⸺ lições.ㅤ/ ❨ seishiro nagi x fem!reader ❩ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ❛ FANFICTION POR LOUICLARK ❜
𝗻agi Seishiro não se lembra exatamente de quando o acordo começou. Tudo o que sabe é que, em algum momento entre uma reclamação sua sobre o ex-namorado péssimo de ter conceder prazer e um comentário preguiçoso dele sobre também não ser bom nisso, vocês dois acabaram firmando um trato inusitado: ele queria aprender. E você, por alguma razão que até hoje não entende direito, aceitou ensinar.
O que era para ser uma única vez se estendeu para duas, três, várias. Nagi aprendeu rápido — rápido demais. Em poucas semanas, já era melhor que qualquer outro cara que você conheceu. Mas ele nunca admitia. Sempre arrumava uma desculpa para prolongar as "aulas", sempre dizia que ainda não estava bom o suficiente, que podia melhorar. E você deixava ⏤⠀ׅ⠀ׅ⠀ׅ⠀💬
( ◞‸◟) . . .ㅤcw!! dni -18, nsfw / pwp / personagens envelhecidos (+20) / relacionamento não estabelecido / sexo oral (f!recebendo) / facesitting / meio sub!nagi / leitora soft!dom / elogios / nagi mentiroso / negligência de prazer.
( ◜ᴗ◝ ) . . .ㅤhi! postando aqui dps que o bostapad removeu meu trabalho árduo 🙏
( 𖹭͏͏͏ palavras: 1,5k )
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Nagi não se lembrava exatamente de quando aquele acordo amigável havia começado. E, se você perguntasse, ele também não saberia dizer por que diabos tinha feito a proposta para começo de conversa.
Tudo começou com uma reclamação sua sobre o ex-namorado — um idiota que, segundo você, era péssimo em sexo oral. Nagi, com sua típica preguiça e expressão entediada, soltou um comentário aleatório:
— Eu provavelmente também não seria bom nisso.
Você riu, mas ele continuou te encarando com aqueles olhos indiferentes.
— Me ensina.
E você, talvez pela surpresa, talvez pela curiosidade, aceitou.
O que era para ser uma única vez se estendeu. E se repetiu. E se tornou algo rotineiro, quase semanal. Nagi aprendia rápido — ele sempre aprendia rápido quando queria. Em poucas semanas, já era melhor que qualquer outro cara que você tinha conhecido. Mas sempre, sempre, dava um jeito de prolongar as "aulas".
— Ainda não está bom — ele dizia, com a voz arrastada, lábios brilhando com saliva e baba de boceta. — Posso melhorar.
E você deixava. E ele voltava a enterrar o rosto entre suas coxas abertas.
Naquela noite, o quarto estava silencioso, iluminado apenas pela luz suave que entrava pela cortina entreaberta. Você estava deitada na cama, completamente entregue, as pernas abertas para ele como um presente. Os cantos dos seus lábios entreabritos brilhavam, úmidos, e Nagi observou aquilo por um longo segundo antes de se mover.
Ele não era de pressa. Nagi Seishiro era preguiçoso para quase tudo — levantar da cama, ir para os treinos, responder mensagens. Mas ali, entre suas coxas, ele se transformava.
Deslizou uma mão sob seu monte de Vênus, erguendo-o levemente com cuidado, enquanto abaixava a cabeça. A saliva acumulada em sua boca escorreu quente quando ele lambeu, devagar, sua fenda úmida. Umedecendo, provando, preparando.
Sua língua deslizou para fora, longa e grossa, arrastando-se lentamente por todo o comprimento — da base do períneo até a ponta sensível do clitóris. Você prendeu a respiração quando o sabor explodiu na boca dele: forte, picante, com um leve amargor que fez o corpo de Nagi reagir de um jeito que ele nunca admitiria em voz alta.
Seu pau pulsou violentamente dentro da calça, dolorido e ignorado.
Porque Nagi nunca se tocava durante aquilo. Não era sobre ele. Era sobre você. Sobre o som dos seus suspiros, sobre o jeito que seus dedos enrodilhavam os lençóis, sobre como seu quadril se movia instintivamente em direção à boca dele.
Ele adorava aquilo. Adorava de uma forma que nunca imaginou ser possível.
Sempre foi o cara desligado, apático, que não movia um músculo sequer para as tarefas mais básicas. Preguiçoso por natureza, acomodado por escolha. Mas quando se tratava de comer sua boceta?
Nagi Seishiro colocava esforço.
Ele colocava vontade.
Colocava a língua, os lábios, os dedos quando necessário — e principalmente, colocava aquele olhar semicerrado, meio entediado, que contrastava perfeitamente com a intensidade com que te devorava.
Agora, com o rosto enterrado entre suas pernas, ele alternava entre lambidas longas e preguiçosas e movimentos circulares precisos no seu clitóris. Sentia cada pequeno tremor do seu corpo, cada arrepio, cada vez que você tentava fechar as pernas instintivamente e ele as empurrava de volta com os ombros.
— Fica assim — murmurou contra sua pele, a voz abafada, quente. — Deixa eu continuar.
Você gemeu algo que poderia ser o nome dele, mas saiu embaralhado. Nagi sorriu — um sorriso pequeno, quase invisível — contra sua carne úmida.
Ele sugou seu clitóris com cuidado, depois com mais pressão, até te sentir à beira. Então parou.
— Nagi... — você reclamou, a voz falhando.
— Ainda não está bom — ele disse, erguendo o rosto brilhante, os olhos meio cerrados encontrando os seus. — Posso melhorar.
E antes que você pudesse responder, ele voltou a enterrar o rosto entre suas pernas, mais uma vez, como se não houvesse nada no mundo que ele preferisse fazer.
Porque, no fundo, não havia.
Nagi estava concentrado, a língua deslizando em movimentos lentos e precisos, quando sentiu seus dedos enterrarem-se em seus cabelos brancos.
Mas, diferente das outras vezes, você não apenas segurou. Você puxou.
Com força.
Um fio de saliva ainda ligava a língua dele ao seu clitóris quando você o afastou, erguendo o rosto dele para que te olhasse. Nagi piscou, confuso, os olhos meio turvos e os lábios brilhantes, inchados de tanto te chupar.
— Senta — você ordenou, a voz firme apesar do peito ofegante.
Nagi franziu a testa levemente, mas obedeceu. Sentou-se sobre os calcanhares, entre suas pernas, as mãos apoiadas nas coxas macias. Ele parecia quase inocente assim — cabelo desgrenhado, bochecha levemente corada, olhos entreabertos te encarando como se esperasse instruções.
Você se sentou na cama, ficando de frente para ele. Passou os dedos pelo cabelo dele com um toque quase carinhoso, e Nagi instintivamente inclinou a cabeça, se entregando ao afago como um gato preguiçoso.
Foi então que você apertou.
Seus dedos enrodilharam os fios brancos e você puxou a cabeça dele para trás, expondo o pescoço longo e a linha da mandíbula. Nagi prendeu a respiração, mas não reclamou. Não se mexeu. Apenas deixou.
— Você diz que não está bom — você começou, a voz baixa, controlada. — Mas a gente sabe que isso não é verdade, não é, Nagi?
Os olhos dele se arregalaram por um segundo — surpresa, talvez — mas ele rapidamente os semicerraram de volta, tentando disfarçar. Você conhecia aquele olhar. Era o mesmo que ele usava quando tentava esconder que se importava.
— Você é bom — você continuou, soltando o cabelo dele e deslizando a mão para o rosto, o polegar traçando a linha do maxilar até o queixo. — Você é ótimo, na verdade. Então por que continua inventando desculpas?
Nagi desviou o olhar por um momento, algo raro. Ele sempre te encarava com aquela indiferença calculada, mas agora... agora ele parecia quase desconfortável.
— Só acho que... — ele começou, a voz arrastada, mas você apertou o queixo dele entre os dedos, forçando-o a te olhar.
— Olha pra mim quando estou falando com você.
Ele obedeceu. E, pela primeira vez, você viu algo diferente naqueles olhos. Algo que ele não conseguia esconder.
— Se você quer continuar fazendo isso — você disse, devagar — tudo bem. Mas não vai ser mais com desculpas. Você vai pedir.
Nagi piscou.
— Pedir?
— Isso. Você quer me comer com essa boca? Então pede. Fala o que você quer fazer comigo.
Ele ficou em silêncio por um longo segundo. Seu pau continuava dolorido dentro da calça, negligenciado, mas ele não fez menção de se tocar. Não era sobre isso, nunca foi.
Seus olhos escureceram ligeiramente.
— Quero... — ele engoliu em seco. — Quero deitar você de novo e chupar até você gozar na minha boca. Quero comer a sua boceta.
Você ergueu uma sobrancelha.
— Não foi tão difícil assim, foi?
Nagi não respondeu, mas seus dedos apertaram suavemente suas coxas, um gesto quase impaciente vindo dele. Você sorriu, satisfeita, e soltou seu rosto.
— Então deita.
Ele foi se inclinar para te deitar de volta, mas você segurou seu ombro.
— Não eu. Você.
Nagi franziu a testa novamente, confuso, mas deitou-se de costas na cama, como você pediu. Ficou ali, olhando para você com aquela expressão entediada, mas havia algo por trás dela — antecipação, talvez.
Você se moveu sobre ele, montando em seu rosto antes que ele pudesse processar. As coxas de cada lado da cabeça dele, os joelhos firmes na cama. Nagi olhou para cima, para você, para o caminho que se abria diante dele.
— Você disse que queria me chupar até eu gozar — você lembrou, a voz vindo de cima. — Então chupa.
Nagi hesitou por apenas um segundo — um segundo em que você viu a fagulha de algo novo nos olhos dele. Excitação. Submissão. Desejo.
Então ele ergueu a cabeça e enterrou o rosto entre suas pernas com uma urgência que você nunca tinha visto nele.
A língua dele encontrou seu clitóris imediatamente, faminto, e você segurou nos cabelos brancos para se estabilizar enquanto ele trabalhava. Mas agora o controle era seu. Você ditava o ritmo, o ângulo, a pressão. Quando ele acelerava demais, você puxava seus cabelos, obrigando-o a diminuir. Quando ele desacelerava além da conta, você apertava as coxas contra o rosto dele em aviso.
Nagi obedecia a cada comando.
E parecia adorar cada segundo.
Você olhou para baixo, para a visão do garoto mais preguiçoso que conhecia completamente entregue, devorando você como se fosse a única coisa que importasse. Os olhos dele estavam fechados, mas ocasionalmente se abriam para te olhar — e quando isso acontecia, você via algo cru, exposto.
Ele não estava mais fingindo indiferença.
— Isso — você murmurou, a voz trêmula enquanto o prazer se acumulava. — Assim. Bom garoto.
Nagi gemeu contra você — um som abafado, baixo, que vibrou direto no seu clitóris e fez sua visão embaçar por um instante. Ele estava gemendo. Nagi Seishiro, que mal esboçava reação para qualquer coisa na vida, estava gemendo contra sua boceta enquanto você usava a boca dele para se satisfazer. Quando você o chamava de bom garoto.
O orgasmo veio rápido, intenso, queimando cada terminação nervosa. Você segurou a cabeça dele firme contra si, as pernas tremendo, enquanto ele continuava lambendo, sugando, te ajudando a descer da montanha-russa.
Quando finalmente soltou, afrouxando o aperto nos cabelos dele, Nagi deixou a cabeça cair de volta na cama, ofegante. O rosto dele estava completamente molhado, os olhos turvos, os lábios vermelhos e inchados.
Você se inclinou para frente, apoiando as mãos no peito dele, e olhou para baixo.
— Ainda acha que não tá bom.
Nagi piscou lentamente, a respiração ainda pesada. Demorou um segundo para ele responder, a voz mais arrastada que nunca.
— ...Posso melhorar.
Você riu, balançando a cabeça.
— Mentiroso.














