem vários significados, e para mim, era complicar proferir palavras que conseguisse explicar tudo o que significa... mas agora sinto-me livre para proferir palavras que conseguem reanimar-me, que conseguem trazer-me uma paz interior. Acho que todas pessoas deveriam sentir-se assim, só acho.
Ruth Silveira (sorrymyheart)
Mesmo ela sabendo que aquele cigarro lhe causará mal, ela continua fumando. Parece que esta droga lhe traz paz, a acalma, a deixa relaxada. Aquele cigarro, mesmo sendo algo perigoso, não é seu pior vício. Ela é viciada em algo, ou melhor, em alguém. Esse alguém que lhe trouxe muito mal, muita dor, muito sofrimento, e uma lição de vida. Esse alguém a trouxe também este hábito horrendo de fumar. Alguém que a fez muito feliz num instante, mas depois sumiu como num passe de mágica. Ele é um tipo de feiticeiro, um alguém misterioso. Depois que ele sumiu, ela começou a ver o mundo com outros olhos -- olhos que quem não acredita mais em ninguém --, olhos frustados com falso amor, com falsas palavras, com falsas atitudes. Ela não tinha nenhum lugar para ir, nenhum amigo para conversar, ela não possuía nenhum bem especial, ela não tinha ninguém; somente ele. Mas agora ela não têm nada! Nem aquele feiticeiro que lhe deu hábitos que a estragam cada vez mais. Em cada tragada daquele cigarro, ela lembra dos momentos que passou ao lado desse feiticeiro, em cada risada, em cada sorriso, em cada beijo, em cada carícia, cada chamego... em cada lágrima derrubada, em cada arrependimento que ele lhe causou. Concluindo: aquele cigarro lhe trazia à tona tudo que lhe fez passar, tudo desde os momentos mais felizes, até o mais desagradáveis, horripilantes, sombrios sentimentos que ele lhe trouxe. Agora ela segue fumando, viajando para mais perto dele em seus pensamentos; mas na vida real; ela se vai para o mais longe possível
Ruth Silveira (sorrymyheart)
Aquele não era seu lugar; ela estava cansada daquelas pessoas, daquele ambiente, daquela vidinha. Seu instinto mandava-a fugir para bem longe, porém, sempre sentia um sentimento de arrependimento por deixar quem ama longe. O pior é que quem ela ama, não a ama da mesma forma. No máximo têm uma amizade com esse tal 'amor'. Sofrer sozinha sem poder desabafar com ninguém estava sendo normal para ela, somente sua cama estava sendo sua melhor amiga, somente ela ouvia suas reclamações, seus desabafos, suas angústias, suas tristezas. Sua segunda melhor amiga era a música, ela a entendia, dizia tudo o que ela estava sentindo, ela acalmava-a. As duas são essenciais para ela, as melhores companhias que qualquer um pode querer.
Ela não aguenta mais sua vida, não aguenta mais as pessoas, não aguenta mais ficar sozinha. Chorar. Esse é o seu remédio, somente chorar alivia a tensão. Mas ela têm vergonha de chorar em público, só consegue chorar com suas amigas trancada em seu quarto. A noite é sua parte do dia preferida, pois não fica ao lado daquelas pessoas que não suporta. Mas a noite é curta, não dá para aproveitar nada e logo, logo chega a manhã para começar mais um dia sofrido dessa rotina de vida.
Ruth Silveira (sorrymyheart)
Afogada com desilusões, com sonhos nunca realizados, com sentimentos falsos, com promessas que nunca serão cumpridas. Com palavras que machucam seu coração; as mesmas palavras que traem o que sentimos são as mesmas que dizem a verdade em todo o momento. Afogada no vazio Rio de Solidão, com peixes mortos pelo sofrimento dela.
Tenta ao máximo chegar nas profundezas daquele rio; sua intenção é ser tomada pela água e simplesmente parar de respirar e deixar este mundo maldito! A cada nado ela se encontra num nível mais profundo d'água. Ela perde forças para continuar nadando e para de respirar. Jogada nas profundezas do Rio de Solidão, seu corpo boia como os peixes mortos junto ao seu corpo. Ela um dia foi feliz, ela um dia agia com sinceridade, um dia ela teve paz. Mas ultimamente ela estava sofrendo demais, vivendo uma mentira completa. Desejando a morte a cada momento. Morrer seria a prioridade dela; até que um dia ela consegue. Sua morte foi indolor, ao contrário de sua vida sofrida. Se afundou naquele rio, e se foi, para sempre...
Ruth Silveira (sorrymyheart)
Ela já havia morrido fazia muito tempo, não a morte física mas sim a espiritual. Sua alma já partiu, seus sentimentos não existem mais, sua vontade de amar se foi e nunca mais voltou. Depois de morrer, ela aprendeu a fingir que está bem, que é feliz, que nada de mais aconteceu com ela. Doía muito fingir, mentir, mas era o apropriado a fazer. Ela perdeu forças lutando para sua alma sobreviver, perdeu batalhas pequenas, perdeu a grande guerra. Perdeu tudo que amava -- ou quase tudo --, e o que não perdera, acabou desistindo. Agora ela não desiste, pois ela nem tenta. Para ela a palavra 'vida' têm outro sentido, um sentido oculto que ela guarda-a-sete-chaves.
Viver? Não... Morrer! Não havia mais necessidade de continuar fingindo, só restava terminar o que tinha começado. Era preciso somente ter uma faca em suas mãos, e mais nada. Talvez ir para um lugar longe onde ninguém que conheça possa lhe encontrar. Talvez em alguma clareira distante. [...] Agora sim, ela estava longe o bastante. É só perfurar a jugular e... Ela não consegue, treme suas mãos segurando aquela faca. Aos poucos consegue levantar sua mão. Está perto. Bem perto. Só mais um pouquinho e... Acabou. Sua vida acabou, ela está completamente morta agora. Não há mais jeito, ela se foi... mas ela já teria ido à tempos. Agora sua carne apodrece ali naquele chão de barro com várias árvores à sua volta. Se livrou de sofrer mais, agora ela irá descansar na paz que merece.
Ruth Silveira (sorrymyheart)
As pessoas a forçaram ser o que ela não era, a forçaram agir da maneira que ela não gostava, as pessoas fizeram com que ela se tornasse fútil. Ela não ligava se já tivesse repetido de roupa, se aquele sapato era tinha 10 cm, ou 15 cm. Ela não estava nem aí se sua bolça era de marca. Ou se sua maquiagem estava perfeita com aquele batom vermelho, se sua unha quebrou ou não. Ela não estava nem aí para esses tipos de coisas, para ela usando uma blusa qualquer, uma calça jeans e um all star -- poderia estar sujo, esfarrapado, sem sola, ela não se importava -- já estava de bom tamanho, ela se sentia confortável assim. Mas tudo mudou quando ela trocou de escola, como ninguém gostava dela do jeito que ela realmente era, ela decidiu mudar seu estilo e ser uma patricinha sem graça como todas as outras eram. Ela acabou se transformando numa marionete de garotinhas mimadas; ela não tinha nascido para ser num projeto de Barbie Girl -- sinceramente ela odiava ser considerada uma bonequinha, mas agia assim porque queria ser considerada popular --,ela ficou fútil. Ela se transformou naquilo que mais odiava por causa das pessoas. Dessas benditas pessoas que não aceitam o jeito das outras serem e as obrigam a ser como elas querem. A garota que tinha uma personalidade própria, que gostava daquele seu estilo louco acaba sendo uma garotinha fútil, qualquer, uma "filhinha da mamãe", por culpa dos outros e principalmente por culpa própria, por conta de seu medo de não aceitarem ela. Ela mudou, mudou para muito pior!
Ruth Silveira (sorrymyheart)