Fanfic - We Belong With Me
Capítulo 8 - Ela prometeu pra si mesma.
- Não, claro que não. - Caíque disse.
- Tudo bem eu dormir na sala, é só até eu arranjar um lugar pra ficar gente. – Ela levantou.
- Não, nada disso, o Caíque dorme na sala, ou lá em casa. – A Gra se pronunciou.
- Hmmmmmmm. – Todos dissemos juntos e ela ficou vermelha.
- Na sua casa né Gracie. – O Leo disse e ela tacou uma almofada nele.
- Cala a boca Leonardo. – Ela parecia um camarão e o Caíque começou a ri igual uma hiena e a abraçou de lado. A Michele ficou calada e apenas riu.
Nós ficamos conversando e ficaram perguntando coisas pra Michele para saber mais sobre ela e ela sobre nós. O Caíque e o Leo foram comprar alguma coisa pra comer, não estava me sentindo muito bem, levantei e fui até a cozinha e bebi um pouco d’água, voltei e a Michele estava com muita cara de choro, mas estava se segurando e ninguém percebeu nada, pois a Gra e o Paulo jogavam videogame e discutiam, ela sorria, sentei do seu lado.
- Você ta bem? – Sussurrei e ela me olhou e balançou a cabeça afirmando. – Certeza? – Olhei para ela e ela balançou a cabeça que não e eu a abracei e todos nos olharam e a Gra veio e a abraçou por trás.
- Gente, tem como vocês darem licença rapinho? – A Gra pediu e eu olhei pra ela e balancei a cabeça negativamente e ela me olhou num olhar reprovador e o Paulo veio até nós assustado.
- O que ouve? Pera ai Nathan. – Eu levantei e ele sentou a onde eu estava. – Ei, - Ele olhou pra ela e ela olhou pra ele. – o que foi? – Ela o abraçou de novo.
P.O.V Paulo
Estava jogando quando vi a Gra levantar e abraçar a Michele e ela pediu pra nós sairmos e olhei assustado e fui até lá,
- O que ouve? Pera ai Nathan. – Ele levantou e eu sentei a onde ele estava. – Ei, - A olhei e ela olhou me olhou. – o que foi? – Ela me abraçou de novo. – Calma. – Fiquei fazendo carinho na cabeça dela. – É por causa da sua mãe? – A abracei e ela balançou a cabeça negativamente.
- Desculpa. – Ela levantou a cabeça e limpou as lágrimas. – A onde eu posso tomar um banho? – Levantou e nós a olhamos.
- Vem que eu vou pegar toalha pra você. – Levantei a abracei de lado, peguei a toalha pra ela e ela foi tomar banho.
Ficamos conversando na sala e a Gra virou pra mim.
- Cuida muito bem dela, se não eu te mato, entendeu? Ela precisa da gente Paulo. Acredite, pra ela ter chorado na nossa frente e ta assim do jeito que ela ta ela ta muito mal, o que aconteceu? – Ela falou baixo mas ao mesmo tempo com o tom de voz preocupado.
- Ela tentou se matar pequena, eu a encontrei boiando na água e fui correndo pra ajudar e tals, eu consegui salvar ela a tempo, e ela desmaiou dai eu a levei pra um hospital, e o médico disse que ela não pode se estressar, e amanhã eu tenho que comprar os remédios dela me lembra, ai ela me disse que não tinha mais casa por que brigou feio com a mãe dela e não era mais bem-vinda lá, nisso eu ofereci dela morar aqui por um tempo, e sim eu to ficando louco, ai ela foi pegar as coisas dela em casa e ela e a mãe dela caíram na porrada e eu tive que separar, e nisso eu não sei se ela ta assim por isso ou por outra coisa, mas eu já percebi que ela tem motivos, não sei quais são, mas ela não é assim atoa, e eu não sei por que nem como mas eu preciso cuidar dela, eu sinto isso, eu não encontrei ela atoa. – Desabafei tudo o mais baixo que consegui e a Gracie me olhou a pôs a mão na cabeça a abaixando.
- Paulo, você não ta entendendo, é muito pior do que uma briguinha com a mãe dela, eu vou te contar o maior segredo da vida dela que só eu sei, então, por favor, fica quieto e não fala pra ninguém entendeu? – Eu balancei a cabeça afirmando. – Quando ela era pequena o pai dela se matou e ela viu tudo. – Ela respirou fundo. – Ela prometeu pra si mesma que quando ela realizar tudo que esta no diário dela, ela vai deixar tudo isso, e depois dessa briga com a mãe dela eu não sei o que ouve com ela. Ela chorou na frente de vocês e ela não vai se perdoar por isso. Eu conheço ela a muito tempo, - Ela pegou na minha mão. – promete pra mim que você vai cuidar dela? Assim como eu também vou. Não importa o que ela diga, esteja sempre do lado dela assim como eu também vou estar. – Ela olhou nos meus olhos e já estava chorando, e eu a abracei.
- É claro que sim. – Beijei a cabeça dela.
- O que ouve? – Michele apareceu perguntando, a Gra se ajeitou limpou as lágrimas e sorriu.
- Nada não Mi – Levantou. – Cadê esses dois que não chegam com a comida? Eu to com fome manoooo – Ela fingiu que estava chorando e os meninos entraram com duas pizzas na mão.
- Não chore cara moça, nós chegamos para lhe salvar. – O caíque disse e nós rimos, ela beijou ele e eu revirei os olhos e a Michele me olhou.
Cdts: Luiza Speziali














