Veja só se não é a ARA, a liberi que domina a TELEPATIA e que ingressou na SOLIS com 10 ANOS por APRESENTAÇÃO após ter ficado ÓRFÃ e pelo o que sabemos, nasceu em DAEGU, COREIA DO SUL e desde sempre mostrou-se IMEDIATISTA e INSEGURA, claro que também é OTIMISTA e ATENCIOSA. Segundo a última atualização de seu chip, LEE YIHYUN tem 22 ANOS e continua registrada como @YXXY18YI, ela foi até confundida com YUBIN OH uma DANÇARINA, além de seu disfarce como GERENTE EM UMA CAFETERIA, esperamos que tudo dê certo e que não esqueça que mora no apartamento 202 no prédio II !!
OFF TOPIC
+18, ela/dela & jumpscare
DATA DE NASCIMENTO
15.01.2028
HABILIDADES
É EXPERIENTE em MANUSEIO DE FACAS e em PRIMEIROS SOCORROS desde os 10 anos.
RAMIFICAÇÕES
Leitura Psíquica: Lê, invade e ouve pensamentos de outros. Mesmo sendo bastante usual, existem níveis de dificuldade para essa habilidade.
Ilusão Telepática: Capaz de fazer as pessoas experimentarem acontecimentos que não estão realmente ocorrendo. Numa variação dessa habilidade, pode também camuflar pessoas e objetos, alterando o visual aparente físico de si e dos outros, ao manipular as percepções dos que os rodeiam. Limite a essa possibilidade é imposta pelo número de pessoas que serão camufladas.
Alteração Mental: Manipule e altere memórias e posicionamentos alheios, seja para o bem, como apagando, estimulando ou enfraquecendo ideias a fim de Curar Traumas ou para o mal, apagando memórias particulares e induzindo Amnésia Mental.
Indução de Dor: Capacidade de induzir a dores mentais apenas tocando a vítima. Sua intensidade a deixará desorientada e incapaz de tomar decisões por um curto período de tempo.
Possessão: Tome posse da mente de outra pessoa e tenha o controle do corpo alheio em mãos. O processo requer muita energia e o efeito não durará mais que alguns minutos, portanto estabilidade emocional e física é requerida.
Rastreamento: Pode sentir a presença e apontar a localização de pessoas nas imediações. A efetividade e precisão dessa habilidade depende diretamente da proximidade do alvo.
CURIOSIDADES
Seu local de trabalho atual é uma cafeteria famosa de uma região favorecida da cidade, e a jovem foi contratada sobretudo por seu visual (os donos não disseram isso a ela, ela os pegou cochichando, o que a deixou um pouco chateada na época). Mesmo assim, Yihyun se diverte atendendo na cafeteria. De vez em quando, ela até recebe gorjetas ao adivinhar os pedidos dos clientes antes mesmo deles dizerem. Sempre no chute, palavras dela!
Depois de adquirir suas habilidades, estudar tornou-se uma tarefa um tanto quanto entediante para Yihyun. O método de ensino convencional não tem graça alguma quando você pode decorar tudo o que o professor tem a dizer ainda na primeira aula. Ela decidiu não começar uma faculdade, porque todas as áreas pareciam chatas demais.
Nos horários vagos de Yihyun é possível vê-la arriscando na arte, praticando dança ou participando de projetos sociais. Como o pensamento se tornou muito óbvio para ela, o que dá gosto em seus dias são as demonstrações de sentimento.
Frequenta uma religião diferente por semana. Os pais a introduziram no protestantismo, o orfanato no catolicismo, isso num país com um templo budista a cada esquina. Em seu coração, todos os deuses coexistem. E está tudo bem, desde que ela tenha alguém para reclamar com em seus momentos difíceis e para pedir socorro quando algo dá errado.
Seu codinome, ARA, é fruto de uma brincadeira no próprio Instituto. Quando em seus primeiros meses de treino, Yi costumava praticar a telepatia com pessoas que se aproximavam dela para contar ou pedir algo. Assim, quando eles abriam a boca, ela prontamente respondia "Já sei" ou "Tudo bem, já entendi". De tanto dizer 알아요 (arayo), este virou seu apelido entre as crianças.
HISTÓRICO
Sua primeira missão solo foi um fracasso total. A tarefa deveria ser simples – extrair algumas informações da mente do alvo e divulgá-las para sua equipe – mas Yihyun acabou tendo que se aproximar mais do que o esperado devido a sua pouca prática. Depois de deixar a área segura, ela se viu encurralada pela equipe inimiga, que àquela altura tinham percebido sua presença e tentavam encontrar seu esconderijo. Ao tentar conexão com algum aliado para pedir socorro, se perdeu e atingiu a psique errada, e de brinde divulgou acidentalmente a localização da base mais próxima. Ela escapou, mas voltou para o Instituto sem informação alguma e a base teve que deixar sua posição às pressas.
Ainda era uma criança na primeira vez que feriu alguém. Ela estava numa missão em conjunto na qual foi escalada exatamente para praticar sua habilidade com as lâminas. Chorou e pediu perdão a todos os deuses que conseguiu lembrar o nome por uma semana inteira depois daquele dia. O que Yi atacou nem era, de fato, um ser humano, mas sentiu como se fosse. Hoje, ao lembrar desse acontecimento, ela não consegue deixar de rir. Pobre pequena Yi, tanto sofreu por uma auto defesa boba.
Na última missão que recebeu, a jovem deveria iniciar um ataque planejado por conta própria e só depois se juntar a equipe. Diziam que os Dheele programavam um grande ataque, e o objetivo da vez era pegar detalhes do plano alheio para impedi-los de surpresa. Ao invadir a mente de um alvo crucial entre eles, a carga de informações foi muito maior do que Yihyun tinha se preparado para lidar com, como se o ser estivesse extremamente perturbado ou algo do tipo. O susto desfez seu disfarce. Ao som das sirenes que alertavam sobre a intrusa, ela se sentia cada vez mais tonta e a dor latejante a impedia de raciocinar. Um pouco antes de fechar os olhos, vira a imagem embaçada de um ser alto e vestido todo em preto se aproximando dela; quando os abriu, estava na enfermaria do Instituto. A ideia do que poderia ter acontecido se as coisas tivessem sido minimamente diferentes naquela noite ainda a assombra um pouco, mas ela voltou com os dados necessários para inviabilizar o temido ataque e isso lhe dá forças para continuar.
BACKGROUND
Era um mundo em crise. O cenário ideal para a ascensão de políticos apoiando soluções irreais, de curandeiros oferecendo fórmulas milagrosas, de religiosos vendendo a salvação eterna.. quase um mercado aberto. A história se repete toda vez que algo parecido acontece e a humanidade parece não aprender. Entre esses espertinhos, estavam os pais de Yihyun.
O Senhor e a Senhora Lee não se importavam o suficiente com crenças até se conhecerem. Nessa ideia mirabolante eu não sei te dizer se foi Eva que corrompeu Adão, ou se foi Adão que corrompeu Eva, ou se os dois já eram suficientemente corrompidos para virem com o plano infalível juntos, mas o que importa é que ao passar de alguns meses, toda a sua mentira já estava construída. Seu pai virara pastor em uma igreja que eles mesmo fundaram e sua mãe cuidava das doações dos fiéis. Pelas ruas lotadas de pessoas em caos, eles prometiam o conforto e logo estavam movendo algumas multidões dispostas a pagar o que tinham e o que não tinham por um lugarzinho no céu. Para os dois tudo não passava de uma brincadeirinha, mas com tanto dinheiro entrando em suas contas quem precisa saber, não é mesmo?
A concepção de Yihyun era apenas uma parte da narrativa e seria a cereja do bolo, afinal, exibir uma família perfeita para seus seguidores os faria ganhar ainda mais validação. Assim, a menina miúda de olhos tão escuros que chegavam a brilhar nasceu e viveu tranquilamente os primeiros anos de sua vida, rigorosamente ensinada sob os princípios religiosos que os Lee pregavam, e os acompanhando nos eventos que promoviam e participavam. Sua existência era pura fachada, mas estava nova demais para ter consciência do que acontecia a sua volta. Foi feliz.
Numa noite fria, ela ouviu os pais cochichando sobre uma investigação policial que poderia os ter como alvo. Na outra, eles faziam a mala e encaixotavam os pertences, enquanto diziam à menina que iriam viajar. Pela manhã, Yi abriu os olhos e se assustou ao não reconhecer sua casa. Seus pais também não estavam lá.
Durante a madrugada, enquanto a pequena dormia, eles as abandonaram em um orfanato em Daegu. O local era comandado por freiras muito doces, o que facilitou a sua adaptação. Era como estar em férias prolongadas.
O tempo passou e a menina estava quase completando 10 anos quando a situação em seu novo lar ficou insustentável. Falta de dinheiro, de estrutura e de apoio em meio ao caos instalado levaram o orfanato a ser fechado. Não restavam muitas opções naquela idade, então as freiras decidiram apresentá-la ao Instituto. Yihyun foi aceita, mas ela não sabe das outras crianças.











