Seja caos, seja tranquilidade, seja guerra, seja paz, seja revés, mas seja livre
-Um-mês-para-viver

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Seja caos, seja tranquilidade, seja guerra, seja paz, seja revés, mas seja livre
-Um-mês-para-viver
Depois de tanto caminhar
Até que me faltar o ar
De tanto olhar pro lado e não ver… Ninguém
E mesmo os que estavam lá
Comigo já não estão mais
Sei que não posso esmorecer também
(Caminho não tem fim - Fresno)
É estranho. Eu não entendo. Eu prometo pra mim que se você reaparecer não vai fazer ressurgirem essas dúvidas sobre o que eu sinto. Mas olha agora. Olha as coisas que você me diz. Sua mãe gostaria de mim. Olha a forma como nos divertimos não sendo apenas sexo. Foi bom termos feito algo além disso. Ou melhor... o sexo não estava na programação. Espero que também tenha se divertido. Infelizmente eu só consigo pensar que nesse momento você está com outra pessoa. Por outro lado, me questiono porque se dispõe a conhecer outras garotas de outras formas, e não a mim. Também me questiono porque percebe quando outras garotas são carinhosas com você, mas não me percebe. Já não da pra dizer que isso é só sexo. Mesmo conversando sobre outras pessoas, percebemos o quanto há em comum. Como por exemplo, preferir programas mais tranquilos, mais a dois. O fato de por algum motivo não rolar com outras pessoas. Mesmo mandando você sumir, você não some e eu não recuso. Por que isso?
Mais uma vez eu te escrevo.
Toda dor se cura, todo o stress se vai, ansiedade é menor. Bom, dizem que há males, controversias, mas...ah quem goste, torna a vida nao mais facil de se viver, mais facil de enxergar, voce abre sua mente para coisas novas, pessoas novas, interessante esse fato ser causado por apenas uma planta.
Como diz o sábio ditado: se você ama e não é amado, fume maconha e fique chapado.
Sou caos, sou calmaria
Sou agora, sou infinito
Revelo partes de mim
Incertezas, o que sinto
É tudo contraditório, ambíguo
Sou indecisão, afirmo
Sou medo e coragem
Inquietação incompreensível
O grito que não ecoa
Silencio.
A face da impassibilidade
O peito célere
Sou melancolia, sou felicidade
Sou lembrança e esquecimento
Desconfio. Tenho fé.
Em mim, tenho um mundo
E quem sabe um dia até
Eu consiga, enfim, compreender
O que é, de fato, SER.
Sinto falta do que tivemos. Não de você. Não sinto sua falta. Sinto falta do que você foi pra mim. Falta dos momentos em que me ouvia falar sobre qualquer coisa. Falta de como admirava minha sensibilidade. Falta de como apreciava os meus textos. Sinto falta do quanto me achava incrível. Sinto falta da cumplicidade e companheirismo. Você também ainda escreve sobre mim?
Talvez eu queira escrever sobre você. As vezes eu tenho plena certeza do que quero, mas se me perguntar, eu já não sei. Não sei explicar.... tentaria. Quero alguém pra fechar comigo. Que seja meu amigo, que quando eu precise esteja ali pra me consolar sem egoísmo. Que não solte a minha mão quando eu precisar. Que mesmo em silêncio, seja uma agradável companhia. Quero ser a melhor companhia. Que seja “vamo?- vamo”,”vamo embora?- vamo também”. E o foda é que eu sei doar isso tudo... mas é tanto egoísmo que o outro só se preocupa em receber. É muito bom ter todos os dias quantas bocas quiser pra beijar, quantos corpos quiser tocar. Mas ter um alguém que tá ali não apenas pra isso, é muito melhor. É ótimo ter alguém pra rir sem controle, pra chorar no ombro. Alguém que seja abraço. Alguém que queira ‘ser’ pra você e não apenas ‘estar’. E que realmente queira, de forma espontânea, sem exigências. Eu sei ser sozinha. Sei contar comigo mesma, mas admito que amo ter esse alguém pra contar.